A busca pela realização se dá pela valorização da empresa na qual trabalha. O que acontece em certa etapa da vida profissional é que o gestor não vê a capacidade de seu funcionário, e em muitos casos o mesmo pode se frustrar e perder o ânimo de seguir em frente. O profissional quer sentir que dentro da empresa, ele tem valor, que seu trabalho se torne um diferencial, não quer ser apenas uma pessoa qualquer, que executa um trabalho automático, que não precisa pensar pra fazer, apenas executar o que foi ordenado e nada mais. Se o profissional não está satisfeito com a empresa, o próximo passo para o profissional será procurar outras empresas, desafios maiores em que coloquem em prática suas habilidades e competências. Tentar algo novo, desafiador e que possa mostrar do que é capaz. O que o profissional deseja, é ser reconhecido pelo seu trabalho, pela sua capacidade de realizar as coisas o que lhe foi confiado. A realização vem através das necessidades de cada indivíduo, elas precisam estar satisfeitas. A necessidade de realização se baseia na pirâmide de Maslow, começando da base onde se encontram as necessidades mais básicas, as fisiológicas. Maslow explica que quando as necessidades mais baixas estão satisfeitas, logo passa para a camada superior, até chegar ao topo da pirâmide, onde está localizada a auto realização. Depois das necessidades básicas estarem completamente satisfeitas, como aceitação, relacionamento com o grupo entre outros, o indivíduo quer se destacar, quer ter status, quer ser reconhecido e obter mérito pelas atividades que realiza. É estimulado por vontade própria a buscar mais e se profissionalizar, para estar sempre satisfeito, levando-o assim de forma crescente à auto realização. Tendo essa necessidade suprida, o indivíduo desenvolve/ trabalha de maneira mais eficaz e feliz, trazendo também ótimos resultados para a empresa. Muitas empresas perdem seus funcionários pelo simples fato de não saber demonstrar para eles, como o trabalho dele está sendo importante para a organização. Perguntar se está tudo certo, como vai o trabalho, mostra interesse por parte da organização. Todos buscam a realização profissional. Ninguém quer fazer um trabalho que não esteja disposto a fazer, por isso deve gostar do que faz e estar motivado. Dinheiro já não é mais fato motivacional, não impulsiona mais o funcionário e o desempenho depende agora apenas de que o profissional trabalhe de forma satisfatória, de forma que contemple seu ego. Por isso a empresa deve ter uma boa harmonia com o funcionário para que possam se alinhar e trabalharem lado a lado. Um erro grave nas empresas é que pensam de forma errônea, de que o profissional precisa apenas executar a tarefa que lhe foi designado, que parabenizá-lo não está em questão. Esse pensamento não está certo, é passado, pois se o profissional é visto com bons olhos, ele deve estar ciente disso, pois se não tem um feedback, fica difícil estar motivado e saber o que está acontecendo. Fazer críticas, olhar os aspectos negativos sobre o trabalho e comportamento das pessoas é muito fácil, só que reconhecer o valor, o trabalho e a contribuição de cada um perante a empresa, já se torna uma tarefa um pouco mais difícil. Um elogio apenas pode fazer toda a diferença.