Fazer o que gosta ou gostar do que faz?
Nem sempre se consegue trabalhar naquilo que nos dá prazer. Muitas vezes a trajetória é árdua. O importante é saber lidar com as frustrações
Confesso que fiquei surpreso com sua resposta. Realmente faz todo sentido. O ideal é lutar pelos sonhos, ser perseverante, obstinado, nunca se deixar abater. Quem desiste no meio caminho jamais terá a chance de chegar ao seu verdadeiro destino. Mas nem sempre se consegue trabalhar naquilo que te dá prazer. Muitas vezes a trajetória é árdua. O importante é saber lidar com as frustrações.
Enquanto seu sonho não é realizado, o atendente procura encontrar sentido naquilo que faz. Fazer da sua vida um mar de lamúrias não resolve. Aprender a gostar daquilo que faz é um sentimento muito nobre, digno de poucos.
Outro dia estava voltando do Rio e, nitidamente, o comissário de bordo transparecia que detestava o que fazia. Mal cumprimentou as pessoas, estava de cara feia o tempo inteiro e resistia atender aos passageiros.
Você que está aí e nunca está satisfeito com o trabalho, será que vale a pena viver infeliz? Se você não faz aquilo que gosta vá à luta. Se isso não for possível, experimente gostar daquilo que você faz. Levante da cama sem resmungar, chegue ao trabalho com um sorriso no rosto, encontre uma motivação para acordar todos os dias. A vida é tão curta..... faça do hoje um trampolim para o amanhã e seja feliz, não importa como. A vida gosta de quem gosta dela.
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Articulista ativo, escreveu mais de uma centena de artigos publicados em jornais e revistas de grande circulação no Brasil e no exterior. Conferencista bem avaliado, proferiu mais de 80 palestras no Brasil e no exterior. Detentor do “Prêmio Conselho Federal de Contabilidade de Pesquisa Contábil”, da “Medalha do Mérito Contábil” concedida pelo CRC-ES e da medalha “Joaquim Monteiro de Carvalho” – Ordem do Mérito Contábil concedida pelo CRC-SP.
Autor dos livros: “Contabilidade Geral” – Editora Dimensão; “Relatórios e Pareceres de Auditoria” – Editora Atlas (obra única e de referência sobre o tema); “Você Não Tem de Ceder: A Trajetória de Força e Ética de um CEO no Brasil” – Editora Campus/Elsevier; e "O Melhor Vem Depois. Desvendando o Enigma da Longevidade" com coautoria de Andrea Giardino - Editora Saraiva
Foi sócio da Ernst & Young por mais de vinte anos ocupando posições de destaque tendo como principais clientes as Organizações Globo – TV, rádios, mídia impressa, NET - Grupo Peixoto de Castro, Coca-Cola, Generali do Brasil Seguros. Como Chairman & CEO da firma na América do Sul integrou as operações na região e expandiu os negócios a taxas muito superiores às da concorrência. Tornou-se membro do Board da Ernst & Young Americas com sede em Nova York.
Após a sua aposentadoria da Ernst & Young fundou a Julio Sergio Cardozo & Associados, empresa de consultoria em negócios com sede na cidade de São Paulo.
Ligações externas:
Twitter: www.twitter.com/juliocardozo
Site: http://www.cardozo-group.com







