1 Introdução Analisar o comportamento do consumidor na compra de Empresas Familiares do mesmo grupo, pois terá uma cultura igual em diferentes segmentos e tendo então que conseguir analisar diferentes situações. Analisar as formas de pagamentos, serviços, entregas, nível de satisfação dos clientes, público alvo que deseja atingir para conseguir se superar em diferentes mercados e superando seus concorrentes. No entendimento de Lindstrom (2009), diante da globalização e da concorrência cada vez mais competitiva, conhecer a lógica do consumo tornou-se uma questão de sobrevivência no mundo empresarial. Para atender às necessidades do público-alvo é necessário, primeiro, conhecer profundamente como funciona o consumo em seus mais diversos aspectos. Salomon (2011) relata que existem muitos conflitos na cultura de empresas familiares, pois por ter a gestão geralmente por familiares e tendo uma cultura muito forte e muitas vezes sem desejar mudança ou sem enxergar a necessidade, precisando se adaptar para conseguir manter seu mercado ou abranger ainda mais, tendo então a possiblidade de perder seus consumidores. O estudo comportamento de consumo tem sido um dos aspectos de maior importância para a tomada de decisões empresariais. Identificar os pontos mais relevantes que influenciam o comportamento do consumidor pode significar a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma organização. De acordo com o contexto surgiu a seguinte problemática: como o comportamento do consumidor influencia os gestores de empresas familiares na tomada de decisão? Neste sentido, o estudo objetiva analisar a influência do consumidor para a tomada de decisão dos gestores. 2 O comportamento do consumidor Secco et al., (2014) relatam que é necessário que a empresa tenha conhecimento do que o consumidor almeje comprar para alcançar esse desejo de compra, para isso é preciso desenvolver estratégias para sondar a necessidade do consumidor, fazendo então pesquisas que vai mostrar o que está pretendo consumir ou em quando vai poder consumir para que nesse período possa chegar até o consumidor alguma informação ou mensagem que vai despertar o interesse do mesmo para fazer a compra e ficar satisfeito com o que está consumindo e se satisfez o consumidor, se era o que almejava, o que desejava comprar. De acordo com Salomon (2011) a família influencia bastante na tomada de decisão do consumidor, pois é de acordo com sua cultura familiar que vai se decidido o que vai consumir, o que deseja e até mesmo o poder de onde comprar, as referências de onde seja melhor e que já fez compras e tem uma boa imagem para oferecer para as pessoas mais próximas onde é melhor e vai satisfazer as suas vontades que muitas vezes a família é que vai definir onde será melhor para efetuar a compra. Quando se estuda os diferentes tipos de comportamentos dos consumidores, é interessante notar principalmente, o que leva os consumidores a comprarem determinado produto, bem como observar as estratégias de marketing, divulgação e propaganda que mais se adaptam as necessidades do cliente, mantendo o foco na satisfação do consumidor, visando sua fidelização (SECCO et al., 2014). As Empresas Familiares precisam ter um cuidado para conseguir conquistar seus consumidores, por conta da maioria das vezes terem valores, crenças, culturas bem fortes que possam então atrapalhar a necessidade de mudança da organização desenvolvendo problemas que possam ajudar a se manter no mercado. 3 Empresas familiares A empresa familiar se caracteriza por ter na sua estrutura de controle, uma ou mais pessoas que tenham um vínculo familiar. Nos últimos anos ocorreu um aumento dessas empresas no Brasil, pelo fato de manterem esse vínculo, que facilita a organização e comunicação da empresa. Contudo, em um dado momento de sua história, essas empresas familiares necessitam de um processo de sucessão para que seus sucessores possam dar continuidade naquilo que o fundador construiu (NASCIMENTO, 2015). Batista et al., (2015) relata que o termo empresas familiares constituem um tipo particular de organização, presente em diversos países e em diferentes economias. Para uma maior a sua relevância econômica, esses empreendimentos passam a ser objeto de problematização científica, incluindo nesse movimento uma preocupação constante com a delimitação conceitual e apresentação de definições mais precisas e abrangentes para o termo empresa familiar. De acordo com Andrade, Lima e Borges (2014) a gerência de uma empresa, deve sempre manter uma visão diferenciada do mercado consumidor, preocupando-se com o desenvolvimento global e tecnológico para que a inovação torne-se uma vantagem na competitividade entre as empresas. Sendo bem administradas as vantagens competitivas aumentarão e a possibilidade de um fracasso diminuirá. A empresa familiar é aquela que o controle está sobre responsabilidade de um indivíduo ou dos membros de uma mesma família. Isso traz uma diferença das outras empresas, e a forma de trabalho entre os funcionários, pois, na maioria das vezes possuem o vínculo familiar de uma mesma família. Contudo, isso pode trazer benefícios e malefícios (BORGES, 2008). Investigar o relacionamento dos elementos: família, patrimônio e empresa, é um passo fundamental para elaborar seus planos de sucessão e dar continuidade àquilo que foi construído. (SILVA; TAKENAKA, 2014). 4 A tomada de decisão em empresas familiares O processo de tomada de decisão é a sequência de atividades empreendida pela administração para solucionar os problemas empresariais, que compreende a identificação de problemas, geração de soluções, análise de consequências, seleção e implementação da solução, avaliação e feedback. A tomada de decisão compreende dois tipos: a programada e a não programada (MORAIS, 2011). O modelo racional supõe que os tomadores de decisões tenham informações perfeitas, e que sejam capazes de avaliar sistematicamente e logicamente cada alternativa e no final tomar uma decisão totalmente imparcial sobre o que será melhor para a organização. O modelo comportamental, leva em conta que o gerente muitas vezes terá que tomar uma decisão considerando sua percepção, experiência, informações e alternativas limitadas (CHIAVENATO, 2010). Morais (2011) enfatiza que as empresas familiares têm a gestão toda voltada para família, passando assim sempre por desafios para conseguir conciliar os membros familiares para dar ordem, tomar decisões importantes que muitas vezes é decidindo o futuro da organização, então pelo menos que a maioria estejam de acordo para decidir o melhor, tendo uma responsabilidade coletiva apostando que vai dar certo, que essa mudança pode garantir o futuro da Empresa. Segundo Silva (2015) as empresas familiares têm muitas vantagens competitivas que poderão ser mantidas se forem bem administradas, estiverem abertas a mudanças e atentas ao mercado. As organizações Familiares podem garantir seu mercado na concorrência que existe hoje, tendo que é necessário administrar bem e procurando se atualizar, inovar e estando em constantes mudanças. Na visão de Mansano e Gorni (2014) é impossível pensar na empresa e não pensar no processo decisório, pois a tomada de decisão é a ferramenta mais importante para a análise organizacional, pois ela é quem resolve problemas, define ferramentas de solução para problemas rotineiros ou não rotineiros, uma decisão tomada pode levar a outro problema que conduz a novas decisões. 5 Metodologia A metodologia aplicada neste trabalho é de abordagem quantitativa descritiva simples e de cunho bibliográfico. A amostra utilizada foi a partir do aplicativo cálculo amostral para detectar a qauntidade necessária para o andamento do estudo. Inicialmente eram 45 clientes e o aplicativo selecionou 41 clientes de três empresas pertencentes ao segmento da construção civil no distrito de Jaibaras, em Sobral/CE. Na Visão de Ribeiro, Rossetto e Verdinelli (2013), o cálculo amostral é responsável por selecionar e obter uma amostragem necessária a participar da pesquisa. Para a coleta de dados, foi utilizado um questionário como instrumento de pesquisa feito por Assis (2011) e adaptado pelo autor deste estudo, onde se procurou traçar o perfil dos respondentes da questão um até cinco, seguidos das questões seis as onze, onde investigou o processo de decisão de compra e satisfação do consumidor e por último, a questão doze investigou quais as caracteristicas importantes que os consumidores levam em consideração na compra do produto. Para a realização do tratamento dos resultados obtidos no questionário foi utilizado à técnica de categorização de dados, que de acordo com Teixeira (2010) trata-se de uma operação que facilita a análise da informação, fundamentando-se numa definição precisa do problema, dos objetivos e dos elementos utilizados na análise de dados. A análise dos dados foi realizada com o auxilio do programa específico de análise estatística Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) versão 20.0, que na visão de Margotto (2012), o software SPSS é um programa que executa análises estatísticas, desde as simples estatísticas descritivas a métodos avançados. 6 Resultado e análise de dados Nessa seção apresentam-se as análises que investigaram o comportamento dos cliente, onde dividiu-se em três categorias: Primeira: Perfil do Respondente; Segunda: Conhecer os motivos da decisão de compra, o envolvimento do consumidor com a compra e o consumo compulsivo; e por fim, a ultima categoria trata-se das características importantes na compra de um produto. Na primeira categoria verifica-se que os respondentes possuem diversas idades, com predominância de 39.0% de 36 a 40 anos seguidos de 34.1% entre os 26 a 30 anos. Em relação ao sexo, a predominância do sexo masculino vai de 53.7% e feminino de 46.3%. O estado civil dos respondentes percebe-se que 48.8% são solteiros(as) seguidos de 43.9% casados (as). Verificou-se também que 26.8% dos respondentes estão no fundamental completo seguido de 30.8% que estão no ensino médio incompleto. Dos pesquisados, 68.3% estão com a renda familiar de até um salário mínimo seguidos de 31.7% que estão entre 1 a 3 salários mínimos. Na segunda categoria observou-se as considerações em relação à criação de novos produtos, onde 61% dos gerentes procuram melhorar seus produtos, mas sem ouvir os consumidores, seguidos de 24.4% que procuram melhorar seus produtos, ouvindo e tentando atender as necessidades dos consumidores, contudo nem sempre conseguem. Para Morais (2011) o desenvolvimento efetivo de novos produtos tem um impacto significativo em custo, qualidade, satisfação do consumidor, e na vantagem competitiva, pois a maioria dos clientes sempre buscam novidades e inovações e isso com certeza atraem os clientes à compra. O questionamento seguinte trata-se de quando um produto novo é lançado no mercado, onde 26.8% dos respondentes concordaram que se compra logo que é lançado, quando o mesmo atende suas necessidades e/ou compra-se mesmo sem precisar, pois com certeza o mesmo terá uma funcionalidade útil no futuro, seguidos de 29.3% que aguardam as pessoas experimentarem para depois comprarem o produto. De acordo com Silva (2013) a criação de novos produtos se tornou um dos cernes para a competitividade das empresas. Para muitas empresas desenvolver novos produtos com maior rapidez, mais eficiência, e mais efetividade é a grande meta competitiva. Quando se questionou o que se espera do mercado nos próximos dois anos, 48.8% dos entrevistados responderam que esperam que as empresas continuem nesse ritmo de inovação dos produtos e 24.4% que as empresas possam desenvolver produtos mais sofisticados em menor tempo. Secco et al., (2014) discute que o enfoque das empresas em atuar sobre os processos empresarial, e principalmente atuar no processo empresarial de Desenvolvimento de Produtos tem como finalidade aumentar a sua eficiência a fim de satisfazer os clientes e aumentar o lucro da empresa, portanto, a inovação de produtos e sofisticação são essenciais no mercado competitivo da atualidade. Sobre as informações para adquirir algum produto, 82,9% relatam que procuram informações através de vendedores para conhecer mais sobre o produto e 9.8% pesquisam na internet as informações necessárias sobre seu objeto de compra. Mesmo com toda tecnologia vista atualmente, dados desta pesquisa mostram que a maioria das pessoas ainda prefere coletar informações pessoalmente com vendedores, antes de efetuar a compra. De acordo com os autores Mansano e Gorni (2014), o envolvimento é o nível de importância ou interesse que o consumidor confere a determinado produto ou situação de compra, tendo em vista o grande avanço tecnológico dos últimos anos, espera-se que a internet seja uma das principais fontes de pesquisa e coleta de informações antes do consumidor realizar sua compra, contudo, isso depende de fatores socioculturais e também do local onde aquele produto esta sendo comercializado. Em relação ao questionamento sobre que tipo de cliente que o respondente é 31,7% relata ser indeciso(a) na compra de um produto, mas leva o produto e 29,3% é indeciso(a) na compra e prefere pensar novamente antes de fechar o negócio. Rodrigues, Silva e Andrade (2013) propõem uma estrutura explicativa do comportamento de decisão de compra, essa estrutura se decompõe em quatro módulos: os estímulos mercadológicos, as variáveis de influência, o processamento da informação e o processo de decisão, que é o eixo central. A respeito da satisfação do cliente em relação ao produto, 41.5% relataram que isso ocorre pós-compra e 36.6% no ato da compra. Vissoto e Boniati (2013) comentam que, se quiser ter um cliente fiel, você tem que ter um produto e um serviço de alta qualidade e a capacidade de satisfazer plenamente o cliente, pois a satisfação deve ser vista como o propósito maior da organização e como única forma pela qual ela poderá sobreviver a longo prazo. A categoria 3 mostra os resultados da pesquisa em relação a características importantes na compra de um produto. O primeiro tópico trata-se do nível de qualidade de um produto, onde 95.1% consideraram esse fator muito importante e 4.9% importante. Almeida, Brendle e Spinola (2014) indagam que a qualidade é considerada um conceito dinâmico e relacionado à complexidade da percepção humana, caracteriza-se a evolução do pensamento de controle da qualidade por meio da seguinte seqüência: Inspeção; Controle estatístico da qualidade; Garantia da qualidade e Gestão estratégica da qualidade. Em relação ao preço, 80.5% dos entrevistados considera muito importante na hora de efetuar a compra e 19.5% considera apenas importante. Seco et al., (2014) relataram que o preço deve ser justo e proporcione descontos estimulantes à compra dos produtos ou serviços ofertados, com subsídios adequados e períodos (prazos) de pagamento e termos de crédito efetivamente atrativo. A facilidade de compra é considerada 78% muito importante e 22% importante. Sant'ana (2015) aborda que a facilidade de comprar algum produto é essencial para o sucesso das vendas. Isso se dar porque os consumidores de hoje em dia possuem um ritmo acelerado em todos os aspectos e necessitam economizar tempo em tudo que fazem, no setor de vendas, não é diferente, quanto mais rápida e prática for a venda do produto, melhor. Em relação ao design, 48.8% dos entrevistados considera muito importante e 46.3 importante. Pereira (2011) citou que o design e a embalagem são capazes de transferir valor para mercadoria, pois é uma das armas mais competitivas do arsenal de marketing de uma empresa, o design tem um papel importante para conquistar o consumidor, sobretudo porque grande parte das decisões de compra são tomadas por impulso no ponto de venda. A marca é considerada pelos respondentes 36.6% muito importante e 43.9% importante. Para Teixeira (2010) a marca faz parte da concepção de um produto e tem o propósito de identificar bens ou serviços de um determinado negocio a fim de diferenciá-lo de seus concorrentes. 7 Considerações finais Este estudo teve como objetivo analisar a influência do consumidor para a tomada de decisão, tendo o objetivo alcançado através do resultado dos questionários da pesquisa que obtiveram como resultado que a maioria dos gestores aposta na inovação de produtos, na satisfação dos clientes, no nível de qualidade, na facilidade da compra, além do preço, design e marca para garantirem o sucesso de sua empresa. Diante das informações obtidas é sugerido que os gestores de empresas invistam em estratégias para que se mantenham competitivos no mercado consumidor, garantindo assim, o seu lucro e o sucesso da empresa. Dessa forma, trarão benefícios para empresas e consequentemente para a economia do país. Em futuras pesquisas sugere-se a elaboração de novos estudos com um maior número de empresas e que seja realizada uma análise comparativa de acordo com os resultados obtidos. 8 Referências ANDRADE, D. M. LIMA, J. B. BORGES, A. F. Ações Empreendedoras em Empresas Familiares: Um Estudo Sob a Ótica de Oportunidades, Inovação e Aprendizagem. VIII Encontro de estudos em empreendedorismo e gestão de pequenas empresas – EGEPE. Goiânia – 2014. ASSIS, F. Comportamento do consumidor. Monografia apresentada ao MBA – Gestão e estratégia empresarial, da UNIFIL – CENTRO UNIVERSITÁRIO FILADÉLFIA – Londrina, 2011. BATISTA, J. D. et al. O processo de sucessão nas empresas familiares: um estudo feito em empresas familiares da Região do Sul de Santa Catarina. Revista de Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas, v.4, n.3, 2015. BORGES, M. N. 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