26 de janeiro de 2009, às 20h07min
Inteligências Múltiplas e Emocionais: Alicerce para o processo de mudança educacional
Este artigo apresenta uma introdução à teoria da Inteligência Cognitiva, abordando aspectos que envolvem a inteligência humana como um todo. A Inteligência Cognitiva é originária da Ciência Cognitiva que é formada por diversas áreas, constituindo uma ciência interdisciplinar.
A Teoria das Inteligências Múltiplas estuda o desenvolvimento de diversas habilidades, o indivíduo dispõe de graus variados de cada uma das inteligências (lógico-matemático; lingüística; musical; espacial; intrapessoal; interpessoal e naturalista).
O papel da escola é desenvolver estas habilidades reconhecendo que cada indivíduo é ímpar, pois as inteligências se manifestam de diferentes maneiras, bem como em diferentes níveis.
O processo de ensino e aprendizagem é um ato comunicante, co-participado que exige do docente comprometimento existencial, do qual nasce autêntica solidariedade entre educador e educandos.
O processo de avaliação deve avaliar o indivíduo em todos os seus domínios (habilidades), avaliar todos os seus avanços, ou seja, construções que fez.
A Inteligência Emocional caracteriza a maneira como as pessoas lidam com suas emoções e no meio em que estão inseridas.
Palavras-chave: Formação Humana, Educação, Inteligências Múltiplas, Psicopedagogia, Emoção.
1. INTRODUÇÃO
Sabemos que o ser humano em sua natureza aprende de várias formas, sendo que a sociedade há milhares de anos vêm optando por um ou outro método de ensino no processo educacional do ser humano. Mas, todavia, é preciso saber diferenciar os métodos dentre as teorias. Há muito tempo se aplica a teoria da aprendizagem, que atua com hipóteses e modelos de como esse “ser humano” aprende, e métodos pedagógicos, que descrevem as maneiras que se deve proceder conforme a situação apresentada.
Evidenciam-se diariamente as transformações tecnológicas, humanas e sócio-culturais e de pensamento ocorridas nos últimos anos. A escola, em sua grande maioria, não tem acompanhado esses avanços e permanece atuando com base em conceitos/ações pedagógicas antigas. A capacitação dos jovens para o mercado é o maior reflexo deste distanciamento. A geração atual de educandos convive numa rotina com recursos modernos, como por exemplo, multimídia, que os atrai muito mais do que os poucos recursos utilizados nas escolas. Dentro desse contexto, é importante que se estude novos meios de estimular educandos para o processo de aprendizagem.
Dentre os utilizados no Brasil destacam-se estudiosos e teóricos da pedagogia como: Piaget, Freinet, Montessori e Waldorf. Começaram a se difundir as idéias do norte-americano Howard GARDNER, especializado em educação e neurologia pela Universidade de Harvard.
Já a Inteligência Emocional, como assim denominada por Daniel Goleman, reúne dentre vários fatores a auto-estima, a insegurança, a ansiedade, como fatores fundamentais para administrar bem, ou não, as emoções e ter sucesso em sua vida profissional e pessoal. Sua teoria tem grande repercussão mundial afirma, por exemplo, que pessoas inseguras não discutem as regras estabelecidas, e por esse motivo, afastam-se das idéias criativas e do sucesso. O grande desafio de sua teoria para os pais e educadores é redescobrir o papel das emoções, em um mundo até então voltado totalmente para a razão.
2. A Teoria das Inteligências Múltiplas
A Teoria das Inteligências Múltiplas enfatiza a importância de não se ver a inteligência como uma idéia unidimensional, mas sim como uma série de sete inteligências independentes. As sete inteligências habilitam o indivíduo a “executar transformações e modificações de suas percepções” e “a recriar aspectos das suas experiências” (GARDNER, 1983; p.183)
"Uma inteligência implica na capacidade de resolver problemas ou elaborar produtos que são importantes num determinado ambiente ou comunidade cultural. A capacidade de resolver problemas permite à pessoa abordar uma situação em que um objetivo deve ser atingido e localizar a rota adequada para esse objetivo"(GARDNER, 1995; p. 21).
Conforme GARDNER (1994) a teoria das inteligências múltiplas está baseada na capacidade que o ser humano dispõe para resolver problemas. Além disso, são consideradas inteligências universais, que podem ser analisadas em qualquer contexto sócio-cultural. Diz que se deve reconhecer que a inteligência pode ser abordada sob diferentes aspectos, não só correlacionados à lógica, matemática e memorização, mas, também, à fluência verbal e escrita, música, habilidades artísticas, entre outras. GARDNER (1994) coloca ainda que todos os indivíduos possuem diferentes tipos de mentes e o bom professor deve saber dirigir-se à mente de cada aluno da forma mais direta possível, visando reconhecer as forças pessoais de cada um.
Conforme Bonsucesso (1999), o professor, neste sentido, deve ser um antropólogo, observando seu aluno cuidadosamente, e um orientador, ajudando-o a atingir os objetivos que a escola estabelece.
Segundo Freire, “o educador que ‘castra’ a curiosidade do educando em nome da eficácia da memorização mecânica do ensino dos conteúdos, tolhe a liberdade do educando, a sua capacidade de aventurar-se. Não forma, domestica” (p.63). A autonomia, a dignidade e a identidade do educando tem de ser respeitada, caso contrário, o ensino tornar-se-á “inautêntico, palavreado vazio e inoperante” (p.69). E isto só é possível tendo em conta os conhecimentos adquiridos de experiência feitos pelas crianças e adultos antes de chegarem à escola.
Conforme GARDNER (1994) coloca que atualmente não se pode perpetuar a idéia de que todas as crianças aprendem do mesmo modo, ou seja, é preciso identificar diferentes modos de adquirir e representar conhecimento. Os indivíduos diferem na potencialidade de suas inteligências e também na forma como tais inteligências são invocadas e combinadas para executar diferentes tarefas, resolver problemas e progredir em diversas áreas.
2.1 O Papel da Escola
Para GARDNER, o papel principal da entidade educacional, ou seja, a escola, é reconhecer que cada indivíduo é impar, ou seja, único. Todas as inteligências são importantes para que o ser humano seja competente em suas habilidades e produtivo na sociedade com a utilização das mesmas. Sabe-se que as inteligências se manifestem de maneiras diferentes, em níveis de desenvolvimento diferentes. É importante avaliá-las e estimulá-las de maneira correta. O autor da teoria defende que é dever de todo educador identificar os pontos fortes e fracos de seus educandos, bem como reconhecer os que necessitam de mais auxílio em seu processo de aprendizado. Quanto à criatividade, dá uma ênfase especial, colocando-os como “talentosos” e “muito talentosos”.
“O maior desafio é conhecer cada criança como ela realmente é, saber o que ela é capaz de fazer e centrar a educação nas capacidades, forças e interesses dessa criança.”(GARDNER; p.21).
O educador deve estruturar suas aulas e os materiais por "caminhos alternativos", de modo que todos os educandos atinjam os objetivos pretendidos. Além disso, deve agrupar seus educandos de forma que as diversas inteligências se unam, complementando-se, se assim for possível. Para os educandos na infância, é importante o contato com materiais, equipamentos e até mesmo profissionais das mais diversas áreas, para realizarem experiências, facilitando num futuro a descoberta de seus “talentos”.
Já na adolescência, pode-se dizer que o processo é mais interiorizado, ou seja, não depende somente do contato externo com o meio e sim com o interior da essência do educando. É uma fase onde o jovem decide o seu futuro profissional e muitas vezes necessita de ajuda para escolher sua carreira a seguir. É uma tarefa um tanto complexa, considerando a maneira de como as inteligências, conforme GARDNER, interagem, podendo dificultar as escolhas. Para a escola ajudar o jovem adolescente em sua tomada de decisão, são necessários educadores com muito conhecimento pedagógico e principalmente psicopedagógico e um modelo educacional bem estruturado.
A Teoria das Inteligências Múltiplas foi desenvolvida por Howard Gardner em 1994, na qual todo o indivíduo possui um conjunto de inteligências identificáveis. Essas inteligências são: lingüística, musical, lógico-matemática, espacial, corporal-sinestésica, interpessoal e intrapessoal. Recentemente, adicionou à lista a inteligência naturalista e ainda têm pesquisado a existencial-espiritual, cujo teórico Emmons a defende, sendo considerada polêmica. Vide tabela.
Inteligência Características
Lingüística - Relaciona-se com as palavras, com a linguagem escrita ou falada.Usa-se está inteligência para ouvir, falar, ler, escrever e interpretar a linguagem. É um ponto forte no orador, no escritor, no político, no professor, nos especialistas em direito e em todas as pessoas que lidam criativamente com as palavras, que usam as palavras para convencer indivíduos e também para lembrar de informações e para dar explicações.
Lógico-Matemática -Trata do raciocínio dedutivo e indutivo, número e relacionamento. Ajuda a organizar, hierarquizar e sistematizar todas as coisas, encontrar ordem no caos. Auxilia ainda na capacidade de construir ou acompanhar cadeias causais, vislumbrar soluções de problemas, cálculos e transformações.
Musical- É a habilidade de reconhecer padrões sonoros, melodias, tons e ritmos. O indivíduo portador dessa habilidade possui grande sensibilidade a sons ambientais, voz humana e em reconhecer e utilizar instrumentos musicais. As pessoas dotadas dessa inteligência gostam de estudar música, de tocar instrumentos e aprendem facilmente qualquer assunto ouvindo.
Espacial - É a capacidade de representar o mundo internamente em sua mente. O indivíduo portador desta habilidade se locomove facilmente por lugares, encontra caminhos, observa pequenos detalhes, reconhece rostos, cenas ou objetos, interpreta imagens com facilidade. É a habilidade necessária para profissionais ligados à arte e às ciências.
Corporal-cinestésica - É a habilidade de usar o corpo inteiro ou parte de seu corpo para fazer algo ou simplesmente para gerar um tipo de produção. Expressam seus sentimentos através de movimentos e aprendem mais facilmente usando movimentos corporais.
Interpessoal - Responsável pelo relacionamento pessoa-a-pessoa. Habilidade de comunicar-se com os outros, de ter empatia por seus sentimentos e convicções. O portador desta inteligência compreende melhor os outros, seus sentimentos, estado de ânimo, temperamentos, motivações e intenções. Sabe a maneira de atingir seus objetivos em relação ao outro. É de grande importância para o professor.
Intrapessoal - Refere-se a compreensão de si mesmo, saber quem é, saber o que pode fazer, como reage às coisas, a fatos e o que deve evitar. Os portadores dessa inteligência tendem a não errar, pois conhecem seus pontos fortes e fracos. Administram os próprios humores, os sentimentos, as emoções e seus projetos.
Naturalista - Capacidade de entender e preservar o mundo. Nela estão relacionados todos os ecologistas, as pessoas que se preocupam com a natureza e com o ecologicamente correto.
Tabela: As inteligências e seus conceitos
Além das inteligências acima mencionadas, GARDNER (1995) menciona uma possível candidata à décima inteligência: a inteligência moral ou espiritual. Segundo ele, esta inteligência pode ser considerada como uma componente da inteligência pessoal, visto que o que é moral ou espiritual depende imensamente dos valores culturais ligados ao meio ambiente onde o indivíduo está inserido, não sendo classificada como uma inteligência à parte. Atualmente, GARDNER (1999) acrescentou à teoria duas inteligências: a existencial (fazer perguntas sobre a vida, morte, universo) e a naturalista (entender a natureza).
2.2 Processos de Ensino e Aprendizagem
Para GARDNER (1995), cada inteligência é um meio real de aprendizagem. Ao identificar-se que uma aflora mais do que outras dever-se-ia usá-la para desenvolver as demais. As escolas deveriam ser organizadas para trabalhar com as singularidades, permitindo que indivíduos mais capazes sigam em frente e que o maior número de educandos atinja o conhecimento básico tão eficiente quanto possível.
Segundo Freire, educar é construir, é libertar o ser humano das cadeias do determinismo neoliberal. É um “ensinar a pensar certo”. Os homens e as mulheres são os únicos seres capazes de aprender com alegria e esperança, na convicção de que a mudança é possível. Aprender é uma descoberta criadora, com abertura ao risco e à aventura do ser, pois ensinando se aprende e aprendendo se ensina.
Processo de Avaliação
GARDNER (1995) repudia qualquer testagem, como os testes de QI, para qualificar e quantificar a inteligência de um indivíduo. Afirma que a atribuição de um rótulo só prejudica o indivíduo na escola e na sociedade. Em uma educação centrada no indivíduo, dever-se-ia avaliá-lo em todos os seus domínios (habilidades), monitorar todos os aspectos da aprendizagem e produtividade e, principalmente, avaliar as aptidões para ajudá-lo a atingir seu potencial. Sugere avaliar o educando através do "processofólio", que significa avaliar o educando por toda a sua produção, avaliar todos os passos e avanços dessa produção, ou seja, as construções que fez.
4. A Inteligência Emocional
Atualmente a Inteligência Emocional, está sendo discutida em todo o mundo. Segundo GOLEMAN (1999), ela caracteriza a maneira como as pessoas lidam com suas emoções e com as das pessoas ao seu redor. Implicando e afetando diretamente diversos aspectos, tais como: autoconsciência, motivação, persistência, empatia, características sociais e liderança. GOLEMAN (1999; p.33) diz que: "Esta é uma alternativa de ser esperto, não em termos de QI, mas em termos de qualidades humanas do coração".
Defende-se que a Inteligência Emocional pode ser "aprendida" e deve ser equilibrada com a inteligência racional. Já há estudos constatando que quando o lado emocional não vai bem, o racional no mesmo instante se abala. Para tal, defende-se a busca do equilíbrio entre razão e emoção. DAMÁSIO (1996; p.64) confirma esta constatação quando diz que “... não vou negar que as emoções não controladas e mal orientadas podem constituir uma das principais origens do comportamento irracional".
Na atual sociedade globalizada a formação acadêmica privilegia a inteligência racional. Apenas esta visão da inteligência é avaliada e objetivada. Acredita-se que isso ocorre por não existirem mecanismos de avaliação dos aspectos emocionais dentro do processo de ensino e aprendizagem atual. O bom desempenho do educando não significa que o mesmo terá uma vida de sucessos pessoais e profissionais. Muitas pessoas que possuem uma alta capacidade intelectual não conseguem boas condições de vida na sociedade.
Para GOLEMAN (1999) a Inteligência Emocional pode ser treinada, visando melhorar também o desempenho intelectual. As pessoas devem aprender a ouvir mais e controlar seu temperamento nervoso. GOLEMAN (1999) diz que "Muitos indícios atestam que as pessoas emocionalmente competentes – que conhecem e lidam bem com os próprios sentimentos e com o de outras pessoas – levam vantagem em qualquer campo da vida, assimilando as regras tácitas que governam o sucesso na política organizacional".
A Inteligência Emocional é "medida" através do Quociente Emocional – QE. As pessoas que possuem um alto Quociente Intelectual – QI, mas um Quociente Emocional modesto possuem um ótimo desempenho em termos racionais, ma tornam-se insensíveis, inaptos em sua vida pessoal e profissional. Apesar de existir o termo QE ainda não existe nenhum tipo de teste como os de QI para avaliar a Inteligência Emocional. GOLEMAN (1999) afirma que cada profissional que deseja medir o Quociente Emocional deve criar a sua própria forma de avaliação.
Na Inteligência Emocional são colocadas algumas competências necessárias para que as pessoas possuam um bom nível de Quociente Emocional:
• autoconsciência: observar-se e reconhecer os seus próprios sentimentos;
• auto-revelação: construir confiança nos relacionamentos pessoais;
• empatia: reconhecer as diferenças com que as pessoas enxergam cada situação e que comportamentos adotam;
• comunicação: tornar-se um bom comunicador: saber ouvir, falar de sentimentos, questionar;
• intuição: identificar reações emocionais (próprias e das outras pessoas);
• auto-aceitação: reconhecer suas falhas e virtudes;
• lidar com sentimentos: compreender o que existe por trás dos sentimentos, e lidar com situações que envolvam medo, ansiedade, raiva e tristeza;
• lidar com tensão: aprender técnicas de relaxamento;
• responsabilidade pessoal: assumir responsabilidade sobre suas ações;
• assertividade: declarar sentimentos sem raiva ou passividade;
• dinâmica de grupo: trabalhar de forma cooperativa;
• solução de conflitos: saber solucionar conflitos interpessoais, lutando limpo com as outras pessoas.
• tomada de decisão pessoal: examinar e reconhecer as conseqüências de suas próprias ações;
4. Considerações Finais
Este artigo apresenta alguns conceitos sobre as Inteligências Múltiplas. Por ser uma área de estudo muito ampla, não foram abordadas todas as subáreas que a formam. Através das informações extraídas de diversos autores e livros que abordam o tema, fica difícil imaginar o determinado momento em que o cérebro humano atuará multifuncionalmente com suas inteligências. Podemos ressaltar o que GARDNER (1999) coloca: "Algumas inteligências são bem mais fáceis de simular no computador do que outras. Aspectos das inteligências musical e lingüística são facilmente simulados. As inteligências pessoal e corporal seriam mais difíceis".
Observa-se que a Inteligência Emocional está ligado com aspectos intangíveis do ser humano e sua complexibilidade é grande, visto não haver métodos para se medir a mesma. As competências citadas e estabelecidas são na verdade requisitos necessários para que o “homem” possa adequar-se às transformações que estão ocorrendo, e outras que ainda irão ocorrer nos próximos séculos ao Quociente Emocional e Intelectual.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BOMSUCESSO, Edina de Paula. Inteligências Múltiplas. 1999, disponível por WWW em http://www.ergon.com.br/intelig-multi.htm, consultado em novembro de 2005.
DAMÁSIO, Antônio. O Erro de Descartes: Emoção, razão e cérebro humano. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.GARDNER, Howard. Estruturas da Mente: a Teoria das Inteligências Múltiplas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994, 340 p.
GARDNER, Howard. Inteligências Múltiplas: a Teoria na Prática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995, 214 p.
GARDNER, Howard ___________. Entrevista. Revista Pátio. Disponível por WWW em http://www.abrae.com.br/entrevistas, 1999, consultado em dezembro de 2005.
GOLEMAN, Daniel. Entrevista. Disponível por WWW em http://www.abrae.com.br, 1999, consultado em novembro de 2005.
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Gestão de Sistemas Produtivos) em Joinville/SC. Possui Graduação em
Administracao de Empresas pela FURB, sendo especialista em Gestão
Estratégica de Negócios. Sólida carreira desenvolvida nas áreas de Gestão,
Comercial e Marketing, com forte atuação no gerenciamento de pessoas.
Responsável por vários processoes de implantação e gerenciamento de modelos
de gestão estratégica em organizações de diversos portes e segmentos, como :
B2B, B2C, BSC, CRM. Professora acadêmica desde 2001 lecionando Gestão da
Produção - PPCP, Metodologia de Projetos em BSC, Introdução a Administração,
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