Um idioma é pouco nos dias de hoje

Hoje, exigir o domínio de uma língua é considerado pouco entre os requisitos que realmente contam no mercado de trabalho. Mesmo com a globabilização ou a internacionalização das economias que tornou a língua inglesa como a oficial no mundo dos eventos e dos negócios em qualquer lugar, outros idiomas também estão em alta, como o espanhol, francês, alemão, mandarim e japonês, tanto que muitas empresas solicitam entre os intens de avaliação, numa seleção ou promoção, junto com competências, formação acadêmica, experiência, reciclagem e aprimoramento, saber falar uma terceira língua.

Quanto a fluência do inglês, o que acontece atualmente, segundo Paula Grzybowski, dirigente da Challenges Idiomas, que fica nos Jardins, em São Paulo, são as solicitações de novos produtos, ou o aperfeiçoamento do idioma em algumas áreas mais específicas. Por exemplo, uma grande empresa de advocacia solicitou um treinamento em inglês para secretárias que atendem clientes internacionais também pelo telefone.

“Cerca de 50 secretárias estão participando do treinamento, que acontece três vezes por semana. O grupo foi dividido em turmas menores conforme o nível de conhecimento do idioma. Nesta empresa, as secretárias quando conversam com os clientes, principlamente ao telefone, precisam de orientação e qualificação. Elas são consideradas fundamentais no fechamento dos negócios, pois acabam sendo a porta de entrada da empresa”, explica Paula.

Existe uma procura expressiva por aulas individuais e para pequenos grupos, tanto por parte das empresas como de estudantes e profissionais liberais em busca de mais conhecimento em línguas. As aulas acabam sendo mais do que necessárias mesmo em momentos de contenção de verba e de crise, já que em muitas circunstâncias, o aperfeiçoamento de um idioma pode ser o grande diferencial.

A fluência de idiomas ajuda a romper fronteiras e cria condições para aberturas no âmbito cultural, no desenvolvimento pessoal e profissional de todos, portanto é preciso estar atento com a formação e atuação dos professores de línguas estrangeiras. Eles são os responsáveis pela forma de transmitir o conteúdo, escrita e pronúncia, através de aulas dinâmicas, com assuntos que interessam cada aluno. Para a especialista Paula Grzybowski só assim é possível criar vínculos e conseguir prender a atenção do aluno. “Nós somos uma empresa voltada ao ensino de idiomas que precisa investir constantemente em treinamento, motivação e avaliação da equipe para manter a qualidade e a credibilidade num mercado exigente e com muitas opções”, conclui.


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