O aumento das vendas no setor varejista, fez aumentar as operações logísticas, o estoque que era uma segurança para atender de forma imediata a demanda, aumenta a cada dia que se passa. E a embalagem tornou-se muito importante, pois além de trazer informações como o prazo de validade, fabricante, entre outros, ela também facilita a movimentação e a estocagem, além de evitar avarias e perdas. Ela é vista como a reunião de 4 competências fundamentais: Marketing (propaganda do produto), Design (precisa ser bem feita, atrair a atenção do cliente), Logística (a facilidade de manusear, transportar e estocar) e o Meio Ambiente (embalagens que possam ser recicladas para não prejudicar o próprio meio ambiente). Na Logística, existe uma classificação para a embalagem. Vou fazer uma breve comparação com a caixa de leite ou de chocolate: Primária: envolve diretamente o produto, aquela que o cliente toca e obtém informação do mesmo. Ex.: o próprio litro do leite. Secundária: protege a primária, uma embalagem um pouco maior que facilita a movimentação manual. Ex.: a caixa de Bis, ou o fardo com 12 litros de leite, aquele papelão. Terciária: Facilita todo o tipo de transporte. Ex.: aquele plástico grosso que embala o fardo de leite. Quaternária: concentra um número maior de unidades em seu interior. Apesar de ser aberto, o pallet é o exemplo mais conhecido e utilizado na Logística. Quinto Nível: muito utilizado para transportes de longa distâncias. O mais conhecido é o container. Tipos de Embalagem Além das classificações, existem vários tipos de embalagem, entre elas: – Papelão – Alcochoamento – Strech – Container – e até mesmo a unitização de cargas, que nada mais é do que o agrupamento de algumas cargas de destinos diferentes, porém próximos, para reduzir os gastos com transporte e eventuais perdas.