A interpretação em psicanálise, se revela no princípio dos estudos de Freud, mostrada na interação de seus pensamentos, e se estende até a “conclusão” deles, e ainda é usada na prática analítica nos dias de hoje,em 2005, após 65 anos de sua morte ocorrida em 1939, no que se refere apenas ao psiquismo, parcialmente, pois a metapsicologia está além do psiquismo humano, mas aquém do espiritual humano. E como pode-se explicar o chavão “Freud, explica!”? Onde há uma dúvida, há também o despertar por uma resposta. E essa busca caracteriza a suspeita do indivíduo aos esclarecimentos já existentes, por perceber uma dissonância entre o que é mostrado e o ser real, o levando assim à ação – talvez a mais pobre em representações motoras, mas rica em reproduções sensitivas. Assim, a simbologia adotada na comunicação entre os seres é de cunho polissêmico (que tem mais de um significado; polissemia = multiplicidade de sentidos de uma palavra ou locução, como exemplo: prato= vasilha, comida, iguaria, receptáculo de balança, instrumento musical, etc.), e logo, contestável. Elio Gonçalves é um agente transformador em transformação. elio30@gmail.com