Fundamentos da Administração, Marketing e Técnicas de Informática RESUMO Este artigo tem objetivo pesquisar, relacionar e compreender o universo nos negócios das empresas em especial do agronegócio, com base nos conhecimentos adquiridos nas disciplinas estudadas. Foi pesquisados e relacionados os temas de fundamentos e gestão da administração, marketing e técnicas de informática, conforme pesquisas realizadas em diversos fontes. E alguns aspectos referentes aos objetos de estudo. Foram abordados e destacados vários conceitos de análise críticos, desenvolvendo um trabalho formal, através dos itens estudados, observamos ainda que as empresas seguem técnicas de acordo com disciplinas estudadas no decorrer do curso de Gestão de Processos Gerenciais, tendo em vista a cobrança feita pelos os clientes e mudança constante devido à globalização. INTRODUÇÃO Com base em pesquisas realizadas em sites e artigos, O mercado de agronegócio da região do Noroeste de Minas, teve início com vibração e bravura, com planejamento de empresas baseada na Legislação do Cooperativismo, passando assim por um sistema de análise financeira padronizado, onde podemos destacar que atualmente possui um gerenciamento de serviços como umas das principais ferramenta de apoio para se ter uma gestão empresarial, focada, adequada e ajustando conforme a exigência do empreendedorismo e a estratégia de negócios, passando por várias geração de Gestores mas o objetivo sempre o mesmo de produzir e comercializar os produtos, com base na continuidade e qualidade com o apoio do suporte técnico valorizando ainda mais a instituição e os produtos fabricados, comercializados e industrializados. Através de análises na região podemos ver que e uma região de grande potencial de crescimento constante do agronegócio, utilizando de investimentos e tecnologias elevadas. Pois sabemos que a região possui vários projetos para ampliação e manutenção da agricultura e pecuária da região. Pois sua principal meta e manter-se nos primeiros lugares no cooperativismo Brasileiro. A região possui várias cooperativas que operam no meio do agronegócio, que atualmente e considerada um dos ramos que mais se destaca no cenário nacional, pois diante do cenário que vivemos de pandemia, devido o 'COVID 19', podemos destacar o agronegócio como um dos principais mantenedores da economia nacional. 1.0 FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO 1.1 Histórias da administração A capacidade administrativa do homem é muito antiga. Por volta dos 3000 anos, na construção das pirâmides do Egito, certamente trabalharam eficientes gerentes e supervisores, capazes de organizar o trabalho de milhares de pessoas. Exemplos como esse são fartos na História. Entretanto, apenas recentemente, houve preocupação de analisar a administração de modo sistemático e coerente. Mas podemos notar que o estudo da administração pode ser extraído dos principais filósofos e estudiosos do passado, que, em seus estudos de outras ciências, abordavam, inevitavelmente, aspectos políticos que envolviam as administrações públicas do Estado. Os primeiros textos sobre administração e do século XVIII, veio no início da Revolução Industrial. Um dos primeiros teóricos da administração, Charles Babbage (1792 – 1871), sugeria que o surgimento do mundo industrial iria requerer um estudo sistemático da administração de tarefas e da padronização das operações de trabalho. Logo em seguida antes do século XX, a maior parte dos textos sobre administração abordava a prática, e não a teoria da administração. Em decorrência da expansão industrial, da mudança da natureza da força de trabalho e da passagem para a produção de massa, surgiu a necessidade de mais gerentes e de uma compreensão dos fundamentos teóricos da administração. Com isso surgiu várias definições de administração. Há quem a julgue uma ciência e quem a defina como arte. De modo geral, todas giram em torno do mesmo tema. Para não haver confusão sobre o sentido das palavras, faremos a própria definição do que entendemos por administração e administrador. Comparando duas definições. A primeira em 1980 feita pelo presidente da American Management Association (AMA – Associação Americana de Administração), que definiu: 'Administrar é realizar coisas por intermédio de outras pessoas'. A segunda, mais atual, define administração, como sendo: 'O trabalho com e por intermédio de outras pessoas para realizar os objetivos da organização, bem como de seus membros'. Em seguida podemos destacar administrar vem do latim, composta por: ad, que significa tendência para, direção para; e minister, que significa subordinação ou obediência, ou aquele que realiza uma função abaixo do comando de outrem, isto é, aquele que presta um serviço ao outro. No entanto, a palavra administração sofre uma radical transformação no seu significado original. A tarefa da administração é a de interpretar os objetivos propostos pela organização e transformá-los em ação organizacional por meio de: planejamento, organização, direção e controle. Destacamos a Teoria Geral da Administração (TGA) é o campo do conhecimento humano que se ocupa do estudo da administração, não se preocupando de que forma ela sejam aplicada, considerando assim que todas as instituições que compõem a sociedade moderna não aparecem e vivem por acaso. Por isso precisam ser bem administradas. Podendo então essas instituições tornar organizações. Sendo assim todas as organizações são constituídas de: Recursos humanos e também de recursos não humanos, isto é, recursos físicos e materiais, recursos financeiros, recursos tecnológicos, recursos mercadológicos, entre outros. De acordo com Platão (427 a.C. – 347 a.C.) Também filósofo grego e discípulo de Sócrates, preocupou-se profundamente com os problemas sociais e políticos inerentes ao desenvolvimento social e cultural do povo grego. Em sua obra A República, expõe seu ponto de vista sobre a forma democrática de governo e de administração dos negócios públicos. O conceito de organização é muito diversificado, dependendo não só do autor que a estuda, da época em que o autor viveu e como ele a estudou, como também dos objetivos pelos quais a organização foi concebida, organizações são entidades, instituições ou empresas com propósitos definidos, compostas por sistemas, processos e metodologias de trabalho, pessoas e recursos que interagem na busca e consecução de objetivos junto à sociedade. 1.2 Organizações não lucrativas São as organizações cujos propósitos ou objetivos são de natureza social, isto é, prestação de serviços, segurança, entre outros. Essas instituições não visam ao lucro, mas contabilizam seus resultados sob o ponto de vista social e pelo 'bem' que realizam para a sociedade. Em geral, elas vivem de verbas governamentais e/ou doações da própria sociedade. Como exemplos, podemos elencar: Exército, Marinha, Força Aérea; polícias federais, estaduais e municipais, militares ou civis; igrejas de quaisquer credos; ONGs – organizações não governamentais; grupos de escoteiros; instituições beneficentes; hospitais públicos; fundações; clubes recreativos, associativos, e vários outros. 1.3 Organizações lucrativas Essas organizações são denominadas empresas na verdadeira concepção do termo, isto é, foram concebidas para gerar bens e/ou serviços, vendendo-os para a sociedade, com uma margem de lucro que compense o investimento de capital e cubra, com sobra, para os acionistas, seus custos de produção. Sob o ponto de vista jurídico, as organizações lucrativas possuem basicamente duas formas de constituição: Sociedades Anônimas (SA) e as Sociedades por Cotas Limitadas (Ltda). Podendo assim a primeira ter suas ações negociadas em Bolsas de Valores ou não. Em ambos os casos, as contas ou os balanços e resultados de sua administração são obrigatoriamente divulgados nos principais veículos de comunicação, enquanto a segunda não e obrigada a divulgar suas contas ou os resultados de sua gestão, embora, por lei, os dois tipos sejam obrigados a elaborar balanços e demonstrações de resultado anualmente. Enfim podemos destacar que os primeiros a ter a idéia para a construção da empresa pesquisada, talvez mesmo não tendo título ou qualificação de administrador teve um papel importante e relevante junto ao crescimento e desenvolvimento da empresa, tendo em vista ser o responsável legal pela inicio, direção e ações direta e indireta da instituição até os dias atuais, destacamos ainda a dificuldade por se tratar de uma cooperativa formada por uma Sociedades por Cotas Limitadas (Ltda). Ou seja muitos acionistas muito empenho e jogo de cintura para lidar com esses parceiros e dentro da organização. 1.4 Influências da Igreja Católica na administração A influência de filósofos na administração começou a se destacar antes de Cristo, como o filósofo Sócrates, em sua discussão com Nicomaquides, expôs seu ponto de vista sobre a administração, como uma habilidade pessoal separada do conhecimento técnico. No decurso dos tempos, as normas administrativas e os princípios de organização pública foram se transferindo das instituições dos Estados, como, por exemplo, Atenas e Roma, para as instituições da nascente Igreja Católica e as organizações militares. Aos poucos, a Igreja Católica foi estruturando sua organização, sua hierarquia de autoridade, seu estado-maior (assessoria) e sua coordenação funcional. Hoje, a Igreja tem uma organização hierárquica tão simples e eficiente que a sua enorme organização mundial pode operar sob o comando de uma só cabeça e um só executivo: o Papa. A autoridade do Papa lhe foi delegada de forma mediata por uma autoridade divina superior. De acordo com Aristóteles (384 a.C. – 322 a.C.) discípulo de Platão, do qual muito divergiu, deu enorme impulso à filosofia, principalmente à cosmologia, à nosologia, à metafísica e às ciências naturais, abrindo as perspectivas do conhecimento humano na sua época. Foi criador da lógica. No seu livro Política, estuda a organização do Estado e distingue três formas de administração pública: 1. Monarquia, ou governo de um só, que pode redundar em tirania; 2. Aristocracia, ou o governo de uma elite, que pode descambar em oligarquia; 3. Democracia, ou o governo do povo, que pode degenerar em anarquia. A estrutura da organização eclesiástica passou a servir de modelo para muitas organizações que, ávidas de experiências bem-sucedidas, passaram a incorporar uma infinidade de princípios e normas administrativas utilizadas na Igreja Católica. Podemos destacar a Igreja católica como um modelo padrão de administração, desde a antiguidade até os dias de hoje como um fator exemplar bem sucedido de excelente gestão administrativa, pelo seu teor de simplicidade e facilidade de desenvolver seu trabalho, por se ter e manter uma hierarquia e uma disciplina elevada diante sua instituição. 1.5 Influência da organização militar na administração Os fundamentos militares exerceram enorme influência no desenvolvimento das teorias da administração. Entre eles, podemos citar: a organização linear, originada na organização militar dos exércitos da Antiguidade e da época medieval; o princípio da unidade de comando; a escala hierárquica; o princípio da centralização do comando; a descentralização da execução; a evolução do princípio de assessoria e a formação de um estado-maior na Prússia, com Frederico II; e o princípio de direção: 'Todo soldado deve saber perfeitamente o que se espera dele e aquilo que ele deve fazer', que foram os principais legados das organizações militares. De acordo com Carl von Clausewitz (1780 – 1831), No início do século XIX, general prussiano, escreveu o Tratado sobre a guerra e os princípios de guerra, sugerindo como administrar os exércitos em guerra. Foi o grande inspirador de muitos teóricos da administração na organização e na estratégia militares para adaptá-la à organização e a estratégias industriais. Considerava a disciplina como um requisito básico e que toda organização requer cuidadoso planejamento, no qual as decisões devem ser científicas, e não simplesmente intuitivas. Afirmava, também, que as decisões devem se basear na probabilidade, e não apenas na necessidade lógica, e que o administrador deve aceitar a incerteza e planejar como minimizá-la. As organizações militares trouxeram para a administração modelos de planejamentos, estratégias e disciplina, tornando uma ferramenta importante na administração de qualquer que sejam a organização. 1.6 Estruturas organizacionais De acordo com abordagens contingenciais, a forma de atuar da organização deve destacar o ambiente em que está inserida. Sua estrutura, igualmente, deve vir adaptada às exigências do ambiente, para responder, de modo eficaz, aos desafios que irão enfrentar. Sendo assim uma organização pode vir à ser estruturada de várias maneiras. Dentre essas maneiras mais utilizadas podemos destacar o processo departamentalização o que consiste com maior freqüência por tratar e agrupar pessoas por função, processo, produto, mercado, cliente área geográfica e por projeto. Destacamos a estrutura funcional como o método mais antigo de agrupar as pessoas. Onde esses grupos geram departamentos, como: marketing, finanças, recursos humanos, produção, entre outros. Mas a instituição deverá ficar atenta com esse tipo de estrutura pois as pessoas poderão no decorrer do conhecimento adquirido ao longo do período inserido na empresa e se preocuparem mais com seu departamento do que com toda a empresa, formando assim pequenos feudos e criando uma falsa rivalidade entre funções e departamentos. De acordo com René Descartes (1596 – 1650) O maior expoente da época foi René Descartes, um filósofo, matemático e físico francês considerado o fundador da filosofia moderna. As famosas coordenadas cartesianas foram criadas por Descartes e foi muito valioso o impulso que deu à matemática e à geometria da época. Na filosofia, celebrizou-se pelo livro O discurso do método, no qual descreve os principais preceitos de seu método filosófico, hoje denominado método cartesiano, cujos princípios são: • Princípio da dúvida sistemática ou da evidência: Consiste em não aceitar como verdadeira coisa alguma enquanto não se souber com evidências aquilo que é realmente verdadeiro. Com essa dúvida sistemática, evitam-se a prevenção e a precipitação, aceitando-se apenas como certo aquilo que seja evidentemente certo; • Princípio da análise da decomposição: Consiste em dividir e decompor cada dificuldade ou problema em quantas partes for possíveis e necessárias a sua melhor adequação e solução, e resolvê-las cada uma separadamente; • Princípio da síntese ou da composição: Consiste em conduzir ordenadamente os nossos pensamentos e o nosso raciocínio, começando pelos objetivos e assuntos mais fáceis e simples de conhecer, para caminharmos gradualmente para os mais difíceis; • Princípio da enumeração ou da verificação: Consiste em fazer, em tudo, recontagem, verificações e revisões tão gerais que se fique seguro de nada haver omitido ou deixado de lado. Podemos destacar que na empresa pesquisada tem marcas relevantes, que usa a estrutura mais antiga de agrupar pessoas, pois se divide em diversos departamentos diante toda a estrutura da empresa, facilitando assim a hierarquia e disciplina dentro da empresa. 1.7 Estratégias empresariais Todas as organizações possuem uma estratégia de negócio, seja a microempresa, seja a grande corporação internacional. Essa estratégia é a forma como a organização enxerga o mercado em que atua. Num cenário muito competitivo, o sucesso das organizações não depende mais de práticas eficientes de processos. É preciso ir além. O que diferencia as empresas entre si é uma estratégia de mercado bem eficiente usando quatro estratégias indispensáveis conforme a seguir: 1. Logística: Ela leva o produto até o consumidor; 2. Preço: Mais baixo do que o comércio da região; 3. Propaganda: Feita de porta em porta; 4. Produto: De fácil aceitação. Normalmente, a estratégia intuitiva é encontrada apenas em pequenas empresas. Nas grandes, que não passaram por um processo formal de planejamento, a estratégia evolui a partir da interação das atividades de cada departamento funcional da empresa. No entanto, a soma dos métodos departamentais raramente equivale à melhor estratégia. Um bom planejamento estratégico deve responder a algumas questões conforme a seguir: 1. Quem são e como agem meus concorrentes? 2. Quais são as ameaças ao meu negócio? 3. Quais são as oportunidades que não aproveitamos? 4. De que modo meu setor irá se desenvolver? 5. Qual a melhor posição a ser adotada para competir em longo prazo? No contexto atual da gestão de empresas, adaptação ao meio ambiente, ajustes constantes às novas necessidades dos consumidores, evolução tecnológica alucinante, transformações da sociedade, mudança no perfil etário da população e no perfil educacional, entende-se que as organizações precisam de um amplo e contínuo processo de adequação e reestruturação, que permita uma análise mais acurada de reordenação de estruturas, rotinas, comunicações, comportamento e desenvolvimento de pessoal. De acordo com Sócrates Sobre qualquer coisa que um homem possa prescindir, ele será, se souber do que precisa e se for capaz de provê-lo, um bom presidente, quer tenha a direção de um coro, uma família, uma cidade ou um exército. Não é também uma tarefa punir os maus e honrar os bons? Portanto, Nicomaquides, não desprezeis homens hábeis em administrar seus haveres; pois os afazeres privados diferem dos públicos somente em magnitude; em outros aspectos, são similares; mas o que mais se deve observar é que nenhum deles pode ser gerido sem homens, nem os afazeres privados são geridos por uma espécie de homem e os públicos por outra: pois aqueles que conduzem os negócios públicos não utilizam homens de naturezas diferentes daqueles empregados pelos que geram negócios privados; e os que sabem empregá-lo conduzem tanto os negócios públicos, quanto os privados, judiciosamente, enquanto aqueles que não sabem, errarão na administração de ambos. As teorias e práticas da administração conquistaram uma grande evolução desde que começaram a ser estudadas e transformadas em teorias do conhecimento da gestão. Entretanto, apesar da disponibilidade de variadas técnicas de gestão associadas a recursos de informática e telecomunicação, incluindo a Web, o desafio de manter as empresas constantemente no 'estado da arte' está diretamente relacionado à questão das lideranças que fazem parte dos seus quadros, isto é, a capacidade das lideranças de situar as empresas num contexto social-mercadológico ajustado as suas necessidades estratégicas e transferir aos seus colaboradores a adequada interpretação para dar sentido às ações de trabalho, utilizando nesse mecanismo suas competências e habilidades, para potencializar as operações e os consequentes resultados empresariais. Podemos destacar a empresa pesquisada como uma empresa que utiliza de diversas estratégias básicas, como por exemplo, logística, preço, propaganda, produto, fazendo com que se destaca no cenário de comercialização do noroeste de minas no estado de mina Gerais. 2.0 MARKETING 2.1 O desenvolvimento do marketing A crescente importância do avanço tecnológico apresenta o elo que liga as organizações e seus ideais aos clientes. De acordo com Peter (2000) A essência do Marketing é 'o desenvolvimento de trocas em que organizações e clientes participam voluntariamente, de transações destinadas a trazer benefícios para ambos'. Há quem diga que o marketing é usado para desenvolver trocas que visam ou não lucros. As trocas visando lucros são as metas de negócios que buscam gerar receitas em cima dos custos. Entretanto, uma organização sem fins lucrativos pode vender os produtos com lucro, e depois, usá-lo apenas para cobrir os custos operacionais de sua organização. Esclarecendo o ponto de vista do autor acima, mesmo havendo algumas divergências entre ambos, através do marketing, seu objetivo final é ganhar mercado obter vantagem competitiva e destacar perante seus concorrentes. Tendo como base o autor acima, verifica-se a necessidade de que a filosofia de marketing não esteja disseminada apenas na diretoria e alta gerencia, ou apenas na área de marketing, mas em toda a organização, e cada departamento terá interesses próprios, metas e sistemas de retorno, a forma que cada setor adota para criar satisfação para ambas, ou seja, para si e para os clientes. Marketing é uma filosofia de negócios que estabelece que o propósito fundamental de um negócio é atender aos desejos e necessidades dos clientes. De acordo com Kotler (2000, p.30) descreve marketing como '(…) um processo social por meio do qual pessoas e grupos de pessoas obtêm aquilo de que necessitam e o que desejam com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros' Para a AMA (American Marketing Association), marketing é o processo de planejar e executar a concepção, a determinação do preço, a promoção e a distribuição de ideias, bens e serviços, para criar trocas que satisfaçam metas individuais e organizacionais. Marketing é muito mais do que simplesmente vender. Marketing consiste em transformar o processo de vendas em algo supérfluo e aflorar no consumidor a vontade de ter o produto. Marketing consiste no processo de troca entre uma empresa e seu consumidor, de forma a trazer benefícios para ambos. Por exemplo: ao comprar um tênis Nike, consumidor e empresa recebem benefícios: o consumidor, por ter um desejo realizado, e a Nike, pelo dinheiro recebido. 2.2 Mercado-alvo e segmentação Para definirmos o que é mercado-alvo e segmentação, cita-se como exemplo sua sala de aula. Neste momento, você deve ter ao menos mais dois colegas a seu lado. Há grande chance de vocês possuírem gostos totalmente diferentes para os mais variados aspectos: roupa, time de futebol, cor, comida, entre outros. Por esse motivo, é importante que o primeiro passo do profissional de marketing, ao trabalhar com um produto, seja segmentar o mercado em que ele vai trabalhar. Isso pode ser feito analisando diferenças demográficas, psicográficas e comportamentais dos possíveis consumidores. Dessa maneira, o profissional de marketing poderá decidir quais segmentos apresentam maiores oportunidades para atingir seus objetivos. A definição dessa segmentação é denominada mercado-alvo, ou seja, o mercado que a empresa quer atingir com seu produto. Para cada mercado-alvo escolhido, a empresa poderá desenvolver ofertas diferentes, procurando sempre facilitar o posicionamento na mente do consumidor-alvo. 2.3 Necessidades e desejos Tão importante quanto segmentar e escolher o mercado-alvo a ser trabalhado é compreender as necessidades desse mercado e seus desejos e entender a diferença entre necessidade e desejo. Os seres humanos precisam de água, comida, roupa e abrigos para sobreviver. Isso é necessidade. Todos nós também necessitamos, em diferentes graus, de diversão, educação, proteção, entre outros. Quando essa necessidade é focada num único objeto, e somente ele é capaz de satisfazer essa necessidade, isso se transforma em desejo. Assim, todos nós precisamos de comida, mas, quando decidimos que queremos comer um hambúrguer, ou um prato de salada está atendendo a nossos desejos. Assim, os profissionais de marketing não procuram criar necessidades ou fazer os consumidores consumirem produtos que não querem. A função do profissional de marketing é influenciar, despertar o desejo no consumidor, para a aquisição de um produto ou serviço. 2.4 Mix de marketing O profissional de marketing, para atender ao mercado-alvo escolhido, deve trabalhar com o que denominamos mix ou composto de marketing. O mix de marketing é formado por quatro variáveis, chamadas de 4P's do marketing: produto, preço, praça e promoção. 2.5 Abordagem de marketing Existem diversos tipos de abordagem de marketing, como destacamos o marketing de massa muito utilizado para atender a todo o mercado, sem distinção de mercado-alvo e segmentação; Em seguida temos o marketing de segmentação como o processo de dividir um mercado em grupos de compradores potenciais que tenham semelhantes necessidades e desejos, percepção de valores ou comportamento de compra em determinado produto; Destacamos também o marketing de nicho, que as empresas utilizam quando conhecem profundamente seus consumidores, pois ao fazerem isso, criam com eles uma relação de confiança tão grande,que faz com que estejam dispostos a pagar mais para ter sua necessidade e desejos satisfeitos; Enfim destacamos marketing individual que antigamente era difícil ser praticado, hoje em dia, com o avanço da tecnologia, ele começou a se tornar uma estratégia viável. Devido ao grande uso de Computadores, banco de dados, produção robotizada e e-mails permitem ao profissional de marketing reunir e recuperar informações sobre os desejos e as necessidades individuais e as compras de muitos clientes potenciais ou passados. 3.0 TÉCNICAS DE INFORMÁTICA 3.1 Introdução a informática e os principais tipos de computadores Os sistemas de informação evoluíram muito desde que foram criados e têm uma importância fundamental para as empresas. A partir da década de 1940, quando surgiram as primeiras iniciativas ligadas à computação e equipamentos que processavam dados mediante comandos em linguagem de máquina, o mundo jamais foi o mesmo. A partir daí as empresas passaram por um forte processo de informatização então a partir da década de 1980, com diversos acesso a equipamentos mais adequados às empresas de todos os tipos. Observamos, nos últimos anos, uma grande evolução em software e uma redução constante do custo do hardware de TI, atualmente, os sistemas de informação estão inseridos em praticamente todas as atividades empresariais, dando suporte para a melhoria na qualidade de serviços e produtos. As empresas enfrentam desafios constantes que as obrigam a exigir que os problemas gerados sejam resolvidos por sistemas poderosos instalados em computadores potentes. Assim, há computadores de todos os tamanhos, como os Sistemas Móveis (smartphone), Sistemas de pequeno porte (microcomputador), Sistemas de médio porte (servidor) e Sistemas de grande porte (mainframe) e também os simples, como os computadores de mão, como os smartphones, que também conjugam a função de telefone, até sistemas de computação em grade. • Sistemas móveis: Computador de mão, telefones celulares e smartphones. • Sistemas de pequeno porte (microcomputadores): Computador pessoal, computador de rede e estação de trabalho técnico. • Sistemas de médio porte: Servidores de rede, minicomputadores, servidores da web e sistemas multiusuários. • Sistemas de grande porte (mainframe): Sistemas corporativos, supervisores, processadores de transações e supercomputadores. 3.2 Periféricos Um periférico é qualquer dispositivo de hardware não necessário para que o computador execute as suas funções de software como exemplo as impressoras, scanner, fax e outros. Um periférico pode estar envolvido com entrada, saída ou armazenamento secundário. Os periféricos dependem de uma ligação com os computadores para poderem executar totalmente as suas tarefas. Entre esses periféricos, estão muitos dispositivos de E/S, tais como impressoras, scanners, mouses e teclados; dispositivos de rede, tais como placa de rede e modem; e dispositivos de armazenamento, como unidade de CD, unidade de DVD e unidade de disco rígido. Dispositivos instalados dentro do gabinete do computador frequentemente são considerados periféricos internos, tais como modems, placas de som e DVD. 3.3 Sistemas operacionais O sistema operacional é um programa que controla os recursos do computador, como a unidade central de processamento, a memória, os arquivos, os dispositivos de entrada e saída, etc. e fornece a base para o desenvolvimento dos programas de aplicação. Ele atua como intermediário entre o usuário e o hardware de um computador. Os sistemas operacionais podem ser classificados em: • Mono tarefa: Permite a execução de um único programa por vez; • Multitarefa: Permite que mais de uma tarefa seja processada simultaneamente no sistema computacional (atualmente, a maioria dos sistemas operacionais é multitarefa); • Mono processados: Somente um processador pode ser gerenciado pelo sistema operacional; • Multiprocessador: Vários processadores podem ser gerenciados simultaneamente; • Monousuário: O sistema operacional só é capaz de suportar um único usuário acessando seus recursos; • Multiusuário: Vários usuários dividem os mesmos recursos do sistema computacional. Os tipos mais comuns são sistemas operacionais de computadores de grande porte, de servidores, de computadores pessoais e embarcados, podendo ser sistemas operacionais proprietários ou livres. Os sistemas proprietários são aqueles que devemos comprar, para que possamos ter o direito de utilizá-los em nossos computadores, como exemplo: Windows (Microsoft): família de sistemas operacionais usados em computadores de mão (Windows CE e Windows (Mobile), computadores pessoais (Windows 98, Windows XP, Windows Vista e Windows 7) e computadores servidores (Windows NT, Windows 2000, Windows Server 2003 e Windows Server 2008). Os sistemas livres são os sistemas gratuitos, de código aberto (open source), e esse código pode ser alterado, dependendo das necessidades, e distribuído, como exemplo: Linux: derivado do UNIX, atualmente, é muito utilizado em computadores de rede e está começando a ser bastante utilizado também em computadores pessoais. 3.4 Ferramentas de escritório Os aplicativos de escritório são compostos por programas destinados para tarefas de escritório. Eles são formados por editores de texto, programas de apresentações, editores de planilhas, agendas, contatos, entre outros. Com isso, eles tentam adequar-se a todas as atividades realizadas no dia a dia de um escritório. 3.5 Pacote Microsoft Office A Microsoft Office contém um conjunto de aplicativos líderes no mercado, ricos em funcionalidade, com diversas versões, para atender a todas as necessidades dos usuários. Com a sua nova interface composta por Faixas de opções, grupos e comandos, ficou muito mais fácil e ágil, com ganho de produtividade. 3.6 Microsoft Word O Word é um processador de texto que possui uma série de tarefas avançadas com suas inúmeras funções, para trabalhar com textos. Com ele, podemos criar rapidamente documentos, cartas, tabelas e memorandos. 3.7 Microsoft Excel O Microsoft Excel é o programa de planilhas eletrônicas mais popular do mercado, as quais ajudam a agilizar as tarefas que envolvem cálculos. O programa analisa, organiza e calcula os dados. A sua estrutura é formada por células, as quais são os vários campos mostrados na figura abaixo. Essas células são organizadas em linhas identificadas por números e colunas identificadas por letras. 3.8 Microsoft Power Point O Microsoft PowerPoint permite a criação de aplicações gráficas; assim, é possível elaborar apresentações profissionais de forma rápida e simples. 3.9 Open Office O OpenOffice, também conhecido como BrOffice aqui no Brasil, é formado por um conjunto de aplicativos de código fonte aberto, disponibilizado para diversas plataformas, como Windows, Linux, Mac OS. Tem como objetivo fornecer um aplicativo de baixo custo, com alta qualidade e, principalmente, com o código fonte aberto. Todos os formatos de documentos do Microsoft Office são reconhecidos pelo OpenOffice. É formado pelos seguintes componentes: 3.10 Writer Processador de texto que possui praticamente quase todas as características do Microsoft Word; além de salvar no formato DOC, salva o formato PDF e faz edição em arquivos HTML. 3.11 Calc É uma planilha eletrônica com uma série de funções que não são encontradas no Microsoft Excel. O Calc também é capaz de salvar documentos no formato PDF. 3.12 Impress Aplicativo para a construção de apresentações similar ao PowerPoint, que possui uma função muito interessante de converter seus arquivos para o formato Macromedia Flash (SWF). CONCLUSÃO Concluímos que com a aplicação das técnicas de informática, teremos ferramentas importantes de apoio para a o marketing, utilizando das técnicas de gestão e administração, diante das estratégias da empresa, teremos uma gestão bem definida para que saibamos decidir e aplicar resultados imediatos nas empresas. Trazendo assim ganho de tempo e lucratividade. Enfim podemos concluir que as empresas devem atuar com bastante dinamismo no quis diz respeito a técnicas de informáticas, pois procura sempre inovar tanto no empreendedorismo e no marketing buscando novas fontes de rendas, utilizando de estratégias que estabelece metas, planejamentos, criarem e alimentar redes de contatos, assumir riscos calculados e ainda exige qualidade e eficiência dos profissionais que trabalha na empresa com posicionamento competitivo forte e capaz de competir com diversos concorrentes da região ao mesmo tempo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS REIS, Linda G. Produção de monografia da teoria à prática. Senac: 2006. Empresa agropecuária CAPUL: disponível em: http://www.capul.coop.br/ Fundamentos da Administração, Marketing e Técnicas de Informática: disponível em: http://www.google.com.br/ Faculdade CNA, disponível em: https://www.cnabrasil.org.br/faculdade Sistema CNA, disponível em: https://www.cnabrasil.org.br/cna/ Senar, disponível em: https://www.cnabrasil.org.br/senar Instituto CNA, disponível em: https://www.cnabrasil.org.br/icna Gestão de Processo, acessado em: https://viewer.bibliotecaa.binpar.com/viewer/9788577805327/285 Administração Contemporânea, acessado em: https://viewer.bibliotecaa.binpar.com/viewer/9788563308863/capa Administração Estratégica de Mercado, acessado em: https://viewer.bibliotecaa.binpar.com/viewer/9788540701588/capa Emprapa, acessado em: https://www.embrapa.br/ IEF, acessado em: http://www.ief.mg.gov.br/ Emater MG, acessdo em: http://www.emater.mg.gov.br/ Emater DF, acessado em: http://www.emater.df.gov.br/