É impossível administrar com 40 ministérios, diz Gerdau
O governo ainda não sabe que um presidente não pode ter 40 diretores respondendo a uma única executiva
Dilma tem um "consiglieri" que ela ouve atentamente, que é o Jorge Gerdau. Não é formado em Administração porque o curso foi extinto em 1945, por isto ele fez Contabilidade.
Para aqueles que ainda acham que o Brasil não precisa de administradores, leiam o que ele disse para a revista valor: "É impossível administrar com 40 ministérios."
Estamos ainda no bê-á-bá da administração pública.
O Governo ainda não sabe que um Presidente não pode ter 40 diretores respondendo a uma única executiva.
Nas empresas o número ideal era de 4, repito 4, mas com o advento da reengenharia subiu para 8 a 10.
Dilma nem soube escolher os 40 ministros, nem teve tempo, nem sabia o passado de muitos, que depois veio à tona e paralisou pelo menos 4 meses de seu governo.
Nossa imprensa e nossos intelectuais nem perceberam, até este comentário de Gerdau, o que é o óbvio em Administração, mas demoramos no mínimo 50 anos para descobrir, e agora vem a pergunta.
Como vocês vão reduzir o número de Ministérios de 40 para 10?
E os 24.000 cargos de confiança?
Vocês engenheiros, advogados e economistas têm agora obrigação de ir lá consertar o estrago que fizeram, ou pelo menos apoiar no futuro os Administradores que não teriam feito esta bobagem elementar.
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As opiniões veiculadas nos artigos de colunistas e membros não refletem necessariamente a opinião do Administradores.com.br.
Mestre em Administração de Empresas pela Harvard University, foi professor Titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo.
Criador do Prêmio Bem Eficiente para entidades sem fins lucrativos e do site www.voluntarios.com.br.
Criador de Melhores e Maiores da Revista Exame, avaliou até 1995 as 1000 maiores empresas do país.
Sua experiência como consultor lhe rendeu vários prêmios: Prêmio ABAMEC Analista Financeiro do Ano, Prêmio JABUTI 1995 - Câmara Brasileira do Livro e o Prêmio ANEFAC.
É árbitro da BOVESPA na Câmara de Arbitragem do Novo Mercado.
É também articulista da Revista Veja.
Títulos
"Master in Business Administration" pela Harvard University.
Professor Titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo.
Doutor em Ciências Contábeis pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo.
Bacharel em Ciências Contábeis pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo.







