Não estamos sozinhos
Tenho pensado muito sobre nossa espiritualidade, sobre nosso relacionamento com o que não é matéria, com o que é sutil, com o que não nos é visível a olho nu, mas que está todo tempo ao nosso redor
Quando estamos sozinhos, quando estamos com problemas, pessoas doentes ou que passam por alguma dificuldade, frequentemente pensam em Algo Maior.
Este Algo Maior, para alguns é Deus, para outros a Natureza, para outros ainda uma Força Maior que nos guia. Podem ser Anjos da guarda, gnomos, duendes, Santos da Igreja Católica e até mesmo nosso Eu Interior.
Independente do nome ou da crença individual de cada um, não estamos sozinhos. Estamos em evolução, num planeta em evolução, e devemos ter a consciência de que nada é por acaso, e de que tudo o que fazemos gera consequências.
Edward Lorenz, pai da Teoria do Caos, dizia que pequenos acontecimentos num ponto do planeta podem originar grandes mudanças no ponto oposto – o chamado efeito borboleta.
Jung desenvolveu o conceito de sincronicidade, explicando que acontecimentos não se relacionam por relação causal e sim por relação de significado. Jung também se referia à sincronicidade como "coincidência significativa". Acredita-se que a sincronicidade é reveladora e necessita de uma compreensão, e essa compreensão poderia surgir espontaneamente, sem nenhum raciocínio lógico. A esse tipo de compreensão instantânea Jung dava o nome de "insight".
Os esquimós acreditam que a natureza é controlada por espíritos poderosos. Os índios acreditam na existência de um mundo sobrenatural e em sua interação com o mundo natural, a pajelança nada mais é do que o ritual de mediação entre o mundo natural e o mundo sobrenatural.
Tudo o que foi colocado acima tem o intuito de mostrar diferentes interpretações de um mesmo fato : não estamos sozinhos. E para os que são ateus ou agnósticos, fica aqui uma pergunta bem prosaica : como explicar nossa intuição, como explicar quando temos um sexto sentido do que vai acontecer?
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Formada em Administração de Empresas, na adolescência busca o autoconhecimento fazendo terapia com diversos enfoques, priorizando as linhas de Jung e Piaget. Em 2000 procura se aprofundar no estudo do ser humano, participando do Processo Hoffman da Quadrinidade. Em 2010 faz sua Iniciação ao Coaching em São Paulo com o Trainer Coach Flávio Souza, membro do ICC - International Coaching Community, quando então inicia suas atividades como Coach Pessoal em Campinas. Conclui sua Formação de Coach na UCCIN - Universidade Corporativa de Coaching Independente com o Trainer Coach Ricardo Gameiro. Atualmente é membro associada da ACIN - Associação de Coaching Independente.Contatos através do email bom-conselho@hotmail.com







