15 de março de 2010, às 21h04min
O grande desafio: a revolução gerencial
Não há país subdesenvolvido, mas país subadministrado. Esta frase de Peter Drucker praticamente se transformou num lugar comum aqui no Brasil. Mas a questão crítica da inefetividade da gestão profissional subsiste teimosamente tanto na administração pública quanto no mundo das organizações privadas.
Historicamente, há um momento decisivo no processo de desenvolvimento econômico-social das nações, quando o crescimento da produção, a diversificação da economia e a sofisticação da tecnologia levam à obsoletização das concepções e métodos de gestão das empresas e do governo, tornando-os inadaptados à realidade. Pois hoje esse momento encontra-se justamente embutido nas dificuldades que o País atravessa: nas áreas econômica, financeira, social e política, mas fundamentalmente uma crise gerencial.
Grande parte das médias e até das grandes empresas ainda é gerida com conceitos e estilos de gestão familiar, não científicos. A quase totalidade das pequenas empresas vive aos trancos e barrancos, espremida entre a crise e os métodos artesanais e empíricos de direção. O Estado brasileiro, por seu turno, ainda está longe de ser um Estado moderno, mais parece um “Matusalém jurássico”, alimenta-se dos vícios e deformações de um processo histórico difícil e, em alguns casos, até anômalo. No bojo da crise geral, há uma grave crise de competência gerencial. Atuamos com tecnologia de ponta, mas com uma mentalidade de gestão da época do carro de boi.
O mundo das organizações, no campo público e privado, precisa passar por uma revolução gerencial que leve a economia e o Estado brasileiros a uma nova era de gestão científica, moderna e profissional. E a revolução gerencial é o grande momento histórico da Administração como ciência, dos executivos e empresários como seus operadores, e do mundo acadêmico de ensino e pesquisa como seus formuladores teóricos.
Promovê-la e realizá-la, eis o grande desafio que se coloca para a comunidade profissional dos administradores, para o conjunto das organizações e para o universo da sociedade.
wagners@attglobal.net
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Autor
Administrador e filho de Belmiro Siqueira, Patrono da profissão.
É membro da Academia Brasileira de Ciências da Administração, Vice-Presidente da Escolinha de Artes do Brasil.
É o atual Presidente do CRA/RJ - Conselho Regional de Administração do Estado do Rio de Janeiro
Foi Secretário de Administração e também Secretário de Assistência Social da Prefeitura do Rio de Janeiro.
Foi membro do Conselho Consultivo da FGV Empresa Junior.
Foi Presidente do Riocentro e Secretário de Assistência Social da Prefeitura do Rio.
Foi o responsável pela implantação e primeiro Presidente do IPLAN-Rio - Instituto Municipal de Planejamento da cidade do Rio de Janeiro.
Presidiu o Conselho Regional de Administração – CRA/RJ de 1983/1985 e de 1998/2003, onde atuou em defesa do mercado de trabalho da profissão e promoveu a criação de diversos serviços gratuitos para os administradores, tais como: a assistência jurídica, o banco de currículos e o serviço de orientação ao administrador.
Como presidente do Sindicato dos Administradores no Estado do Rio de Janeiro e da Federação Nacional dos Administradores, chegou a assinar anualmente acordos coletivos com mais de 30 empresas, destacando-se os de Furnas, Cedae, Cerj, BNDEs, Telefônica e Petrobrás.
No governo federal, foi Secretário de Modernização Administrativa do Ministério do Planejamento. Ocupou ainda os cargos de Diretor de Administração da EMBRATUR - Empresa Brasileira de Turismo, foi Membro do Conselho Nacional de Turismo/CNTur e Gerente de Administração e de Planejamento do BD Rio - Banco de Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro.
Presidiu órgãos estaduais como o IPERJ, hoje Rioprevidência, a FESP - Fundação Escola de Serviço Público, e foi membro do Conselho Estadual de Educação.
Professor Universitário e Consultor de Organização, publicou 4 livros sobre administração de empresas e 4 livros sobre política e ação legislativa.
É membro da Academia Brasileira de Ciências da Administração, Vice-Presidente da Escolinha de Artes do Brasil.
É o atual Presidente do CRA/RJ - Conselho Regional de Administração do Estado do Rio de Janeiro
Foi Secretário de Administração e também Secretário de Assistência Social da Prefeitura do Rio de Janeiro.
Foi membro do Conselho Consultivo da FGV Empresa Junior.
Foi Presidente do Riocentro e Secretário de Assistência Social da Prefeitura do Rio.
Foi o responsável pela implantação e primeiro Presidente do IPLAN-Rio - Instituto Municipal de Planejamento da cidade do Rio de Janeiro.
Presidiu o Conselho Regional de Administração – CRA/RJ de 1983/1985 e de 1998/2003, onde atuou em defesa do mercado de trabalho da profissão e promoveu a criação de diversos serviços gratuitos para os administradores, tais como: a assistência jurídica, o banco de currículos e o serviço de orientação ao administrador.
Como presidente do Sindicato dos Administradores no Estado do Rio de Janeiro e da Federação Nacional dos Administradores, chegou a assinar anualmente acordos coletivos com mais de 30 empresas, destacando-se os de Furnas, Cedae, Cerj, BNDEs, Telefônica e Petrobrás.
No governo federal, foi Secretário de Modernização Administrativa do Ministério do Planejamento. Ocupou ainda os cargos de Diretor de Administração da EMBRATUR - Empresa Brasileira de Turismo, foi Membro do Conselho Nacional de Turismo/CNTur e Gerente de Administração e de Planejamento do BD Rio - Banco de Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro.
Presidiu órgãos estaduais como o IPERJ, hoje Rioprevidência, a FESP - Fundação Escola de Serviço Público, e foi membro do Conselho Estadual de Educação.
Professor Universitário e Consultor de Organização, publicou 4 livros sobre administração de empresas e 4 livros sobre política e ação legislativa.
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