Considerações Iniciais Grandes jogadas institucionais neste novo século apontam para as necessidades de adoção de comportamentos mais flexíveis no relacionamento com o mercado e principalmente com a sociedade e o meio em que as empresas estão inseridas. Conceitos como responsabilidade social, comportamento ético frente à responsabilidade social do voluntariado, sustentabilidade e cidadania , ganham mais expressão em meio a cenários de crescentes turbulências, tornando se uma questão vital para o pensamento de “reconstrução” dessas estruturas organizacionais, onde este movimento e interação entre organização e sociedade devem ser conduzidos com máxima transparência. Sendo assim, a seguir veremos os conceitos de responsabilidade social e voluntariado, sua evolução no Brasil e as vantagens para o voluntário, para a empresa e para a sociedade dessa postura sustentável que esta cada vez mais presente no nosso dia a dia e que está sendo inserida na cultura brasileira, onde deixa de ser um diferencial competitivo para se tornar um requisito básico na escolha do consumidor e da sociedade. Responsabilidade Social As transformações sócio-econômicas dos últimos anos afetaram profundamente o comportamento das empresas que visavam exclusivamente os lucros. Se por um lado o setor privado tem cada vez mais lugar de destaque na criação de riqueza, por outro lado ele passa a ter uma grande responsabilidade no meio em que está inserido. Em função da capacidade criativa já existente, e dos recursos financeiros e humanos já disponíveis, empresas têm uma intrínseca responsabilidade social. Atualmente, a intervenção dos diversos atores sociais exige das organizações uma nova postura, calcada em valores éticos que promovam o desenvolvimento sustentado da sociedade como um todo. Antes de tudo, se faz necessário definir alguns conceitos para clarear e facilitar a compreensão do artigo e ter o máximo de aproveitamento. Sendo assim, o primeiro conceito que iremos tratar é o de Responsabilidade Social. Etimologicamente a palavra responsabilidade deriva do latim respondere, responder. Segundo o dicionário Michaellis, responsabilidade é “a qualidade de responsável”, que “responde por atos próprios ou de outrem”, que “deve satisfazer os seus compromissos ou de outrem”. O conceito de responsabilidade social deriva do termo “responsabilidade”, o qual, de uso tão comum, encerra sempre a idéia de prestação de contas: alguém deve justificar a própria atuação perante outrem (DUARTE e DIAS, 1985, p.51) Responsabilidade Social nas empresas significa uma visão empreendedora mais preocupada com o entorno social em que a empresa está inserida, ou seja, sem deixar de se preocupar com a necessidade de geração de lucro, mas colocando-o não como um fim em si mesmo, mas sim como um meio para se atingir um desenvolvimento sustentável e com mais qualidade de vida. De acordo com o Instituto Ethos (2007), A Responsabilidade Social é uma forma de conduzir os negócios da empresa de tal maneira que a torna parceira e corresponsável pelo desenvolvimento social. A empresa socialmente responsável é aquela que possui a capacidade de ouvir os interesses das diferentes partes (acionistas, funcionários, prestadores de serviços, fornecedores, consumidores, comunidade, governos e meio ambiente) e conseguir incorporá-los nos planejamentos de suas atividades, buscando atender às demandas de todos e não apenas dos acionistas ou proprietários. Segundo Chiavenato (2004, p. 112) “Responsabilidade Social é o grau de obrigações de uma organização em assumir ações que protejam e melhorem o bem estar da sociedade na medida em que ela procura atingir seus próprios interesses.” Para Barbosa e Rabaça (apud TENÓRIO, 2006, p. 25), “Responsabilidade Social surge de um compromisso firmado pela organização, por meio do qual sua participação deverá ser maior que a simples geração de postos de trabalho e pagamento de impostos.” Kroetz (2003 p. 06) completa, O conceito de responsabilidade social corporativa pressupõe que a organização não seja somente um agente econômico, produtor de riqueza e gerador de lucros, mas, também, um agente social, com participação e influência sobre o seu entorno. Tendo como objetivo não só o retorno ao acionista, mas também a geração do bem-estar, o desenvolvimento da comunidade onde atua, a sua colaboração na preservação do meio ambiente e a criação de condições de trabalho favorável. Conhecendo o conceito de responsabilidade social, vale salientar que uma empresa que deseja ser considerada como socialmente responsável não basta construir uma creche ou um posto de saúde na sua comunidade, a sua generosidade em nada adiantará se, ao mesmo tempo, estiver poluindo o único rio local ou utilizando matéria-prima produzida em fábricas irregulares, que empregam trabalho infantil em condições insalubres ou perigosas. É necessário que as organizações compreendam que não há responsabilidade social sem ética nos negócios, além disso, representamos um importante papel na sociedade, então o bom exemplo e a transparência nas ações são fundamentais. A responsabilidade social visa a construção de relacionamentos éticos e transparentes com todos os púbicos, estabelecendo objetivos compatíveis com o desenvolvimento sustentável e preservando os recursos ambientais e culturais para as gerações futuras. Sendo assim, fica claro que a ética é um dos principais conceitos que devem ser observados pelas organizações que desejam se firmar como socialmente responsáveis. Para o enquadramento de uma empresa ou entidade, como eticamente responsável, ela deve se comprometer e obedecer à ética organizacional e programar esse objetivo na sua cultura e enquadrar nos seus princípios, incentivando a todos os envolvidos a participarem desse processo. Evolução da Responsabilidade Social no Brasil A partir da década de 80 encontramos mudanças radicais e singulares, não apenas pelo reflexo da velocidade da informação presente nas várias dimensões da sociedade, mas principalmente pela integração dos mercados financeiros e o crescimento singular do comércio internacional, o que viemos a chamar de globalização. Porém, o tema é consideravelmente novo no Brasil e, embora existam alguns livros e artigos publicados desde 1967, o assunto ainda precisa bastante explorado. As primeiras manifestações envolvendo empresários, comunidade, políticos e meios de comunicações só aconteceram em 1996, através do Herbert de Souza, fundador do IBASE[1], com apoio da Gazeta Mercantil, que lançou campanha convocando os empresários a um maior engajamento social e apresentou a idéia da elaboração e da publicação do Balanço Social Brasileiro (embora este instrumento já fosse utilizado na França desde 1977) e, a partir daí, o tema começou a se destacar no meio empresarial, principalmente com a criação, em 1998, do Instituto Ethos – Empresas e Responsabilidade Social, que elaborou material para ajudar as empresas a compreenderem e incorporarem o conceito da responsabilidade social no cotidiano de sua gestão. No Brasil, de certo o processo foi mais lento que na Europa e Estados Unidos. No entanto, com o fim do regime militar e da repressão política, o Brasil verifica uma explosão de organizações civis. O exercício da cidadania, até então reprimido, ganha novo impulso através da sociedade civil organizada, a qual naquele momento passa a atuar ativamente na promoção de políticas de cunho social. No Brasil, o movimento de apoio à responsabilidade social, ganha impulso a partir dos anos 90 e é conseqüência do surgimento de um sem-número de organizações não governamentais, assim como do crescimento não igualitário dos anos do “milagre econômico”. Assim, a Responsabilidade Social vem ganhando cada vez mais espaço no cenário empresarial brasileiro e as empresas vêm recebendo cada vez mais incentivo e apoio para a prática desta nova modalidade de gestão. Atualmente, o Brasil é o país da América Latina com mais consciência e discussão, inclusive na imprensa, em torno das empresas como papel de agentes de transformação social. Para buscar a responsabilidade social as empresas precisam, em primeiro lugar, desenvolver uma visão integral de futuro, não somente incorporada à comunidade, mas, também, à sociedade e ao país, num sentido mais amplo. Em segundo lugar, que emirja uma nova forma de organização, que promova lideranças internas, que venham a contribuir e a reforçar a missão que identifica a empresa e a descentralização dos níveis de autoridade, melhorando a produtividade empresarial. Em terceiro lugar, sua projeção interna e externa, que mobilizará não só o dinheiro e equipes: seus aportes se produzem, também, em recursos humanos e profissionais, dando tempo para que os próprios trabalhadores apliquem seus conhecimentos nas atividades que se desenvolvem na sociedade. Vantagens de Ser Uma Empresa Social Que a sustentabilidade, vista como o equilíbrio entre os resultados econômicos, ambientais e sociais, agrega valor ao negócio até os mais céticos analistas de gestão são capazes de concordar, sendo assim, cada um deve se atentar para as suas responsabilidades. Com as empresas não é nada diferente, ou seja, ser uma empresa sustentável é uma via de mão dupla, pois ao mesmo tempo em que a empresa está contribuindo com a sociedade, ela também se beneficia. Toda empresa utiliza de maneira direta ou indireta os recursos naturais. A partir do momento que uma organização adota uma postura sustentável, ela passa a utilizar estes recursos de maneira mais racional. Algumas atitudes, por mais que pareçam pequenas, podem ajudar a diminuir diversos impactos ambientais. Uma empresa exerce grande influência social e a partir do momento que se compromete a oferecer produtos, prestar serviços e adotar atitudes diferenciadas, deixa claro qual é a sua postura dentro da sociedade. Do ponto de vista econômico, ser uma empresa sustentável pode ser também bastante lucrativo. A começar pelos recursos naturais, se você utilizá-los da melhor maneira, pode ter menos gastos, ou se passa a reaproveitar alguns materiais, também pode evitar desperdícios. Sem contar que hoje o governo já oferece para as empresas sustentáveis diversos incentivos fiscais como a facilidade de créditos e a isenção de determinados impostos. Essas vantagens são atribuídas também às pessoas envolvidas na organização e em todo o processo de responsabilidade social. Surge então o funcionário cidadão e o trabalho voluntário em busca de uma parceria com a organização na busca da melhoria do meio em que estão inseridos. Trabalho Voluntário Ser voluntário é doar o tempo para causas de interesses sociais. A ação voluntária requer preparação e responsabilidades. O voluntariado é uma forma de participação cidadã, da qual todos os indivíduos, sem restrição física, social, de escolaridade ou financeira, podem participar. O papel dos voluntários, antes tido como filantrópico e assistencialista, hoje representa um marco de transformação social que amplia o alcance desse serviço em diferentes atividades e agrega valores. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), no Manual do Voluntário: “o voluntário é o jovem ou adulto que, devido ao seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte de seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem-estar social ou outros campos”. No Brasil, a Lei 9.608 de 18 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre os serviços voluntários, define o voluntariado como o trabalho não-remunerado realizado por pessoas físicas, que não gera nenhum tipo de vínculo empregatício, obrigações trabalhistas ou previdenciárias. O voluntário é aquele que está disposto a olhar o outro, importando-se com ele e fazendo algo de bom pela pessoa que pretende ajudar, doando para isso seu tempo, trabalho e talento. Em situações de desastres, os voluntários, devidamente capacitados e em sintonia com os órgãos oficiais responsáveis, podem contribuir trazendo novas idéias, executando tarefas, exercendo funções específicas e, principalmente, multiplicando esforços. Por canalizar esforços de pessoas de diferentes áreas e diferentes níveis hierárquicos num propósito comum, muitos voluntários concordam que as ações de voluntariado derrubam quaisquer barreiras impostas pela rotina do trabalho. Além disso, estimulam o sentimento de equipe, o que propicia uma integração ainda maior. Voluntariado no Brasil Desde nossa colonização temos trabalho voluntário no Brasil, só que com características e objetivos diferentes, e o que é interessante é que ele sempre foi importante para a sociedade. A caridade, o assistencialismo, e a militância política deram lugar à solidariedade, ao desejo de fazer o bem, ao exercício de cidadania. O trabalho voluntário nos últimos 10 anos assumiu um significado muito especial e significativo, pois de um caráter muito mais voltado para a caridade e o altruísmo, o trabalho voluntário passa a ter uma característica de vontade de mudança e transformação. Esta característica está muito ligada, talvez, a um sentimento de responsabilidade e de culpa que, entre outros, contribuíram para o nascimento da visão de responsabilidade social. Um breve histórico do trabalho voluntário na Brasil, para termos uma idéia de sua evolução e de sua compreensão atual. Séc. XVI – primeiras manifestações de assistência social, baseadas em princípios da caridade cristã.Segunda metade do séc. XIX – “cruzada filantrópica” em vista da disseminação de doenças contagiosas (órfãos, alienados, inválidos, delinqüentes), trabalho essencialmente feminino com enfoque na caridade.A partir de 1930 – conceito de filantropia – a partir da transferência do Estado para a sociedade civil da atenção social à grande massa de trabalhadores sem carteira assinada.Final da década de 50 – movimentos sociais reivindicatórios estruturam organizações, sofrendo retração de 1965 a 1980 por influência do Estado.Anos 80 – co-responsabilidades das questões sociais entre Estado, sociedade civil (ONG´s, Fundações e empresas).Anos 90 – voluntário é o cidadão motivado pela solidariedade e participação em prol de causas de interesse social e comunitário. Segundo Lima(2010), O caráter de mudança e ajuste social, que o trabalho voluntário propõe atualmente, não há dúvida de sua importância, pois que esse movimento de pessoas que se dispõem a ajudar, pressupõe um movimento de mudança de atitude e, portanto, mudança de ética, já que ela – orientadora da conduta individual e social – é o determinante de fato do quadro de exclusão. Além da importância natural que têm os esforços voltados ao trabalho e aos estudos em busca de desenvolvimento acadêmico e profissional, ganha cada vez mais relevância no currículo o campo dedicado aos trabalhos voluntários. Um dos motivos para que isso ocorra é a preocupação das próprias empresas com o conceito de sustentabilidade. Pela lógica das empresas, se elas querem ser bem vistas do ponto de vista sócio-ambiental, é essencial que seus funcionários dêem o exemplo primeiro. Ética no Voluntariado O trabalho solidário, por meio do voluntariado, respeita valores, regras e princípios éticos, como em qualquer profissão. Todo voluntário possui uma motivação e, independente desta, é essencial integrar responsabilidades e ética na função a ser executada. Sobre isso, Srour (2000, p.51) afirma: Os dispositivos que compõem os códigos morais traduzem valores, princípios, normas ou idéias e vão sendo aplicados pelos agentes a situações concretas. Funcionam, portanto, como receituários, compêndios de prescrições ou manuais a seguir nas mais diversas ocorrências. Ao optar por assumir esse papel de voluntário, o cidadão deve ter em mente que em conjunto a isto deve adotar uma postura ética que esteja de acordo com o papel que ele está se propondo a exercer. De acordo com Srour apud Souza (2000, p. 57), “a ética não é uma etiqueta que a gente põe e tira, é uma luz que a gente projeta para segui-la com os nossos pés, do modo que pudermos, com acertos e erros, sempre e sem hipocrisia”. Esse conceito confirma a importância da ética em todos os momentos, seja ele profissional ou pessoal, e no trabalho voluntário a ética deve estar sempre alinhada de acordo com o objetivo do bem social para que o trabalho tenha sentido e resultados satisfatórios para a sociedade. Sobre isso, Neto e Froes (2001, p. 15) afirmam, “A ética da responsabilidade social veio para superar os efeitos perversos da ética da irresponsabilidade social, dos globalismos ideologizantes, do domínio do dinheiro em estado puro e consumismos desenfreados.” Com isso percebemos que não basta apenas ter a idéia de adotar uma causa social, para ser um voluntário devemos adotar a ética como fonte de princípios e como um caminho que devemos seguir diariamente em busca dos objetivos sócias. Benefícios do Trabalho Voluntário O voluntariado tem um impacto significativo e positivo na comunidade. Mas também traz vantagens para o próprio voluntário. Pode trazer: maior estabilidade emocional, possibilidade de fazer o que realmente gosta, oportunidade de fazer novas amizades e ampliar o seu círculo de relacionamentos, descoberta de novas potencialidades, que não havia percebido antes, mudanças de pontos de vistas sobre o seu próprio valor, melhorando inclusive a auto-estima, opções de impulsionar sua carreira, entre outros. O voluntariado é uma excelente ferramenta para ajudar a desenvolver sua comunidade e causar um impacto positivo na qualidade de vida das pessoas. Peter Drucker, certamente o maior consultor do século, há décadas já dizia que o funcionário que presta serviços voluntários, por ser solidário à dor do próximo, é mais produtivo. Cada vez mais comum nas entrevistas de emprego e estágio, o questionamento sobre a realização de trabalhos temporários ou mesmo voluntários são muito importantes para descrever o perfil de um candidato. Isso porque a impressão passada é de que o profissional investe parte do seu tempo em outras pessoas e possui qualidades como facilidade de relacionamento interpessoal e capacidade de ouvir. Mas o principal aspecto positivo dessa ação é que o candidato não é acomodado. Ele realiza ações importantes – mesmo não ganhando para isso – e deixa claro que seu objetivo não é apenas o salário, mas também o projeto que realiza. Mas não é apenas pela melhoria da forma como a empresa é vista perante a sociedade que faz do voluntariado algo valorizado. Esse tipo de iniciativa leva o profissional a desenvolver valores como iniciativos e trabalho em grupo, o que é útil especialmente para pessoas em início de carreira cuja pouca experiência pode limitar a disputa por vagas. Outra habilidade desenvolvida por profissionais engajados em causas voluntárias é a de alcançar objetivos por meio da gestão de recursos escassos, característica inerente a grande parte dos projetos sociais. Para as empresas, é ótimo ter colaboradores com esse perfil, pois eles são capazes de fazer a diferença em situações em que a maioria não reage. Já os candidatos, precisam estar atentos ao fato de que o voluntariado exige tempo de dedicação, freqüência e disponibilidade. Existem inúmeras vantagens para as pessoas que desenvolvem um trabalho voluntário que podemos citar, porém a maior vantagem que pode ser percebida é a de que o voluntário está caminhando de mãos dadas com a sociedade em busca de um mundo melhor. Considerações Finais Muita gente não dá tanta credibilidade ao trabalho voluntário. Entretanto, quem já participou de uma atividade como essa sabe o quanto é gratificante. Além de gerar benefícios pessoais, este é o tipo de ação que pode contribuir para o seu crescimento profissional. No caso da empresa, a marca fica fortalecida, a produtividade aumenta e os funcionários passam a se comprometer ainda mais, resultando na conquista de um número maior de clientes. Além disso, o voluntariado favorece o trabalho em equipe e deixa o ambiente na organização mais agradável. Para o empregado, ele promove a possibilidade de trabalho em grupo, desenvolvendo várias habilidades, como capacidade de resolver problemas e de propor soluções. Outra vantagem do trabalho voluntário é que ele pode enriquecer o seu currículo e abrir portas para um novo emprego. Apesar de tudo, os verdadeiros beneficiados são aqueles que recebem este tipo de ação. Por isso, não deixe de ajudar, pois não há forma melhor de fazer bem a si mesmo, do que fazendo o bem a outras pessoas. Assim, finalizo este projeto mostrando que a responsabilidade social e o trabalho voluntário estão caminhando juntos nesse processo de sustentabilidade e que com o empenho de todos na busca do bem comum, podemos viver em uma sociedade cada vez melhor. REFERÊNCIAS CHIAVENATO, Idalberto. Introdução À Teoria Geral da Administração. São Paulo: Campus, 2004. DUARTE, Damasceno; DIAS, José Maria. Responsabilidade Social: A Empresa Hoje. Rio de Janeiro – RJ. São Paulo – SP: Brahma, 1985. INSTITUTO ETHOS DE EMPRESAS E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Ferramentas de gestão. Disponível em: http://www.ethos.org.br. Acesso em 26.09.2011 JORNAL VERDE E LUZ. http://www.espirito.org.br/portal/artigos/verdade-e-luz/vantagens-do-trabalho.html. Acesso em 25.06.2011 KROETZ, Cesar Eduardo Stevens. Balanço Social: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2000. LIMA, Paulo de Abreu. Trabalho Voluntario. http://www.partes.com.br/ed29/cotidiano. Acessado em 23.09.2011 MAIA, Paulo Leandro. Introdução à Ética e Responsabilidade Social: Administração e Ciências Contábeis. São Paulo: Leud, 2007. NETO, Francisco P. de Melo e FROES, César. Gestão da Responsabilidade Social Corporativa: O Caso Brasileiro. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001. SROUR, Robert Henry. Ética Empresarial: Posturas responsáveis nos negócios, na política e nas relações pessoais. Rio de janeiro: Campus. 2000. TENÓRIO, Fernando Guilherme et al. Responsabilidade Social Empresarial: Teoria e Prática. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006. [1] IBASE- Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas