Temperatura Máxima: O que você queria saber sobre as Pesquisas de Clima Organizacional
Como o sentindo das palavras motivação e satisfação são muito subjetivos, pode-se, então, questionar: como mensurar sentimentos tão pessoais e abstratos? Essa medição se dá, justamente, através da pesquisa de clima organizacional, que tem como função principal ouvir os clientes internos da organização pesquisada.
Poucos são os livros e publicações que se referem, exclusivamente, ao tema clima organizacional ou, como também chamados clima interno e clima psicológico. A maioria das referências traz um conceito de clima associado ao tema cultura organizacional, fazendo apenas pequenas considerações sobre o tema clima organizacional.
Assim como na Medicina, na Administração os gestores que estão a frente das organizações necessitam de instrumentos de diagnósticos para, então, poderem tomar decisões mais acertadas. O que seria do médico hoje sem um aparelho de raio-X, um aparelho de ultra-sonografia ou um equipamento de tomografia computadorizada? Certamente essa tecnologia vem beneficiando a medicina a obter diagnósticos mais precisos e, conseqüentemente, a salvar mais vidas.
Pode-se, então, dizer que uma pesquisa de clima organizacional é uma ferramenta que o administrador possui de diagnosticar “doenças organizacionais” e, com isso, salvar a vida de suas empresas. É uma cintilografia (Técnica de exame que permite a visualização de órgão interno pelo mapeamento automático da distribuição espacial de isótopos radioativos dentro do corpo) da organização.
É bom deixar claro que não existe fórmula mágica para melhorar o clima interno de uma empresa, a pesquisa de clima organizacional é apenas uma ferramenta, importante, é bem verdade, porém se faz necessária a continuidade do processo e a implementação de algumas ações.
Vale salientar, também, que cada empresa possui suas particularidades, ou seja, o que dá certo em determinada organização pode não dá certo em outra. Como afirma Handy, é importante perceber que cada uma das culturas, ou maneira de gerir as coisas, é boa – para alguma coisa. Nenhuma cultura, ou combinação de culturas, é ruim ou errada em si, apenas inadequada para as suas circunstâncias.
A pesquisa de clima organizacional serve, principalmente, como um ponto de partida para a busca de uma qualidade constante na satisfação de seus colaboradores, pois qualquer empresa que pretenda crescer, precisa antes construir alicerces fortes - e a motivação dos colaboradores é um fator indispensável para esta base.
Se quiser obter mais informações sobre como implementar uma pesquisa de clima organizacional em sua organização, entre em contato comigo, eu terei o maior prazer em contribuir. Um forte abraço e boa semana de trabalho!
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Professor, pesquisador e prático de administração, com ênfase em marketing, com atuação há mais de 10 anos no setor de saúde suplementar.
Formação Acadêmica
Doutorado em Administração, pela Universidad Nacional Misiones, Argentina (2009); Especialização em Marketing: Gestão de Clentes, pela Universidade Gama filho, RJ (2005); Especialização em Gestão de Pessoas, pela UNIFOA, RJ (2003) e Graduação em Administração Geral pela Faculdade de Alagoas (2002),
Experiência Profissional
Gerente de Marketing da Santa Casa de Maceió (2006 aos dias atuais), maior hospital de Alagoas, Acreditado pela ONA e referência nacional com prêmios como o de Sustentabilidade Financeira, pela IstoÉ Dinheiro (BDO e Economática) e o de Hospital Referência, pela Saúde Business (IT Mídia - Deloitte); Conselheiro Efetivo do Conselho Regional de Administração de Alagoas (2009 aos dias atuais); Gerente de Negócios da CASSI (Plano de Saúde do Banco do Brasil (2003 a 2006); Diretor da União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (2004 a 2006); Diretor de Marketing da CEO Consultoria (2005 a 2006); Propagandista da EMS Sigma Pharma SA (2000 a 2003).
Experiência Acadêmica
Professor Adjunto na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade Federal de Alagoas (2010 aos dias atuais); Professor Adjunto da Faculdade de Alagoas (2004 a 2011); Professor Visitante do Centro Universitário CESMAC, atuando em cursos de pós-graduação na área de gestão (2008 aos dias atuais); Professor Visitante da Faculdade Integrada do Recife, lecionando a disciplina Marketing e Comunicação em Serviços de Saúde para o Curso de Pós-graduação de Gestão de Serviços em Saúde (2007); Professor Local da FAN, conveniada FGV em Alagoas, lecionando a disciplina Marketing Empresarial, no Curso de Pós-graduação em Administração de Empresas (2010 aos dias atuais).
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