Sua empresa já iniciou os debates para desenvolvimento dos projetos para 2.011?
Janeiro de 2.011 não é um mês para debates, mas para ações efetivas, com o planejamento estruturado e as táticas entendidas. É o mês para implementação.
Os questionamentos seguem duas vertentes: O desempenho foi ruim ou as metas é que foram exageradas?
Para entender como foram traçados os planos não é necessário muito tempo. Todos preparados no apagar das luzes de 2.009, sem debates e pro-forma. Ocorre que ao observarem reais oportunidades no decorrer do ano investiram, mas sem que a exploração tivesse sido adequadamente planejada.
Uma entrevista com os gestores mostra que todos os anos a situação é a mesma. Entraram em um círculo vicioso que não conseguem romper.
Para muita delas, setembro é um mês importante para reflexões e debates. Um momento para a direção da empresa definir os rumos da organização, avaliar os resultados, observar criticamente o mercado e desenhar cenários mercadológicos.
São as definições globais que permitirão aos gerentes refletirem sobre seus objetivos, estabelecerem seus compromissos e analisarem os recursos que necessitarão para exploração dos novos cenários. O mês de outubro deve ser dedicado a essa tarefa.
Em novembro prepara-se o plano anual com todos os demonstrativos econômico-financeiros que são colocados para análise crítica e tomada de decisão.
Dezembro é o mês para divulgação e preparação para o lançamento. Feiras já deverão estar programadas e os materiais e stands definidos.
Todos os cenários merecem uma rigorosa avaliação, pois demandam investimentos, disponibilização de recursos, importações, compra de equipamentos e preparação do plano de contratação e treinamento.
Janeiro de 2.011 não é um mês para debates, mas para ações efetivas, com o planejamento estruturado e as táticas entendidas. É o mês para implementação.
Iniciar os debates em setembro permite, no mínimo, desenvolver contatos para contratação de profissionais e cotações de equipamentos e materiais que poderão integrar a expansão da organização.
Adiar essas tarefas é a garantir a manutenção do círculo vicioso. Rompê-lo não é tarefa simples.
Estudiosos afirmam que nas empresas não faltam planos, mas efetivas ações de implementação. Por que isso ocorre?
Simplesmente porque dedicamos pouco tempo para reflexão e desenvolvimento das táticas. Planos devem ser mais do que um pacote de boas intenções.
Neste momento, vendedores que completam o ciclo de giro em suas áreas em 45 dias terão mais duas oportunidades para obter resultados. Aqueles que não atingiram suas metas deverão repensar suas ações e buscar apoio e orientação para o próximo ano. Seus gerentes devem se concentrar nas avaliações para que possam ajudá-los nas correções.
Reflexão é fundamental para corrigir erros e potencializar os acertos. Organizações são reativas, copiam a acompanham as vencedoras, dessa forma ações que geraram resultados este ano poderão não contribuir da mesma forma em 2.011.
Em mercados altamente competitivos a manutenção do sucesso está na capacidade de seus gestores tornarem suas próprias organizações obsoletas e no desenvolvimento de trabalhos de prospecção de clientes e oportunidades de negócios.
Esteja certo de que se você não o fizer alguém o fará.
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Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Autor dos simuladores
Simulador de resultados adotando premissas
Cálculo de Prospecção de Clientes para Metas e Cotas de Vendas
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
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Economista, contador, pós-graduado em controladoria pela USP.
Vivência em empresas nacionais, multinacionais americanas e européia de lingotamento de aço, equipamentos siderúrgicos, retroescavadeiras e tratores agrícolas, lentes e armações de óculos, equipamentos de medição de calor, pilhas alcalinas, vestuários, refrigerantes, ferramentas diamantadas , cerâmicas, bebidas quentes, plásticos reciclados, hotelaria e injeção de plásticos.
Executivo nas áreas fabril, administrativa/financeira, marketing e vendas.
Escreve artigos com foco nos aspectos econômicos e de gestão das empresas para jornais e revistas.
Consultor de comunicaçao e gestão, palestrante, escritor e articulista.
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