Trabalho realizado com exigências da disciplina Metologia Científica que resultou em uma Resenha Crítica sobre o livro; CRIVELARO, Rafael et TAKAMORI, Jorge Yukio, Dinâmica das Relações Interpessoais.Campinas: Editora Alinea, 2° Impressão, 2006 Por:ALESSANDRA C. DO PRADO REIMBERG COSTABILE CONTE NETTO DANILO MOREIRA JAIRO R. MENEGOLO VALDEMAR DIAS Introdução O livro aborda questões referentes ao comportamento do indivíduo e o meio em que está inserido, tem como objeto o compromisso de elucidar a conceituação das dinâmicas das relações interpessoais e objetivo de apresentar propostas e sugestões para tornarmos mais dinâmicos em nossos relacionamentos sejam eles; profissionais, afetivos e sociais. Com isso obtermos mais sucesso em nossas vidas. Tornando os nossos dias mais agradáveis e não tão difíceis de viver. Somos seres de inúmeras capacidades de nos relacionarmos e a proposta do livro é de possibilitarmos a praticar o uso do bom relacionamento meio a divergências de opiniões. 1. Dinâmica das Relações Interpessoais. 1.1 Uma Abordagem dos Relacionamentos Interpessoais no meio ao qual o indivíduo está inserido. O livro aborda questões de relacionamentos interpessoais, tendo como objeto O Relacionamento Interpessoal e como objetivo o Relacionamento Interpessoal de Equipes de Alta Performance, sejam eles: profissionais, afetivos e sociais, tratando do ser e sua interatividade com o meio onde estão inseridos. O homem vive a maior parte de sua vida no trabalho e, o livro evidencia como pode evoluir essa convivência; mostrando o impacto que causa na empresa e com seus colegas de trabalho, com família e na sociedade de um modo geral, propiciando para o indivíduo satisfação pessoal e razões como questões de convívio transparente e verdadeiro, trabalhando a auto-correção, no cotidiano e que, pessoas tão diferentes, podem se relacionar; pessoal e profissionalmente, com prática verdadeira sem omitir, em um cenário tipicamente organizacional, turbulento ou não, devido às atividades operacionais, de um modo geral a rotina dessa empresa, isso resultará automaticamente na sua vida pessoal alterando para um melhor relacionamento, enriquecendo o indivíduo. Mensura ainda que; algumas corporações não entenderam o valor que representa o bom relacionamento de seus colaboradores, o livro se faz valer; com base de estudos e, pressupostos da psicologia, apontando que seus modelos se forem adotados podem revolucionar ou ao menos, evoluir esse convívio entre pessoas/pessoas, pessoas/empresa e o meio que estão inseridas, melhorando a cultura individual, organizacional e social. Seguindo isso, a organização pode despertar a colaboração de todos os seus profissionais, depositando neles, o verdadeiro reconhecimento e de suas representatividades como o bem mais precioso da empresa, como ativos de alto valor agregado, seu capital humano, como objeto o relacionamento e o objetivo, os melhores resultados adquiridos com essa prática de incentivo, obtendo assim, o bom relacionamento em clima agradável na empresa, proporcionando o interesse de seus colaboradores, na busca de um modelo que representa excelente convivência profissional, união dos integrantes, onde; cada um desempenha melhor, seus escopos funcionais, resultando para empresa uma evolução nos níveis de sua alta performance. Com essa assimilação, aumenta o desempenho da empresa, como, metas sendo atingidas; objetivos buscados, com maior empenho, e comprometimento na conquista de resultados, em conseqüência a tudo isso, crescem os rendimentos dessa organização, contribuindo com a valorização do indivíduo, e de seu capital humano. Isso tudo, agregando valores à empresa e para o indivíduo, contribuindo para seu amadurecimento organizacional, que impactará na conjuntura econômica, política e social do país onde essa corporação e indivíduos estão inseridos. Os autores citam ainda: 'Se não somos felizes, estamos em conflito; se estamos em conflito, usamos os instrumentos do conflito; e se usamos os instrumentos do conflito destruímos o mundo. Portanto a felicidade não é uma questão de condescendência, mas uma condição essencial para a continuação da tal vida como a conhecemos na Terra'. (STERWART, Emery; 1991, p. 227). 1.2 O Homem e sua Relação com o Trabalho. Quando se refere à relação do homem com o trabalho pode-se verificar que: 'praticamente dois terços da vida passamos trabalhando. E justamente no local onde permanecemos mais tempo é que temos que fazer de tudo para que seja um ambiente alegre, cortês, que haja amizade e transparência, para que deixamos de ficar todo esse tempo da nossa vida infeliz'. (CRIVELARO et TAKAMORI, 2006, pg. 20). O ambiente de trabalho acaba se tornando a nossa segunda casa, e sem querer, levamos parte de nossos relacionamentos pessoais e afetivos para o trabalho e sociedade e o inverso disso; do trabalho, do social, para nossa casa no relacionamento com a família. Deparamos com isso instantaneamente, no momento em que acordamos, quando tomamos café da manhã, conversamos com esposa e filhos; lemos o jornal e, talvez algumas dessas notícias nos incomodam ou agradam, quando nos despedimos e saímos, ou se deixamos filhos na escola e esposa em seu trabalho, ou ainda se moramos sozinhos, não é muito diferente, pois, tudo isso, ocorre em nossa rotina inicial desse dia, a diferença é por morarmos sozinhos, cada qual em suas casas ou apartamentos, o que difere, são hábitos, rotinas; as quais acontecem no decorrer desse período do dia, até chegarmos ao local de trabalho. O que reflete e repercute no humor de um indivíduo para outro, é decorrente pelo que cada um sofre até o destino final; aqui no caso o trabalho, exemplo: trânsito, filas de ônibus, metrôs abarrotados de pessoas, atrasos e enfim, todos os tipos de coisas que acontecem em uma grande metrópole, acabam conspirando (contribuído), para termos ou acreditar ter motivos para descontar qualquer tipo de insatisfação, tensão, em pessoas, que venham nos questionar ou importunar; isso são coisas que se desenvolveram nesse momento do trajeto até chegarmos à empresa. Ainda mesmo assim não justifica entendermos ter motivos para tal ato. E que resultará em nosso relacionamento no trabalho no decorrer desse dia, imagine só se todos os colegas de trabalho estejam assim e até a alta administração, comportando dessa maneira, comprometerá o rendimento nas execuções das tarefas diárias, nas tomadas de decisões e todo o planejamento estratégico da empresa. Por isso as grandes companhias investem em programas que motivam seus funcionários, minimizando assim a visão que muitas pessoas têm a respeito do trabalho. Podemos observar alguns motivos que levam o homem a se comportar no trabalho por aspectos assim citados abaixo: 'Etimologicamente, a palavra 'trabalho' em latim é labor. A idéia de tripaliun aparecerá dentro do latin vulgar como sendo, de fato, forma de castigo. Mas a gente tem que substituir isso pela idéia de obra, que os gregos chamavam de poiesis, que significa minha obra, aquilo que faço, que construo, em que vejo. A minha criação, na qual crio em mim mesmo na medida em que crio o mundo'. (CORTELLA, Mário Sergio, 'QUAL É A TUA OBRA?, Inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética; São Paulo: Editora Vozes, 6° edição, 2009. página 21). 1.2.1 O Auxílio da Psicologia na Organização. Com o auxílio da pscicologia as corporações têm obtido melhores resultados com o relacionamento interpessoal de seus funcionários: (…) 'três ideais universais: liberdade, paz e solidariedade. Se você pensar um pouco, verá que esses três valores, precursores da alegria, podem ser vivenciados em todos ambientes, desde o doméstico até o profissional. Experimente adotar os princípios da liberdade da paz e da solidariedade humana em todas as suas relações, como as com colegas de trabalho, clientes, amigos, familiares e até desconhecidos. O resultado será um estado interior de alegria. Não é o mesmo que felicidade mas faz parte dela'. (CRIVELARO et TAKAMORI, 2006, P. 22). No dia-a-dia, a grande dificuldade do homem está em ceder e enxergar qualidades no outro, e respeitá-los com igualdade, criando um clima mais agradável para si e, onde trabalha e vive. Muitas vezes necessitamos de motivadores para que isso ocorra. 1.2.2 Alguns motivos que colaboram em nosso comportamento individual, profissional e social. 'A coisa mais humana que se pode fazer na vida é aprender a expressar nossas honestas convicções e sentimentos e assumir as conseqüências por havê-lo feito… O homem não aprende a trabalhar pelo simples prazer do trabalho. Aprende pelo prazer do trabalho. Aprende pelo prazer de crescer, criar pela expressão e exaltação do próprio ato'. (BUSCAGLIA Leo, 1994). Esta afirmação reflete até que ponto o ser humano está apto ou não, para poder se relacionar-se com facilidade e proporcionar bons resultados; esses que o estimula e traz benefícios; físico e psicológico. A interatividade em sociedade e consigo na busca de solucionar diversos problemas fará com que ocorra enorme progresso nessa conduta, o ato de admitir precisar de auxílio é um passo importante na evolução comportamental no bom relacionamento. Dentre outros autores corroboram com essa afirmação que de fato o aprender é uma verdade, mas, no entanto, devemos por em prática, daí resultará em hábitos, com essa mudança de hábitos adquiridos se direcionados corretamente nos fará muito bem. 'A maioria dos estudos sobre comportamento humano confirma que a segurança, a alegria e o sucesso na vida e no trabalho são diretamente correlacionados com a nossa habilidade de nos relacionarmos com os outros, com algum nível de compromisso, profundidade e afeto'. (FRANÇA, Ana Cristina Limongi, Comportamento Organizacional: Conceitos e Práticas, 2006, P. 34). Portanto devemos complementar aqui com a argumentação extraída da obra 'Dinâmica das Relações Interpessoais': sobre auto-estima: 'Tenha objetivos: trace seus objetivos pessoais. Marque tudo o que quer planeje como obterá. É bom termos ambição material e mesmo espiritual, pois ela nos faz correr atrás de nossos objetivos. Deixe de pensar: 'um dia' vou ter um carro assim; 'amanhã' vou ver se arrumo um emprego… Se você imagina tudo no futuro, amanhã,um dia, fica sempre distante. Pense: hoje vou ter meios de comprar um carro assim; hoje vou arrumar um emprego melhor. Porém, não deixe que a ambição o domine e passe a viver em função dela. Lembre-se de que você precisa evoluir para ser mais paciente, mais bondoso, mais sincero, mais simples. Isso fará conquistar tudo que deseja'. (CRIVELARO et TAKAMORY, 2006, P. 32). Em síntese, fica claro o quanto somos alheios as pessoas, aos colegas de trabalho, e a nós mesmos, deixando tudo para depois, e isso nos deixa constantemente só, por mantermos essa distância. O fato de traçarmos objetivos é muito bem apontado pelos autores. E em nosso relacionamento afetivo e conjugal não muda. O fato, homens e mulheres, comportarem-se de maneiras diferentes, podemos citar o livro 'Os Homens são de Marte e as Mulheres são de Vênus', (GRAY, John. Nacional. Editora Rocco, 1º Edição, 1997) . 1.2.3 A Pessoa Relisente. O indivíduo pode desenvolver também a capacidade relisente que vem do latin resilio e que significa voltar ao estado natural. O conceito vem da física: é a propriedade que alguns materiais apresentam de voltar ao normal depois de submetidas à máxima tensão, e assim devemos nos comportar com relação a tantas tensões no ambiente de trabalho e o meio que estamos inseridos, proporcionando maior flexibilidade e melhores condições em nos relacionarmos com as pessoas e o que executamos. Os autores citam ponto que influenciam o indivíduo no cotidiano. 'Embora não seja simples demais, a pscicologia que para desenvolver essa capacidade ser resiliente, nós precisamos encontrar apoio de alguém – mesmo que pequeno – e sentir que alguém acredite em nós. O apoio de outra pessoa tem a função restauradora. (CRIVELARO et TAKAMORI, 2006, P. 43). Isso faz com que nos tornemos mais habilidosos, frente a essas mudanças e consigamos ter uma visão panorâmica aumentando nossa sobrevivência no ambiente profissional. 1.2.4 A Transparência no Trabalho e nos Relacionamentos. O convívio diário pode desgastar as pessoas tornando-as mais resistentes a se doarem mais e admitir, falhas resultando inúmeros pontos negativos nesses relacionamentos interpessoais, prejudicando muitos aspectos que existem e são estudados pela área de RH, que são: semelhanças e diferenças e temperamentos; A gestão de pessoas deve ocorrer a partir da visão integrada das pessoas e questões fundamentais como: as expectativas sobre as relações de trabalho, o contrato psicológico entre o que a pessoa quer da empresa e o que esta quer de seu pessoal, perfis e tipos de personalidades, grupos, equipes, liderança, processo de cooperação, competição, apatia, cultura organizacional, valores, questões éticas, entre outros aspectos ligados à vida social. Concluímos que, deva ocorrer reciprocidade de ambos, empresa e funcionário, nesse aspecto, fortalecendo esse casamento profissional. Obtendo melhores resultados, qualidade no trabalho em equipe, as diferenças são melhores compreendidas, e o temperamento entendido e cuidado com mais eficácia. 'Em qualquer relacionamento interpessoal sadio, temos de ver, em primeiro lugar, o que de certo e positivo o outro fez, só apenas procurar corrigir ou orientar sobre algum erro ou coisa negativa percebida. (CRIVELARO et TAKAMORI, 2006, P. 48). 2. Liderança. A liderança é um processo social em que se estabelecem relações de influência entre pessoas. O núcleo desse processo de interação humana é composto de seus líderes, líder e ou liderados em fatos, circunstâncias ou momentos sociais. Isso ocorre em diversas situações, na família, na escola, no esporte, na política, no trabalho e enfim, em muitos aspectos de nossa vida. 'Embora existam múltiplas definições para a liderança, é possível encontrar dois elementos comuns em todas elas: por um lado é um fenômeno de grupo e, por outro, envolve um conjunto de influências interpessoais e recíprocas, exercidas num determinado contexto através de um processo de comunicação humana com vista à obtenção de determinados objetivos específicos. As funções de liderança incluem, portanto, todas as atividades de influenciação de pessoas, ou seja, que geram a motivação necessária para pôr em prática o propósito definido pela estratégia e estruturado nas funções executivas. George Terry sintetiza a ideia central do conceito de liderança em apenas: “A liderança é a actividade de influenciar pessoas fazendo-as empenhar-se voluntariamente em objectivos de grupo'. 2.1 O Coaching. Correlacionado a isso, os autores mencionam que em estilos de liderança e um dos objetivos mais relevantes do coaching, – o coach é um líder que dá suporte e orientações a profissionais que buscam conquistar novos objetivos em um cenário desafiador. 'É um só: manter profissionais mais produtivos, com metas de carreiras definidas e alinhadas com valores da empresa. Não é um programa fácil de ser implantado, mas os resultados compensam. Além de tornar a empresa mais equilibrada como um todo, há os ganhos não mensuráveis. O clima geral melhora, a produtividade aumenta e o nível de profissionalismo cresce. 'O coach preocupa-se mais com a pessoa do que com o negócio. Sendo assim, é um mestre em equipes de alta performance (…)'. (CRIVELARO et TAKAMORI, 2006, P. 68, 1º e 2º Parágrafos) Esse é um dos objetivos do coach dentro da organização promover o indivíduo na busca de melhores resultados. 'O coach preocupa-se mais com a pessoa do que com o negócio. Sendo assim, é um mestre em equipes de alta performance (…)'. (CRIVELARO et TAKAMORI, 2006, P. 68). 2.2 Equipes de Alta Performance. A cada dia que passa, com a evolução tecnólogica e adoção das empresas, em programas de treinamento, gera uma revolução organizacional conquistando seus objetivos. Com auxílio da psicologia e profissionais adequados construindo o desejado relacionamento interpessoal em suas equipes de alta performance. Vencendo a 'letargia'. Como é mencionado no livro: 'As mudanças comportamentais provocadas pela implantação de uma EAP'. 'Portanto, um dos principais comportamentos que deve ser implantado e ser mantido a todo momento é a necessidade de mudança, mudanças na equipe, enfim, mudanças visando um processo contínuo de aprimoramento pessoal, físico e mental de todos os componentes da equipe'.(CRIVELARO ET TAKAMORI, 2006, P. 86). 2.2.1 É Necessário Mudar? São evidentes que as mudanças são necessárias, as companhias e as pessoas, portanto devem ser proativas em virtude do cenário em que vivemos; competitivo e globalizado, os desafios impostos pela concorrência atual nos exige isso, e se não tivermos tanto competência quanto boa capacidade de se relacionar com pessoas e o meio em que vivemos, teremos obstáculos quase que intransponíveis. Então a mudança é válida, porém, a mudança com base científica e que resultará em sinônimo de sucesso. 'Já dizia Luiz Carlos Marins (1999): A única certeza estável desta vida é a certeza de que tudo irá mudar; portanto, todas as mudanças que tenham como objetivo a melhora da capacidade competitiva e corporativa deve ser buscada, sempre mensurando a sua viabilidade em termos de custo, não só de custo financeiro mas de custo referente ao capital humano, pois este deve ser sempre o norte de toda empresa. Segundo alguns dos presidentes de empresas, o capital humano é o maior ativo que uma empresa pode ter, pois investem-se verdadeiras fortunas em sua formação e capacitação, e não devemos desperdiçar todo esse esforço. Em algumas das maiores empresas quem chegam a possuir verdadeiras faculdades corporativas, o incentivo ao capital humano é um dos pontos diferenciais que as tornam mais atrativas perante as suas concorrentes.' 3. Considerações Finais. Podemos constatar por esse livro em algumas de suas referências que, para o melhor relacionamento interpessoal de equipes de alta performance se baseia na dinâmica a ser utilizada, e como pano de fundo os profissionais que farão a grande diferença promovendo a evolução dessas equipes, canalizando seus potenciais, evidenciando seus valores agregados e, uso correto da boa prática motivacional, promovendo melhor entendimento do significado do seu capital humano, partindo do bom relacionamento interpessoal. 'Portanto, fica aqui o recado para que todos repensem seus paradigmas e verifiquem o que está acontecendo ao seu redor, o que está acontecendo no mundo, no qual não existem fronteiras, mundo este que funciona da mesma maneira, seja no Japão, Rússia, EUA; onde quer que se vá, esses novos 'gurus' modernos estão levando as suas mensagens de mudanças organizacionais e novo estilo de gestão de pessoas e organizações.' (CRIVELARO et TAKAMORI, 2006, P. 89). Bibliografia de consulta. CORTELLA, Mário Sergio, 'QUAL É A TUA OBRA? Inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética; Editora Vozes, 6° edição, 2009, São Paulo, página 21. BUSCAGLIA, L. Amor. São Paulo: Editora Hoyler,1994. FRANÇA, Ana Cristina Limongi, Comportamento Organizacional: Conceitos e Práticas. São Paulo: Editora Saraiva, 2006. GHRAY, John. 'Os Homens são de Marte e as Mulheres são de Vênus'. Nacional. Editora Rocco, 1° Edição, 1997. Bibliografia do autor. CRIVELARO, Rafael et TAKAMORI, Jorge Yukio, Dinâmica das Relações Interpessoais.Campinas: Editora Alinea, 2° Impressão, 2006. In op cit. Webgrafia. ———-Nunes Paulo, (Economista, Professor e Consultor de Empresas). Fonte: http://www.knoow.net/cienceconempr/gestao/lideranca.htm Jairo R. Menegolo trabalho em equipe.