Gerentes demissionários
A demissão não elide do gerrente a sua responsabilidade de avaliar os seus colaboradores no curso de um processo de avaliação.
O gerente demissionário deve fechar as avaliações de desempenho de sua área de supervisão. Este é um problema bem mais comum do que parece, no qual muitas organizações incidem no equívoco de liberar o gerente demissionário, ou em vias de transferência, da responsabilidade de processar as avaliações dos seus subordinados.
Não cabe a transferência dessa responsabilidade ao novo gerente da área, seu substituto.
Nada mais disfuncional para o moral da equipe do que transferir a alguém ainda desconhecido a responsabilidade de outrem.
Afinal, o novo gerente não negociou os contratos de desempenho em vigor, as expectativas, as metas e os padrões de comportamento dos funcionários.
É claro que a assunção da nova gerência implica a renegociação de todos os contratos de desempenho, o que só deve ser efetivado após a conclusão ou a revogação consensual dos contratos vigentes pactuados com o gerente demissionário ou transferido.
O fechamento dos contratos de desempenho deve ser a ultima responsabilidade de um gerente demissionário, independentemente dos tempos de vigência que hajam sido estabelecidos de comem acordo com os membros da equipe.
Gerentes autoritários alimentam o mau desempenho, fecundam maus comportamentos.
É muito mais fácil apontar más atitudes nos empregados. Mas muitas vezes estilos gerenciais ou culturas organizacionais criam as condições objetivas necessárias ao florescimento do mau desempenho.
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As opiniões veiculadas nos artigos de colunistas e membros não refletem necessariamente a opinião do Administradores.com.br.
É membro da Academia Brasileira de Ciências da Administração, Vice-Presidente da Escolinha de Artes do Brasil.
É o atual Presidente do CRA/RJ - Conselho Regional de Administração do Estado do Rio de Janeiro
Foi Secretário de Administração e também Secretário de Assistência Social da Prefeitura do Rio de Janeiro.
Foi membro do Conselho Consultivo da FGV Empresa Junior.
Foi Presidente do Riocentro e Secretário de Assistência Social da Prefeitura do Rio.
Foi o responsável pela implantação e primeiro Presidente do IPLAN-Rio - Instituto Municipal de Planejamento da cidade do Rio de Janeiro.
Presidiu o Conselho Regional de Administração – CRA/RJ de 1983/1985 e de 1998/2003, onde atuou em defesa do mercado de trabalho da profissão e promoveu a criação de diversos serviços gratuitos para os administradores, tais como: a assistência jurídica, o banco de currículos e o serviço de orientação ao administrador.
Como presidente do Sindicato dos Administradores no Estado do Rio de Janeiro e da Federação Nacional dos Administradores, chegou a assinar anualmente acordos coletivos com mais de 30 empresas, destacando-se os de Furnas, Cedae, Cerj, BNDEs, Telefônica e Petrobrás.
No governo federal, foi Secretário de Modernização Administrativa do Ministério do Planejamento. Ocupou ainda os cargos de Diretor de Administração da EMBRATUR - Empresa Brasileira de Turismo, foi Membro do Conselho Nacional de Turismo/CNTur e Gerente de Administração e de Planejamento do BD Rio - Banco de Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro.
Presidiu órgãos estaduais como o IPERJ, hoje Rioprevidência, a FESP - Fundação Escola de Serviço Público, e foi membro do Conselho Estadual de Educação.
Professor Universitário e Consultor de Organização, publicou 4 livros sobre administração de empresas e 4 livros sobre política e ação legislativa.







