INTRODUÇÃO Estamos vivendo no tempo de mudanças que ocorrem em altíssima velocidade. Internet, o pluralismo religioso nunca antes visto no Brasil, a fragmentação do Protestantismo, novos movimentos religiosos, são apenas alguns dos sinais dos tempos em que vivemos. A teologia é a ciência que lida com o nosso conhecimento de Deus e das coisas divinas. Teologia abrange vários ramos, veja: Exegetical teologia exegética vem da palavra grega extrato. Esta teologia procura descobrir o verdadeiro significado das Escrituras. Teologia Histórica envolve História da Igreja Estudo e desenvolvimento de interpretação doutrinária.A teologia dogmática é o estudo das verdades fundamentais da fé, como é apresentado nos credos da igreja.Traços Teologia Bíblica progresso verdade através dos vários livros da Bíblia e descreve como cada escritor para apresentar as doutrinas mais importantes. Teologia Sistemática Neste ramo de estudo dos ensinamentos a respeito de Deus e do homem são agrupados em temas.Palavra Teologia, é amplamente usado para definir o estudo da Palavra de Deus, e também geralmente religiões. No entanto, se olharmos para a derivação da palavra, vemos que está errado. A palavra teologia consiste em duas palavras, ou seja, o estudo de Deus: I theo = Deus; logia = estudo. É incorreto usar essa palavra, porque é impossível “estudar” Deus, se Deus pode ser estudado, que deixaria de ser Deus, para definir a teologia como o estudo das questões sobre o conhecimento derivado de Deus, ou o conhecimento revelação Deus por nós; Ele acrescentou que o fenômeno religioso, e fenômeno cultural-religioso causado pela busca de Deus na forma de religião. Não tenho nenhum interesse em mudar a palavra usada para definir esta ciência, eu só somam interesse em definir corretamente o objetivo da teologia, não só catequese enganado, ou o campo de “doutrina” de base da minha orientação religiosa. Compreender o significado e função da teologia, também é estabelecido como uma ciência multidisciplinar, e estudando as religiões, mas também estuda o homem como um sintoma e causa do fenômeno religioso.Cabe então ao teólogo saber a não o fator filosófico cultural, social, psicológico, patológico e por que, então você realmente entender o que o fenômeno religioso em uma dada situação. TEOLOGIA DA EVOLUÇÃO No cristianismo, isto vem da Bíblia. O teólogo suíço Karl Barth teologia define como “falar de Deus.” A teologia termo foi usado pela primeira vez por Platão no diálogo República, para referir-se a compreensão da natureza divina de uma forma racional, em vez de ter a compreensão literária da poesia, uma vez que foi realizada por seus compatriotas . Mais tarde, Aristóteles usou várias vezes o prazo, com dois significados: Teologia como um ramo fundamental da filosofia, também chamada filosofia primeira ou ciência dos primeiros princípios, mais tarde chamado metafísica por seus seguidores; Teologia como o nome do pensamento mítico Filosofia imediatamente anterior, com uma conotação pejorativa, e é usado principalmente para se referir aos pensadores antigos filósofos (como Hesíodo e Pherecydes de Syros). Agostinho tomou o conceito de teologia natural do trabalho Antiquitates rerum et humanarum divinarum de Terêncio Varrão, como a única verdadeira teologia dos três apresentado pelo javali: o mítico, político e natural. Em cima disso, uma vez que Supernatural Teologia, com base nos dados da revelação e, portanto, considerado superior. A teologia sobrenatural, filosofia fora do campo de ação não estava sujeito, mas, sobretudo este último, considerado como um servo que ajudaria o primeiro a compreender Deus. Na tradição cristã (matriz Agostinianos), a teologia é organizado de acordo com os dados da revelação e da experiência humana. Estes dados são organizados em que é conhecido como Teologia Sistemática ou teologia dogmática. Teologia é fortemente influenciada por diferentes religiões e, portanto, há uma teologia budista, teologia islâmica, a teologia católica, a teologia mórmon, a teologia protestante, a teologia Umbanda, a teologia hindu, e outros. A teologia é baseada na fé. A fé, por sua vez, deve ser baseada em critérios objectivos que dão credibilidade às proposições da fé. O cristão deve saber que acredita … e quem crê em Jesus e não este ou aquele professor. Esta credibilidade é conseguido usando a direita. A fé precisa de razão, como recordou o Papa João Paulo II na sua encíclica “Fé e Razão”. É importante lembrar que, antes de acreditar, o apóstolo Tomé queria tocar Jesus; e se o Senhor permitir. Em nossos dias, Cristo permite que aqueles que querem que toque ou atingir o chão antes de acreditar. Sem dúvida, muitas, muitas pessoas sinceras me pergunto por que eles acreditam ou o que as credenciais de artigos de fé. Enquanto Christian vê o que ele acredita, ele deve ser visto para ser acreditado; a fé não é um ato cego, mas um ato muito inteligente. Acredite, o homem, longe de renunciar à sua razão, coloca seu equipada com toda a inteligência peculiar para ele na capacidade de exercício. A FUNÇÃO SOCIAL DA TEOLOGIA Não apenas hoje, mas por diferentes etapas da teologia da história tem evitado a sua responsabilidade social, referindo-se ao trabalho social diretamente para a Igreja e os leigos que exercem sua fé por meio dele. Temos visto alguns textos, livros ou comentários sobre a questão da teologia e da sua função social, no entanto, no caso da América Latina, podemos citar a teologia da libertação como um ponto de referência entre os dois pólos. Mas hoje o TDL * é muito fragmentado, podemos concluir que ele está à beira da extinção. No caso das igrejas protestantes de hoje, o que vemos é que a função social está ligado a áreas isoladas das igrejas como casacos de campanha, alimentar os pobres, casas de recuperação de viciados etc. Se mantivermos o foco nesta luz que vemos que há pouco que foi feito contra a tantos problemas que enfrentamos diariamente, no entanto, reconhece os esforços das pessoas que estão dispostos a trabalhar para melhorar o ambiente em que vivem. Acreditamos que a teologia é o momento de exercer um importante papel para a sociedade, porque o que vemos hoje, infelizmente, é a imagem de um “evangelho capitalizados”, que torna a sociedade mais suficiente e menos fraternal. Existem problemas sociais que a teologia poderiam atuar de forma mais eficaz, como a reforma agrária, assentamentos de sem terra, eles podem denunciar este problema quando o povo judeu fez a ação divisão territorial totalmente social. Vendo exemplos bíblicos Worth, divisão equitativa da terra, o perdão da dívida (Jubilee) troca, a igualdade, a solidariedade de vários grupos étnicos (o Novo Testamento), suporte para viúvas e órfãos distribuição amor incondicional de Deus e dos outros. Como podemos ver, a Bíblia está cheia de exemplos de que a teologia tem sua função social definida e implementada será uma teologia eficaz no mundo dando respostas e soluçõespara as diferenças sociais aberrantes em que vivemos hoje. A TEOLOGIA DA LIBERTÃO DIANTE DO PLURALISMO RELEGIOSO A Teologia da Libertação nasceu por volta de 1968 à procura de uma dupla lealdade: o Deus da vida e dos povos latino-americanos. Nascido como um novo modo de fazer teologia, entendida como uma “reflexão crítica sobre a práxis histórica à luz da Palavra.” A teologia de cuidados intensivos torna-se o desenvolvimento histórico da humanidade, que se encontra no horizonte para a poupança. Rompe com a idéia de duas histórias, sagrado e profano outra, paralela e enfatiza a unidade da história de Cristo terminou. De acordo com a teologia da libertação, a ação salvífica de Deus está presente em cada processo histórico que trabalha para a dignidade dos seres humanos. Teologia da Libertação reflexivo dinâmico é iluminado por uma perspectiva ruim e release. Porque cada ser humano é o “templo vivo de Deus”, é a reunião eo compromisso com ela e seu desenvolvimento histórico que o encontro com Deus acontece. Mas decisivo é o encontro com os pobres e oprimidos, pois estes são os privilegiados do Reino de Deus. Como a visão da teologia da libertação, o crescimento do Reino de Deus, através do processo histórico de libertação, o que não significa que este processo a realidade do Reino, que é essencialmente um dom está esgotado. Como pode ser visto, a teologia da libertação dá um lugar importante na história como o lugar da revelação do mistério de Deus e dos pobres como o destinatário privilegiado de sua ação. Você não pode negar a presença da teologia da libertação no mundo do outro, mas o outro se concentra na figura dos pobres, dos oprimidos e das classes exploradas. Fuja dos interesses imediatos da teologia da libertação, especialmente nas duas primeiras décadas de sua declaração, a mais decisiva sobre a questão da abertura de outras tradições religiosas. Em sua tese de doutorado escrita em 1969, o teólogo Leonardo Boff veio para resolver o problema em um dos capítulos de seu trabalho: a Igreja como sacramento e as religiões da Terra. Com base na reflexão HRSchlette, L.Boff enfatiza o sentido salvífico do mundias religiões como “caminhos comuns” a Deus e reconhecer a presença da graça nas religiões específicas. Este autor reconhece a religião como fenômeno da história da salvação e assinala a importância do pluralismo das religiões. Esse pluralismo não é visto como confusão ou perda de expressão, mas como um sinal “da riqueza dos seres humanos, suas experiências e interpretações da realidade, que inclui a religião como uma resposta humana à iniciativa salvífica de Deus (.. .). Assim, as religiões são caminhos ordinários de salvação a Deus com base na história da salvação sacramental geral. “A reflexão de L.Boff nesta ocasião também foi marcado por uma certa perspectiva eclesiocêntrica. Há um reconhecimento geral das religiões sacramentais, mas também um sacramental especial, o que reflete a experiência da graça maneira mais qualificada em Israel e do Cristianismo. Para Boff, o cristianismo traduzir “uma maneira perfeita a glória de Deus e de sua auto-entrega para os seres humanos na forma de grandeza, da vitória e do proprietário da história da salvação e não ao mesmo tempo que o redução para sofrer e morrer, como mostra a Jesus de Nazaré “. Sob a influência do Concílio Vaticano II (1962-1965), a teologia da libertação enfatiza a compreensão da Igreja como sacramento e sinal. Como sacramento de salvação do mundo, a Igreja é chamada a viver em profunda fidelidade ao Evangelho, de sinalização na história dos valores fundamentais do Reino de Deus e de Jesus de sonho para uma sociedade mais justa, fraternidade e solidariedade. Ela ocorre em perspectiva libertação teologia da “descentralização” da Igreja, que não aparece mais como lugar exclusivo da salvação. Toda a Igreja entendeu a dinâmica de referência fundamental para o Reino de Deus compromisso orientado para os seres humanos, especialmente aos pobres. A Igreja está bem situado no horizonte mais amplo da obra da salvação. Embora reconhecendo que tal espetáculo abriu uma nova perspectiva sobre a concepção eclesiológica, enfatizar o direito dinâmico para ficar ainda eclesiocentrada em teólogos da libertação textos específicos, o que pode ser entendido como uma experiência existencial da fé, celebrada em uma comunidade determinado, mas não pode ser universalizado como objetivação da experiência. Na situação atual pluralismo religioso torna-se complexo para manter, por exemplo, uma terminologia que identifica a Igreja como quase culminar de densificação do Reino. Ao fazer uma retrospectiva da teologia da libertação nas últimas três décadas, parece que o tratamento preferencial caiu reflexão sobre a questão dos pobres e sua libertação. Estas foram as questões que têm dado a sua especificidade e relevância. Em nome da especificidade temos tentado manter a lealdade dos caminhos tomados, mesmo quando reflexão teológica apontou a necessidade de abrir novos horizontes. No que diz respeito à teologia da libertação, há pouca resistência para embarcar em esses novos caminhos para questões de violação, o que de certa forma reduz-se a questão dos pobres. Parecia que, num primeiro momento, a tentativa de revitalizar a “opção pelos pobres” para o problema do negro, índio e mulheres. Ou, de forma mais explícita, não reconhecendo a importância de outras perspectivas aparentemente libertadora e modernidade, culturas ou religiões. Uma dificuldade específica que ocorreu no campo da relação com as outras religiões. Os autores têm se dedicado ao tema da religião popular na teologia da libertação, reconhecer que não dispunha de um compromisso mais firme para esta área de interesse, não só no que diz respeito à questão ecumênica, mas especialmente no diálogo com o Em alternativa, o continente mundo religioso. Isto não significa que o tema da religião não entrou no repertório da teologia da libertação, mas a reflexão feita no mesmo sempre procurou destacar a ambivalência característica. Explícita ou maneira mais sutil, geralmente procurou contrastar a religiosidade popular e fé libertadora. Exemplos são apresenta muito claramente os pioneiros da teologia da libertação. Uma tendência semelhante ocorre, a fim de resgatar a função libertadora da piedade popular e do exercício de “purificar” seu “alienante” e “opressores” elementos. É uma perspectiva que teve um impacto direto sobre os documentos Episcopado Latino-americano e de outras igrejas locais. No documento de Puebla, os bispos latino-americanos são: Por desatenção agentes de pastoral e outros fatores complexos, a religião do povo, em alguns casos que mostram sinais de desgaste e deformação: substitutos aberrantes e sincretismo regressiva aparecer. A posição predominante neste campo, com base no período de reflexão teológica, sempre insistiu na necessidade de acomodar os elementos libertadores da piedade popular. Um cargo que ainda ocupa refém da perspectiva de abertura de horizone limitado a alteridade religiosa. Esta questão pode ser a continuação do tratamento teológico. As dificuldades de teologia e religião são antigos, mas pode apontar para um momento importante na balizamente esta questão, do teólogo Karl Barth influxo, que decisivamente estabelecida a oposição entre a religião ea revelação-lo. Por Jean Daniélou essa oposição entrou na área católica, iniciando a chamada concordam que a teologia de acabamento. Pode-se notar nessa dificuldade de certos autores da teologia da libertação para realizar as religiões positivas, verdadeiro legado desta reflexão que fez e ainda faz escola. Quando a declaração Dominus Iesus estabelece firmemente a distinção entre fé e crença teológica está se manifestando essa herança e confessando sua dificuldade em reconhecer a revelação do valor em outras experiências religiosas. Mas os teólogos da libertação expressa dificuldade semelhante para manter a distinção entre a experiência de fé (teologia) e experiência sagrada (religião). Enquanto o primeiro experimento indicam o caminho de Deus para os homens, o segundo expressa a maneira de os homens a Deus. Como você pode ver, o desafio de como viver o eclesial uma multirreligioso América Latina continua a ser uma tarefa aberta. Em particular, desde os anos 90 que a teologia da libertação tentou enfrentar o desafio de aceitar a forma mais madura diversidade. A primeira ocorrência deste problema veio de autores que trabalharam com as questões indígenas e inculturação. Nomes importantes, como Diego Irarrázaval, Paulo Suess, Xavier Albo Bartolomé Meliá, entre outros, foram os pioneiros na singularidade da Índia como outra declaração, a especificidade da sua experiência de Deus e a peculiaridade necessária para resolver este problema em teologia da libertação. A nova forma de pensar ajudou a ampliar a visão da teologia da libertação. Open, em seguida, o espaço para a percepção da especificidade étnica, que não pode ser reduzido à questão da classe social, ou seja, a percepção dos outros níveis de opressão social. Em linha com a reflexão sobre a questão indígena, outros teólogos introduziu na reflexão teológica latino-americana o problema da inculturação. Da mesma forma aberta por teólogos que trabalharam estas questões podem acontecer também mencionou a contribuição trazida pelos teólogos e pastores que desenvolveram o tema da teologia das religiões africanas no Brasil. O impulso decisivo veio, no entanto, a evolução da espiritualidade da libertação. Com reflexão e, acima de tudo, a prática desta espiritualidade firmado clima decisivo de abertura e aceitação da diversidade, consciência e proporcionando dom gratuito de Deus sempre maior. Uma expressão desse novo momento foi a realização da Primeira Reunião do Povo de Deus da Assembleia em Quito (Equador), em 1992. Neste importante reunião dedicada à idéia de “macro-ecumenismo”. Um novo termo para expressar a nova consciência do ecumenismo que se caracteriza pela universalidade do povo de Deus: o povo de Deus são muitos. Um novo ecumenismo que está disposto a “abraçar com mais armas e mais corações a única grande Deus.” Vale a pena notar a presença de largas experiências e reflexões abertos e ousados macro hoje no Brasil, ganhando a vida por autores como Peter Casaldáliga e expressão Marcelo Barros. No lançamento da nova edição de sua teologia da libertação teólogo Gustavo Gutiérrez escreveu um prefácio revista teologia longo da libertação. Em sua opinião, nos últimos anos, o itinerário desta teologia veio enriquecida com vista ao alargamento. Insiste, em particular a importância do diálogo com outras teologias, que ajudou a expandir “pobre compreensão do mundo”, bem como captar, entender e apreciar melhor “aspectos de nossas pessoas que tinham ficado no escuro um pouco de teoria ou não correlacionados com a prática. “Como um dos principais desafios contemporâneos da teologia da libertação, Gutierrez diz o pluralismo religioso e do diálogo inter-religioso. É para ele uma “questão fundamental para a fé cristã” no momento. Um desafio que se apresenta como delicado e complexo, exigindo nova.Pessoas e Sociedade A pessoa humana é um ser social revelada. Isso mostra o seu apelo a Deus como a última, com a relação de amor entre as três Pessoas da Santíssima Trindade como também para você. Interatividade com os colegas para promover suas qualidades e ajuda a reconhecer os limites de suas ações e decisões. A sociedade é um grupo de pessoas ligadas organicamente por um princípio de unidade que vai além de cada um. Dentro de uma vida social, portanto, é necessário que cada um se esforça para garantir um funcionamento eficiente dos fins assinados, e aprender a respeitar a ordem estabelecida e as autoridades. Independentemente da forma como a sociedade está organizada, ou os objetivos que pretende pessoa humana deve ser o princípio, sujeito e finalidade de cada instituição social. Tendo em conta os perigos que podem vir de um mal-entendido sobre a verdadeira natureza de uma sociedade, e da centralidade da pessoa em todo o processo, a doutrina social da Igreja desenvolveu o princípio da subsidiariedade, segundo o qual “a sociedade de uma ordem superior não deve interferir nos assuntos internos de ordem inferior, privando-a das suas funções, mas sim deve apoiá-la em caso de necessidade e ajudar a coordenar a sua actividade com o resto da sociedade, tendo em conta o bem comum”. O próprio Deus, mas acima de tudo, não interfere nas decisões pessoais e sociais dos seres humanos para que possa prejudicar a liberdade dada por ele mesmo. Além disso, ele permite ao homem exercer o poder de administrar a criação e organizar socialmente como você escolher. O princípio de subsidiariedade opõe-se a todas as formas de coletivismo arbitrária, incluindo a definição dos limites da intervenção estatal em relação aos assuntos de pequenas empresas. A CONVERSÃO E A SOCIEDADE Enquanto “a sociedade é essencial para a realização da vocação humana”, o seu entendimento não pode hesitar em estabelecer a ordem correta entre os valores interiores e espirituais vêm em primeiro lugar, e equipamentos e instintivas valores, que vêm em segundo. Se eles chegarem aos objectivos pretendidos, e não o outro, ou mais meios de comunicação, as pessoas são tratadas como meios para usar efeitos, o resultado final será sempre injustiça. O cristão, como tal, não pode viver os mandamentos de Deus em uma estrutura injusta da sociedade. As pessoas não têm conversão interior quando a prática social não é intencional ou não promover o bem comum, já que são as mesmas pessoas que fazem as sociedades e lutar por seus objetivos. Esta conversão não é possível sem a graça divina, tanto como uma sociedade sem a caridade não é possível, isto é, o amor de Deus e ao próximo e amor a ordem social. A PARTICIPAÇÃO NA VIDA SOCIAL • A Autoridade A comunidade humana carece de liderança, ou seja, uma autoridade para conduzir de forma organizada, a fim de prevalecer o bem comum. Autoridade significa ter capacidade de criar, que se originam. No contexto social, é que a autoridade, instituição ou cobrindo o poder do governo para estabelecer e fazer cumprir as leis, e cobrar o cumprimento. De busca o bem comum da sociedade, autoridade ou a sua existência tem legitimidade divina, porque ” não há nenhuma autoridade venha de Deus ”. Corresponde a satisfazer a regido que é revestido com autoridade e ocupar esta função. Certamente, sem renunciar a todos o direito de escolher livremente o regime ea designação dos governantes. A liberdade de escolher diferentes regimes políticos é perfeitamente moral, desde que o regime respeite a indispensabilidade da lei natural, à ordem pública e os direitos fundamentais dos indivíduos. Qualquer autoridade é legitimada se atos contrários à sua natureza de fornecer e gerir o bem comum. Para os bons prevalece comuns é importante para criar equilíbrio e limitar o poder de autoridade, o que pode ser feito através da existência de diferentes esferas de poder que é autônoma e auto-controle. O bem comum O bem comum é a soma de tudo o que a vida social exige que cada pessoa e cada comunidade humana para atender mais plenamente sua perfeição e plenitude. O bem comum afeta a todos. É constituída por três elementos:Respeito 1 por pessoa como tal;2- O Bem-Estar Social e Grupo de Desenvolvimento;3. O bem comum é sempre orientada para as pessoas progressistas. Responsabilidade e Participação Participar das relações sociais com boa vontade, livre e generosamente, é uma expressão da dignidade humana. Esta participação na sociedade se dá na atuação em: Responsabilidade pessoal: o zelo pela família e trabalho digno que levam ao bem comum;Vida pública: participação nas funções políticas, usufruindo dos espaços existentes na vida pública;Conversão: conscientizar-se da necessidade ética na busca do bem comum, regularizando situações de descumprimento da lei (civil) e prescrições do dever social.'Cabe àqueles que exercem a função de autoridade fortalecer os valores que atraem a confiança dos membros do grupo e os incitam a se colocarem ao serviço dos semelhantes'. A Justiça Social O respeito à Pessoa Humana A pessoa humana é o centro de toda a existência e atuação da sociedade, e precisa ser respeitada como tal. Seus direitos de dignidade existem antes da formação social e, por isso, não podem ser lesados ou perdidos em vista de leis que positivas ilegítimas. A Igreja tem o dever de lembrar tais direitos aos que se demonstram negligentes a eles. 'O respeito pela pessoa humana passa pelo respeito deste princípio: que cada um respeite o próximo, sem exceção, como outro eu, levando em consideração antes de tudo a sua vida e os meios necessários para mantê-la dignamente'. Igualdade e Diferenças Entre os Homens A igualdade fundamental e essencial entre os homens se dá na igual dignidade que desfrutam, sejam como participantes da mesma natureza humana, sejam como chamados a graça divina. As diferenças ocorrem de modo positivo, nas capacidades individuais que obrigam os homens a precisarem uns dos outros no amparo e no auxílio, pela troca de experiências entre gerações ou por mútua prestação de serviços. As diferenças negativas são aquelas que provêm das iniquidades e do pecado, que geram as violências, guerras e injustiças. A Solidariedade Humana A solidariedade é o principio regente da superação das deficiências materiais e espirituais em todas as relações sociais. Por ela é que todas as pessoas, governantes e governados, ricos e pobres, empregados e empregadores, de todas as noções, promoverão bem comum e paz no mundo. É a solidariedade que pode promover verdadeiramente a distribuições dos bens da terra, a justiça e a caridade. A Lei Moral 'A lei é uma regra de comportamento promulgada pela autoridade competente em vista do bem comum. A lei moral supõe a ordem racional estabelecida entre as criaturas, para seu bem e em vista de seu fim, pelo poder, pela sabedoria e bondade do Criador'. A Lei Moral Natural Por vontade de Deus, sobretudo como Criador do ser humano, este ser humano é capaz de discernir o bem do mal, a verdade da mentira. Por esta poderosa ferramenta, o homem, participante da bondade e sabedoria divina que realiza o bem. A lei natural está na origem da criação, por isso, sustenta a boa relação entre os homens e, mesmo que contrariada, não pode ser destruída ou extinguida da natureza humana. Ela está universalmente estendia ao coração de todos os homens. É certo que a aplicação da lei natural vai variar a partir de como cada época e lugar é capaz de percebê-la e exteriorizá-la. Ela, porém, é imutável. Em vista das distorções causadas pelo pecado à consciência humana, são necessárias a graça e a revelação para compreender em completude e clareza o que é e a beleza da lei natural moral. A Lei Antiga A seu modo, Deus elegeu o povo israelita como ponto de partida de sua revelação, o que culminará na salvação em Cristo. Neste período, Deus deu ao seu povo as orientações de sua vontade por meio do Decálogo. O Decálogo, entretanto, embora exprimisse a vontade divina, era ainda insuficiente para auxiliar o progresso humano no caminho da redenção. Era uma lei que mostrava o caminho da vontade de Deus, mas não conferia a graça para um êxito pleno no seu cumprimento. A Lei antiga é uma preparação para o Evangelho, a Nova Lei. A Nova Lei ou Lei Evangélica A Nova Lei é a luz que faltava para desobscurecer o que a consciência humana entendia de forma dúbia ou equivocada. Com ela, tem-se perfeição, neste mundo, da lei divina natural e revelada. A lei Evangélica enfim: 1- Dá pleno cumprimento à antiga Lei, afina-a, ultrapassa-a e aperfeiçoa-a;2- Dá pleno cumprimento aos mandamentos da Lei;Pratica os atos da religião sem a intenção de atrair aplausos para si, mas pelo bem em si mesmo;Realiza a caridade que se antecipa no outro o que espera para si.Toda Lei Evangélica, portanto, se resume no mandamento novo de Jesus, de que todos se amem como Ele amou.Parte inferior do formulário O papel da igreja no mundo atual Em tempos tão conturbados como estes em que estamos vivendo, os cristãos precisam ter em mente, com muita clareza, qual é o seu papel no mundo. Digo isto,a propósito, por perceber que, muitos são os crentes que estão confusos.É triste perceber que a esperança da maioria é puro escapismo, pois não esperam estar no mundo quando da manifestação do anticristo. E nem percebem ainsensatez da idéia da aparição do anticristo após a remoção da Igreja e do Espírito Santo da Terra. Pois, se o anticristo se levantasse quando já não estivessem mais na Terra nem a Igreja (o Corpo de Cristo) e nem o Espírito de Deus, neste caso, ele seria anti o que? Observe que o próprio João, autor do Apocalipse, disse que, já no seu tempo, 'muitos anticristos (haviam) têm surgido, pelo que sabemos que é a última hora' (1 Jo 2.18).Portanto, em vez de estarem aguardando um escape do anticristo, os cristãos deveriam reconhecer, confrontar e encarar as distintas manifestações do mal no tempo presente, que se opõem aos valores e a pessoa de Cristo. Em vez disso, boa parte se contenta com o papel de meros espectadores dos eventos escatológicos.São 'crentes de arquibancada', que vivem alienados e a margem do processo histórico. Outros, por sua vez, assumem o papel de agoureiros do fim, alguns chegam até a esboçar alguma espécie de alegria mórbida diante das catástrofes, o que não se justifica, nem mesmo com a alegação de que as Escrituras estão se cumprindo. Pois Deus não se alegra com o mal e nem com o sofrimento ou com a morte de quem quer que seja (Ez 33.11 e 1 Co 13.6).Os textos bíblicos que tratam de escatologia não existem para saciar nossa curiosidade, nem param nos tornar mais 'sabidos', nem nos tornar espectadores e nem muito menos para servir de escapismo e fuga da realidade. Jesus deixou claro qual deveria ser o papel dos cristãos: 'vós sois a luz do mundo e o sal da terra' (Mt5.13 e 14). Luz, sabemos, tem a ver com vida, verdade, justiça e paz; enquanto o sal possui duas propriedades muito relevantes para o tema em questão, a saber:preservação e tempero. Somam-se a isto, muitos outros textos que nos exortam a orarmos e buscarmos a paz, entre eles: (1 Tm 2 e 1 Pe 3.11; Rm 12.18, Hb 12.14 eTg 3:18) e a sermos servos da justiça (Rm 6:18). Portanto, a Igreja possui uma enorme responsabilidade social. Os cristãos, como embaixadores que são de Cristo (2Co 5.20) e como promotores do bem, da paz, do amor, da verdade e da justiça, devem assumir uma postura ativa, como protagonistas da história, na construção de uma sociedade melhor e na promoção da paz, da justiça e da alegria, que são características marcantes do Evangelho do Reino que pregamos e vivemos. Neste sentido, a Igreja deve ser testemunha vivada eficácia e do valor de seu próprio ensino. Portanto, por exemplo, não podemos propor a paz ao mundo, quando nós mesmos vivemos em guerra e nãoconseguimos resolver conflitos pessoais e corriqueiros, que em sua maioria, são bem menos complicados, se comparados aos grandes conflitos mundiais. A nossa luz deve brilhar não apenas em palavras, mas, principalmente, em boas obras(Mateus 5:16) e em atitudes que revelem o nosso compromisso com a mensagem do Evangelho. Aguardamos e apressamos a Vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo,não de braços cruzados, mas cumprindo a missão que Ele nos deu (1 Pe 3), pois o Seu retorno está atrelado ao cumprimento da missão da Igreja (Mc 13.10).Bispo José Ildo Swartele de A IGREJA A Igreja tem sido sempre, desde o seu nascimento até o presente, a história da graça de Deus para com o homem.Antes de adentrarmos no estudo dos vinte séculos em que a igreja de Cristo tem estado em atividade, veremos os grandes acontecimentos, os quais servem como divisória, e cada um deles assinala o término e início de uma época.Considerando cada um destes acontecimentos, sete ao todo, veremos que eles indicam os grandes períodos da História da Igreja. A) A ORIGEM DA IGREJA A igreja de Cristo sempre existiu na mente e coração do Pai, desde antes da fundação do universo.Efésios 1 : 4 Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor; I Pedro 1 : 20 O qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós; O plano de Salvação estava traçado por Deus desde o eterno passado. O sacrifício fora feito antes da fundação do universo, isto é, antes mesmo de ser efetuado no calvário, o cordeiro já era conhecido pelo Pai. Em uma ordem lógica, podemos admitir que : Deus fundou a Igreja, Jesus Cristo formou a Igreja e o Espírito Santo confirmou a Igreja. Assim, o projeto no coração de Deus, a formação pelo ministério de Cristo e a confirmação, no dia de Pentecostes, pelo poderoso derramamento do Espírito Santo. B) A FUNDAÇÃO DA IGREJA Efésios 3 : 9 E demonstrar a todos qual seja a dispensação do mistério, que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo; A Igreja que antes era um mistério ” oculta em Deus ” fora revelada em Cristo, tornando-se o ” segredo de Deus ” conhecido aos homens. A expressão ” oculto em deus ” indica que a igreja esteve sempre na mente de Deus, e vindo a ser conhecida pelo ministério terreno de Jesus Cristo e o Espírito Santo. A Igreja de deus, começou a formar e revelar-se no tempo, quando João Batista disse; Eis o Cordeiro de Deus. João 1:36. C) O NASCIMENTO DA IGREJA A Igreja de Cristo iniciou sua história com um movimento de âmbito mundial, no dia de Pentecostes, cinquenta dias após a ressurreição, e dez dias depois da ascensão do Senhor Jesus Cristo. A Palestina onde o cristianismo deu seus primeiros passos ocupava uma posição geográfica privilegiada pois ocupava uma área onde era a encruzilhada das grandes rota comerciais que uniam o Egito à Mesopotâmia, e a Arábia com a Ásia Menor. Por isso vemos na história descrita no Velho Testamento, esta área tão cobiçada sendo invadida por vários impérios. A língua predominante na época era o grego. Uma língua universal, apesar do império dominante ser o império Romano, que unia em um só governo boa parte do mundo conhecido. Era um governo pacífico e próspero e suas cidades estavam em progresso e viajar não era mais difícil pois muitas estradas foram construídas. Apesar de haver muitas religiões e filosofias ( A política dos romanos era, em geral, tolerante em relação a religião e aos costumes dos povos conquistados. ) o mundo estava vazio espiritualmente, Assim o mundo estava pronto para a recepção de uma nova religião. A “plenitude do tempo” não quer dizer que o mundo estivesse pronto a se tornar cristão, mas quer dizer que, nos desígnios de Deus, havia chegado o momento de enviar o seu filho ao mundo. • O Crescimento e a Expansão da Igreja O crescimento e a expansão da Igreja foi a causa da organização e da disciplina. A perseguição aproximou as Igrejas e exerceu influência para que elas se unissem e se organizassem. O aparecimento da heresias impôs, também, a necessidade de se estabelecerem alguns artigos de fé, e, com eles, algumas autoridades para executá-las. Outra característica que distingue esse período é sem dúvida, o desenvolvimento da doutrina. Na era apostólica a fé era do coração, uma entrega pessoal a vontade de Cristo. Entretanto no período que agora focalizamos, a fé gradativamente passara a ser mental, era uma fé do intelecto, fé que acreditava em um sistema rigoroso e inflexível de doutrinas. O credo Apostólico, a mais antiga e mais simples declaração da crença cristã, foi escrito durante esse período. Nesta época surgiram três escolas teológicas. Uma em Alexandria, outra na Ásia Menor e outra na África. Os maiores vultos da historia do Cristianismo passaram por essas escolas: Orígenes, Tertuliano e Cipriano Seitas e Heresias Juntamente com o desenvolvimento da doutrina teológica, desenvolviam-se também as seitas, ou como lhes chamavam, as heresias na igreja cristã. Os cristãos não só lutam contra as perseguições , mas contra as heresias e doutrinas corrompidas. O Desenvolvimento do poder na Igreja Romana Roma reclamava para si autoridade apostólica. A Igreja de Roma era a única que declara poder mencionar o nome de dois apóstolo como fundadores, isto é, Pedro e Paulo. A organização da Igreja de Roma e bem assim seus dirigentes defendiam fortemente estas afirmações. Neste ponto há um contraste notável entre Roma e Constantinopla. Roma havia feito os imperadores, ao passo que os imperadores fizeram Constantinopla. Além disso Roma apresentava um Cristianismo prático. Nenhuma outra igreja a sobrepujava no cuidado para com os pobres, não somente com os seus membros , mas também entre os pagãos. Foi assim que em todo o ocidente o bispo de Roma, começou a ser considerado como autoridade principal de toda a igreja. Foi dessa forma que o Concílio Calcedônia, na Ásia Menor, no ano 451 AD, Roma ocupou o primeiro lugar e Constantinopla o segundo lugar. O Cristianismo Vivo O Cristianismo dessa época decadente ainda era vivo e ativo. Devemos mencionar aqui alguns bispos e dirigentes da igreja nesse período que contribuíram para manter vivo o Cristianismo. Atanásio ( 296 – 373 ) Foi ativo defensor da fé no início do período. Ja vimos como ele se levantou e se destacou na controvérsia de Ário; foi escolhido bispo de Alexandria. Cinco vezes exilado por causa da fé, mas lutou fielmente até o fim. Ambrósio ( 340 – 397 ) Foi eleito bispo enquanto ainda era leigo e nem mesmo batizado. Converteu-se posteriormente, repreendeu o próprio imperador (Teodósio) por causa de um ato cruel e mais tarde o próprio imperador o tratou com alta distinção. Foi autor de vários livros. João Crisóstomo ( 345 – 407 ) ” Boca de ouro ” em razão de sua eloquência inigualável, foi o maior pregador desse período. Chegou a ser bispo em Constantinopla. Entretanto, sua fidelidade, zelo reformador e coragem, não agradava à corte. Foi exilado e morreu no exílio. Jerônimo ( 340 – 420 ) Foi o mais erudito de todos. Estudou literatura e oratória em Roma. De seus numerosos escritos, o que teve maior influência foi a tradução da Bíblia para o latim, obra que ficou conhecida como Vulgata Latina, isto é, a Bíblia em linguagem comum, até hoje usada pela Igreja católica Romana. Agostinho ( 354 – 430 ) O nome mais ilustre desse período, bispo em Hipona na África. Escritor de vários livros sobre o Cristianismo e sobre a própria vida. Porém a fama e a influência de Agostinho estão nos seus escritos sobre a teologia cristã, da qual ele foi o maior expositor, desde o tempo de Paulo. V. A IGREJA MEDIEVAL Este período vai desde a queda de Roma em 476 AD até a queda de Constantinopla, 1453 AD. A IGREJA ATUAL Nos últimos três séculos, nossa atenção dirigir-se-á especialmente para as igrejas que nasceram da Reforma. Pouco depois da Reforma apareceram três grupos diferentes na igreja inglesa: – Os elementos romanistas que procuravam fazer amizade e nova união com Roma; – O anglicanismo, que estava satisfeito com as reformas moderadas estabelecidas nos reinados de Henrique VIII e da rainha Elisabete; – E o grupo protestante radical que desejava uma igreja igual às que se estabeleceram em Genebra e Escócia. Este último grupo ficou conhecido, cerca do ano de 1654, como “os puritanos”, e opunha-se de modo firme ao sistema anglicano no governo de Elisabete, e por essa razão muitos de seus dirigentes foram exilados. Os puritanos também estavam divididos entre si: uma parte mais radical, era favorável à forma presbiteriana; a outra parte desejava a independência de cada grupo local, conhecidos como “independentes” ou “congregacionais”. Apesar dessas diferenças, continuavam como membros da igreja inglesa. Na luta entre Carlos I e o Parlamento, os puritanos eram fortes defensores dos direitos populares. No início o grupo presbiteriano predominava. Por ordem do Parlamento, um concílio de ministros reunido em Westminster, em 1643, preparou a “Confissão de Westminster” e os dois catecismos, considerados durante muito tempo como regra de fé por presbiterianos e congregacionais. Após a Revolução de 1688, os puritanos foram reconhecidos como dissidentes da igreja da Inglaterra e conseguiram o direito de organizarem-se independentemente. Do movimento iniciado pelos puritanos surgiram três igrejas, a saber, a Presbiteriana, a Congregacional, e a Batista.Nos primeiros cinquenta anos do século dezoito, as igrejas da Inglaterra, a oficial e a dissidente, entraram em decadência. Os cultos eram formalistas, dominados por uma crença intelectual, mas sem poder moral sobre o povo. A Inglaterra foi despertada dessa condição, por um grupo de pregadores sinceros dirigidos pelos irmãos João e Carlos Wesley e Jorge Whitefield. Dentre os três, Whitefield era o pregador mais poderoso, que comovia os corações de milhares de pessoas, tanto na Inglaterra como na América do Norte. Carlos Wesley era o poeta sacro, cujos hinos enriqueceram a coleção hinológica a partir de seu tempo. João Wesley foi, sem dúvida alguma, o indiscutível dirigente e estadista do movimento. Na idade de trinta e cinco anos, quando desempenhava as funções de clérigo anglicano, João Wesley encontrou a realidade da religião espiritual entre os morávios, um grupo dissidente da igreja Luterana. Em 1739 Wesley começou a pregar “o testemunho do Espírito” como um conhecimento pessoal interior, e fundou sociedades daqueles que aceitavam seus ensinos. A princípio essas sociedades eram orientadas por dirigentes de classes, porém mais tarde Wesley convocou um corpo de pregadores leigos para que levassem as doutrinas e relatassem suas experiências em todos os lugares, na Grã-Bretanha e nas colônias norte-americanas. Os seguidores de Wesley foram chamados “metodistas”, e Wesley aceitou sem relutância esse nome. Na Inglaterra foram conhecidos como “metodistas wesleyanos”, e antes da morte de seu fundador, contavam-se aos milhares. Apesar de haver sofrido, durante muitos anos, violenta oposição da igreja de Inglaterra, sem que lhe permitissem usar o púlpito para pregar, Wesley afirmava considerar-se membro da referida igreja; considerava o movimento que dirigia como uma sociedade não separada, mas dentro da igreja da Inglaterra. Contudo após a revolução norte-americana, em 1784, organizou os metodistas nos Estados Unidos em igreja independente, de acordo com o modelo episcopal, e colocou “superintendentes”, titulo que preferiu ao de “bispo”. Nos Estados Unicos o nome “bispo” teve melhor aceitação e foi por isso adotado. Nesse tempo os metodistas na América eram cerca de 14.000. O movimento wesleyano despertou clérigos e dissidentes para um novo poder na vida cristã. Também contribuiu para a formação de igrejas metodistas sob várias formas em muitos países. Na América do Norte, presentemente a igreja metodista conta com aproximadamente onze milhões de membros. Nenhum dirigente na igreja cristã conseguiu tantos seguidores como João Wesley. A Igreja da Inglaterra (Episcopal), foi a primeira religião protestante a estabelecer-se na América do Norte. Em 1579 realizou-se um culto sob a direção de Sir Francis Drake, na Califórnia. O estabelecimento permanente da igreja inglesa data de 1607, na primeira colônia inglesa em Jamestown, na Virgima. A Igreja da Inglaterra era a única forma de adoração reconhecida no início, na Virgínia e em outras colônias do sul. A igreja, nos Estados Unidos, tomou o nome oficial de Igreja Protestante Episcopal. O crescimento da igreja Episcopal desde então tem sido rápido e constante. Atualmente conta quase três milhões e meio de membros. A igreja Episcopal reconhece estas três ordens no ministério: bispos, sacerdotes e diáconos, e aceita quase todos os trinta e nove artigos da Igreja da Inglaterra, modificados para serem adaptados à forma de governo norte-americano. Sua autoridade legislativa está concentrada em uma convenção geral que se reúne cada três anos. Trata-se de dois corpos, uma câmara de bispos e outra de delegados clérigos e leigos eleitos por convenções nas diferentes dioceses. Uma das maiores igrejas existentes na América do Norte é a denominação Batista, a qual conta com mais de vinte milhões de membros. Seus princípios distintivos são dois: (1) Que o batismo deve ser ministrado somente àqueles que confessam sua fé em Cristo; por conseguinte, as crianças não devem ser batizadas. (2) Que a única forma bíblica do batismo é a imersão do corpo na água, e não a aspersão ou derramamento. Os batistas são congregacionais em seu sistema de governo. Cada igreja local é absolutamente independente de qualquer jurisdição externa, fixando suas próprias regras. Não possuem uma Confissão de Fé nem catecismo algum para instruir jovens acerca de seus dogmas. Contudo, não há no país igreja mais unida em espírito, mais ativa e empreendedora em seu trabalho e mais leal aos seus princípios, do que as igrejas batistas. Surgiram os batistas pouco depois da Reforma, na Suíça, e espalharam-se rapidamente no norte da Alemanha e na Holanda. No princípio foram chamados anabatistas, porque batizavam novamente aqueles que haviam sido batizados na infância. Na Inglaterra, a princípio, estavam unidos com os independentes ou congregacionais, mas pouco a pouco se tornaram um corpo independente. Com efeito, a igreja de Redford, da qual João Bunyan era pastor, cerca do ano 1660, e que existe até hoje, considera-se tanto batista como congregacional. Na América do Norte a denominação batista iniciou suas atividades com Roger Williams, clérigo da Igreja da Inglaterra expulso de Massachusetts porque se recusou a aceitar as regras e opiniões congregacionais. Roger fundou a colônia de Rhode Island, em 1644. Ali todas as formas de adoração religiosa eram permitidas, e os membros de religiões perseguidas em outras partes eram bem-vindos. De Rhode Island os batistas espalharam-se rapidamente por todo o continente. Depois da Reforma iniciada por Martinho Lutero, as igrejas nacionais que se organizaram na Alemanha e nos países escandinavos tomaram o nome de luteranas. No início da história da colonização holandesa da Nova Amesterdã, hoje Nova lorque, que se supõe haja sido em 1623, os luteranos, ainda que da Holanda, chegaram a essa cidade. Em 1652, solicitaram licença para fundar uma igreja e contratar um pastor. Entretanto, as autoridades da Igreja Reformada da Holanda opuseram-se a esse desejo, e fizeram com que o primeiro ministro luterano voltasse à Holanda, em 1657. Os cultos continuaram a ser realizados, embora não oficialmente. Contudo, em 1664, quando a Inglaterra conquistou Nova Amsterdã, os luteranos conseguiram liberdade de culto. Em 1638, alguns luteranos suecos estabeleceram-se próximo ao rio Delaware, e construíram o primeiro templo luterano na América do Norte, perto de Lewes. Porém a imigração sueca cessou até ao século seguinte. Em 1710, uma colônia de luteranos exilados do Palatinado, na Alemanha, estabeleceu a sua igreja em Nova Iorque e na Pensilvânia. No século dezoito os protestantes alemães e suecos emigraram para a América do Norte, aos milhares. Isso deu motivo à organização do primeiro Sínodo Luterano na cidade de Filadélfia, em 1748. A partir daí as igrejas luteranas cresceram, não só por causa da imigração, mas também pelo aumento natural, sendo que atualmente há aproximadamente nove milhões e meio de membros nas igrejas luteranas. Uma das primeiras igrejas presbiterianas dos Estados Unidos foi organizada em Snow Hili, Marvland, em 1648, pelo Rev. Francis Makemie, da Irlanda. Makemie mais seis ministros reuniram-se em Filadélfia, em 1706 e uniram suas igrejas em um presbitério. Em 1716, as igrejas e seus ministros, havendo aumentado em numero, e bem assim penetrado em outras colônias, decidiram organizar-se em sínodo, dividido em quatro presbitérios incluindo dezessete igrejas. As igrejas metodistas do Novo Mundo existem desde o ano de 1766, quando dois pregadores wesleyanos locais, naturais da Irlanda, se transferiram para os Estados Unidos e começaram a realizar cultos segundo a ordem metodista. Não se sabe ao certo se Filipe Embury realizou o primeiro culto em sua própria casa em Nova lorque ou se foi Roberto Strawbridge, em Fredrick County, Maryland. Esses dois homens organizaram sociedades, e, em 1768, Filipe Embury edificou uma capela na Rua João, onde funciona ainda um templo metodista episcopal. O número de metodistas na América do Norte cresceu. Por essa razão, em 1769, João Wesley enviou dois missionários, Ricardo Broadman e Tomás Pilmoor, a fim de inspecionarem a obra e cooperarem na sua extensão. Outros pregadores, sete ao todo, foram enviados da Inglaterra, dentre os quais se destacou Francisco Asbury, que chegou aos Estados Unidos em 1771. A primeira Conferência Metodista nas colônias foi realizada em 1773, presidida por Tomás Rankin. Porém, em razão do início da Guerra de Independência, todos os pregadores deixaram o país; exceto Asbury, e a maior parte do tempo, até que a paz foi assinada em 1783, ele esteve afastado. Quando o governo dos Estados Unidos foi reconhecido pela Grã-Bretanha, os metodistas da América do Norte alcançavam o número de quinze mil. O FUTURO QUE NOS ESPERA Ao observarmos a história da humanidade , podemos ver o seu crescimento demográfico. No primeiro século da era cristã , a população mundial beirava os 250 milhões de habitantes , e 15 séculos mais tarde chegava perto dos 500 milhões . Dois séculos e meio mais tarde , porém , a população alcançou o seu primeiro bilhão de pessoas , e um século depois já beirava os dois bilhões . Em 1980, 70 anos mais tarde , a população dobrava mais uma vez e a estimativa da população mundial para o ano de 2000 é de mais de 6 bilhões . Isso trouxe uma 'congestão urbana' , pois a grande maioria dos homens passou a viver nos grandes centros urbanos . Temos o caso de São Paulo que , em 1980, era a quinta maior cidade do mundo, com 13,5milhões de habitantes , e a projeção para o ano 2000 é que essa metrópole ocupará o segundo lugar , com 25,8 milhões de habitantes .Assim , estima-se que 80% da população estará vivendo nos centros urbanos . Esse crescimento foi tão acelerado que os técnicos convencionaram chamá-lo de ' explosão demográfica ' . Surge ,então , outro problema: o êxodo rural . A emigração para os centros urbanos é um fenômeno mundial . É falso crer que a cidade atrai pelo seu encanto e excitação . Na maioria dos casos ( 80%) , a única motivação de tal movimento é o dinheiro . No Brasil , a população rural cresceu três vezes menos do que a urbana . O êxodo rural colocou fim à fronteira agrícola entre Paraná, Maranhão e o Centro – Oeste. Trinta milhões de pessoas emigraram para as cidades entre os anos 1960 -1970 . 'Nos anos 90 , 60 milhões mudarão para as cidades a cada ano e na década de 2020 [ espera-se ] que 90 milhões mudem para as cidades a cada ano' trazendo consigo a destruição da natureza e a queda na produção de alimentos , sem esquecer os conflitos sociais que esse 'inchamento' trará as cidades. Nas palavras de Ralph W. Neighbour, de Houston, Texas: Outro fator da imigração às cidades é o chamado grupo dos ' marginalizados' , o qual nunca volta à sua terra e aos seus parentes . Essas pessoas são os fugitivos , os rejeitados socialmente. As mulheres estéreis não têm lugar no campo . As viúvas da mesma forma … as prostitutas , os párias feridos , procedem desses grupos , os quais carecem de tudo quando chegam nas cidades . Extraindo o dinheiro das únicas fontes possíveis : a prostituição e o lixo…são literalmente barcos sem leme… Precisamos reconhecer que taxamos o evangelho muito alto para os pobres das zonas urbanas… Não podemos pensar em modelos de evangelização urbana sem tomar em conta os pobres. Essa citação introduz um novo problema , agora no aspecto social : pobreza , miséria , desemprego , marginalização . ' A modernização industrial criará trabalhos mais interessantes e rendosos. Vai, em contrapartida, exigir menos trabalhadores , gerando desemprego.' Dessa maneira , caberá à sociedade brasileira saber como entrar na modernidade , para não termos uma pequena elite de trabalhadores e uma enorme massa de marginalizados , um sem –número de entregadores de pizza e engraxates em cada esquina. A década de 90 ensina-nos que, em 60 anos de industrialização , o Brasil gerou três categorias sociais: ricos, pobres e indigentes . Estes últimos são 32 milhões de pessoas que se tornam um desafio não só para os poderes do governo , mas também para a igreja . E a igreja deve perguntar a si própria quando projetar o futuro de suas atividades ministeriais 😮 que fazer no quadro trágico do Brasil de hoje? Alvin Toffler descreve o mundo emergente superindustrial como o da 'transitoriedade' que se constitui no epitáfio da permanência . Essa transitoriedade afetará 'afetará o próprio modo de como 'sentimos' o mundo à nossa volta' , penetrará e tingirá 'nossa consciência , afetando radicalmente o modo como nos relacionamos com as outras pessoas , com as coisas , com todo um universo de idéias , arte e valores… A transitoriedade , de fato , pode ser definida bastante especificamente em termos de taxa com que nossos relacionamentos mudam'. Num mundo urbano cada vez menos estável , onde, devido à economia , as famílias mudam de residência a cada dois anos , como a igreja evangélica vai lidar com a transitoriedade — primeiramente de seus próprios membros e, em segundo lugar dos habitantes da região abrangida por seu ministério? A Consciência da Comunidade Para muitos , o passado tornou-se uma irrelevante peça de museu. Outros , querendo reviver o passado, fazem tentativas de manter um cadáver vivo . A igreja evangélica brasileira conformou-se a lembrar da história em termos de datas e comemorações, mas tratam-se de 'festividades cronológicas', e não de história . Datas , nomes e conquistas destacam-se dentro de uma realidade de luta , de agressividade, de transformações , de questionamento, de crises etc. Isso sempre dentro de um contexto nacional específico. Esquecemos que os pioneiros olhavam para o futuro , sabiam que estavam fazendo história e legaram-nos o conhecimento da 'dinâmica da história '. Eles não se conformaram com a situação da época , com o status quo do momento , pois estavam construindo a 'igreja do futuro', e esse legado foi deixado para as gerações seguintes — isto é , para nós , a fim de que fizéssemos a mesma coisa . Os pioneiros sabiam que chegavam: Num momento em que a América Latina emergia lentamente de sua história colonial e buscava sua integração no mundo moderno. O protestantismo significou um chamado à mudança, à transformação, centralizado na religiosa, mas que tinha repercussão na totalidade da vida e da sociedade…[ dessa forma ] o protestantismo foi um elemento subversivo em termos de sociedade latino-americana tradicional. Devemos ter uma ' real memória do passado ', não tanto das datas e dos nomes, mas da visão evangélica de nossos antepassados. Assim como nossos 'pais denominacionais' viram o Brasil emergir lentamente de sua história colonial, precisamos nos questionar : de onde o pais precisa emergir ?Onde é que esse Brasil precisa ser integrado? Como a igreja evangélica brasileira pode ajudar nesta emersão e integração ? Essas perguntas foram respondidas no passado, mas cabe a nós dar respostas claras e objetivas também hoje, pois no terceiro milênio a história nos julgará. Conforme disse Carlos Mesters: memória do passado é um elemento constitutivo da personalidade do homem, que dela se serve, como um instrumento importantíssimo, para crescer . Ela o ajuda e o prepara para enfrentar a vida , no seu contato progressivo com a realidade. Com tal memória o sujeito encontra critérios para julgar e criticar a realidade que o questiona. Ele possui aí, realmente, uma mostra de vida ,que o permite situar-se e encontrar-se . O mesmo vale para grupos e comunidades. A Evangelização do Ser Humano O mandamento de evangelizar é único, pois é o único mandamento que aparece em cinco livros do Novo Testamento (Mt. 28:18-20; Mc 16:15; Lc 24:47; Jo 20:21; At 1:8 ) . Cada autor apresenta o mandamento de Jesus de forma diferente , mas a ênfase é única : evangelizar. A evangelização neotestamentária parte de um ponto que podemos chamar de ' ponto de contato ' e que consistia na necessidade do ser humano. A igreja neotestamentária era uma igreja criativa na sua evangelização, que sob a direção do Espírito Santo chegava aos homens com a mensagem compreensível, inteligível, respondendo as questões e necessidades dos ouvintes e levando aos homens a reconhecerem Jesus como o Senhor. Era uma mensagem bíblica sadia, com uma resposta correta à situação existencial do indivíduo. A mensagem não podia ser incompreensível, asfixiante, mas ' liberalizante ' (não confundir com ' liberalismo teológico' nem com a perspectiva da teologia da libertação ). A mensagem trazia aos ouvintes as respostas para as suas inquietações, interrogações temores, desejos, ansiedades etc. Falava-se de Cristo como sendo a resposta porque se sabia qual era a pergunta. Ao evangelizar, havia uma comunicação efetiva, e isso era possível porque falava-se no mesmo nível situacional-existencial do povo que ouvia . O evangelho tornou-se verdadeiramente pertinente e transformador porque auscultava as situações concretas do ser humano. Havia uma comunicação integral para o homem integral com o evangelho integral, porque se reconhecia que um corpo sem alma era defunto e uma alma sem corpo era fantasma. Dessa forma, a mensagem neotestamentária, vista nos primeiros pregadores da igreja primitiva , tinha o objetivo de preparar o homem para viver , e não somente para morrer. É isso que se vê quando examinamos os sermões, diálogos e apologias dos pregadores e ensinadores da palavra no livro de Atos. Eles estão respondendo a questões específicas levantadas pelo seu auditório. E o que dizer da maioria das epístolas ? Elas apresentam as questões específicas do momento em que as igrejas estavam inseridas. No terceiro milênio , diante do 'choque do futuro', da descontinuidade, da transitoriedade, dos sub-cultos que já começaram a aparecer, a igreja deverá ser agressiva em sua evangelização. E essa agressividade terá de ser direcionada para 'mexer ' no ser 'existência'. A igreja, com seus pregadores, pastores, mestres, evangelistas, etc., deverá desenvolver a criatividade, que é um Dom de Deus. Eles precisarão abrir os olhos à realidade nacional e mundial e ao modo como esta vem informando e formando os indivíduos. No mínimo, a igreja e seus membros deverão estar olhando sempre para o futuro, baseado no conhecimento do presente. A TEOLOGIA DO 'FIM DO MUNDO' Quando Jesus prometeu aos Seus discípulos: 'Eu voltarei' (João 14:3), Ele criou uma esperança que têm ardido no coração de quase todos os cristãos por mais 2.000 anos. E, raras vezes desde o primeiro século dC tem esta esperança queimado mais intensamente nos corações dos cristãos do que hoje. Esta esperança é escurecida, no entanto, por uma sombra. Segundo a Bíblia, um momento terrível de angústia, muitas vezes chamado de 'tribulação' – terá lugar na Terra pouco antes da segunda vinda de Cristo. Por quase 1.800 anos, os cristãos acreditavam que todo o povo de Deus iria passar por essa tribulação. No entanto, cerca de 200 anos atrás, uma nova teoria foi proposta – que Deus levará os verdadeiros cristãos para fora do mundo e os transportará para o céu antes da Tribulação. Aqueles que ficarem para trás passarão pela Tribulação, durante a qual milhões de judeus serão convertidos ao cristianismo. A segunda vinda de Cristo ocorrerá no final da Tribulação. A deportação dos santos para o céu antes da Tribulação é chamada de 'arrebatamento'. Segundo os que defendem essa teoria, o arrebatamento será secreto no sentido de que, num primeiro momento, ninguém vai saber que ele ocorreu. Aqueles que são deixados para trás na terra só irão perceber que isso aconteceu quando eles se tornam conscientes de que muitas pessoas desapareceram de repente, sem qualquer razão. Uma série de filmes religiosos tentou retratar este arrebatamento nos últimos anos. Estes filmes mostram tipicamente pessoas espantadas perguntando o que aconteceu com seus amigos e entes queridos. Outra cena comum é a de carros desgovernados e aviões caindo, porque seus motoristas e pilotos foram 'arrebatados'. Em certo sentido, esta visão do fim do mundo poderia ser chamada de uma teoria dupla da segunda vinda, porque divide o retorno de Cristo para o nosso planeta em duas partes, o arrebatamento antes da Tribulação e a Segunda Vinda na sua conclusão. Neste artigo, examinaremos a evidência bíblica sobre o fim do mundo e a segunda vinda de Cristo. Muitas pessoas não o sabem, mas este mundo chegará ao fim. Elas pensam que o mundo existirá por tempo indeterminado, devido ao fato que ele permanece da mesma maneira desde que o conhecem. Alguns imaginam: quando o nosso sol extinguir-se, então, o mundo chegará ao fim; ou: se acontecer uma guerra nuclear, a humanidade deixará de existir. Entretanto, independentemente dessas perspectivas, as pessoas sentem que o mundo simplesmente perpetuará sua existência. Aqueles que mantêm esse ponto de vista ignoram duas coisas. Primeira: o mundo já sofreu uma destruição catastrófica, ou seja, o Dilúvio, na época de Nóe. Deus julgou o mundo antigo por causa de sua depravação e executará juízo sobre o mundo novamente. Segunda: as palavras de Jesus e da Bíblia a respeito do fim do mundo. Jesus, o eterno Filho de Deus, já veio a este mundo, como alguém especialmente comissionado por Deus, o Pai. Ele nasceu de uma virgem, curou enfermos e ressuscitou mortos; ao ser crucificado e morto, sofreu o castigo que os pecadores mereciam; ressuscitou dentre os mortos ao terceiro dia e agora está entronizado, com poder, à direita de Deus. Ele virá a este mundo novamente. Mas, naquela ocasião, será em glória, com todos os anjos de Deus. Sua volta não será apenas uma manifestação espiritual; Ele retornará em forma física, de modo que todos os homens O vejam. Eles saberão que é o próprio Senhor Jesus e não outra pessoa qualquer (Mt 24.27-44). Deus, que no princípio criou o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego da vida, trará de volta à vida todas as pessoas que já viveram na face da terra. O mar entregará os seus mortos. Os sepulcros serão esvaziados. Deus, por intermédio de seu poder criativo, fará os mortos reviverem (Ap 20.11-15). Deus prometeu que águas de dilúvio jamais cobrirão a terra outra vez. Enquanto a terra existir, haverá dia e noite, e as estações do ano continuarão. Mas virá o dia em que toda a terra, outros planetas e estrelas distantes serão destruídos (2 Pe 3.1-12). Deus não será frustrado em seu plano de estabelecer um mundo onde não existe pecado, tristeza e dor. Após destruir este mundo corrompido, juntamente com toda a sua depravação e pecaminosidade, Ele criará novos céus e nova terra. Nestes haverá beleza e harmonia em todos os lugares. Santidade e amor estarão presentes em todos os relacionamentos. O pecado e o mal já não mais existirão nos corações dos homens (2 Pe 3.13). Todas as criaturas, tanto anjos como homens, se apresentarão diante de Deus a fim de prestarem contas de tudo que houverem feito. Quando as cortinas forem abertas para este último julgamento, as pessoas serão posicionadas à direita ou à esquerda do trono de Deus. Os que estiverem à direita desfrutarão de bênçãos eternas; serão recompensados de acordo com as boas obras que realizaram. Mas os que estiverem à esquerda serão condenados à eterna perdição e banidos da presença de Deus. Serão punidos com justiça de acordo com as obras ímpias que praticaram (Mt 25.32-46). Na eternidade passada, a terra não existia. Então, Deus falou e um mundo perfeito veio à existência (Gn 1.31). Todavia, a rebeldia dos primeiros seres humanos contra a autoridade de Deus trouxe o mundo a uma condição de depravação pecaminosa. Em sua misericórdia, Deus prometeu enviar um Salvador, que venceria o diabo e as forças malignas (Gn 3.15). No tempo certo, Jesus Cristo veio ao mundo. Após consumar sua obra redentora, Ele comissionou seus seguidores a propagar as boas-novas sobre a salvação a todos os confins da terra (Mt 28.18-20). Estas são as grandes épocas que o mundo, nossa habitação, tem experimentado até agora. Mas ainda falta uma grande Era. Esta continuará para sempre. Nesta última Era, pureza e paz existirão em perfeição. Jesus Cristo será honrado pelos homens e os anjos por causa da grande obra de redenção que Ele realizou (Fp 2.9-11; Ap 5.8-14). Esta última Era surgirá em breve. Através de arrepender-se de seus pecados e crer no Senhor Jesus Cristo, como o Salvador dos pecadores, você pode desfrutar dessas bênçãos de Deus, por toda a eternidade. A porta da oportunidade está aberta a todos os que vierem a Cristo. CONSIDERAÇÕES FINAIS O desafio do terceiro milênio, é lembrar que precisamos transformar a igreja hoje, de modo que este não é um museu amanhã religiosa. Não existem fórmulas mágicas que fazem essa mudança, mas podemos dar alguns “faixas de orientação” para o terceiro milênio sem surpresa a igreja no pé de trás. Primeiro, é necessário mudar hábitos arraigados, que se torna dependências reais e não se comunicam ou para pregar o evangelho, e isso deve ser feito em áreas como a liturgia, a pregação, os métodos de serviço, departamentos e “criatividade” na arte de pensar e em todas as áreas do ministério da igreja. Em segundo lugar, manter a igreja local para se lembrar do seu passado para descobrir a sua visão do futuro, criando uma filosofia bíblica do ministério, que devem ser abordadas para alcançar os objetivos de Deus na história humana. Isto significa consubstanciado na realidade, onde a comunidade de Jesus, não age como um “gueto eclesiástico” está presente, mas como a alternativa de Deus. Em terceiro lugar, não só ver, mas para decidir se as alterações que conduzem à Igreja para demonstrar a eficácia de sua fé cristã. Estas alterações podem ocorrer fora do nosso acampamento da igreja, sem o que significaria que eles são falsos ou não – cristã, ou a singularidade de um nome. O terceiro milênio é um desafio que convida o leitor a duas coisas: a renúncia à fama, posição, conveniência, serviços públicos, etc., e etiquetas de perigo, mal-entendidos, as acusações, o exílio, etc. . Que Deus nos ver entrar no terceiro milênio com inteligência e sabedoria. A transição do moderno ao pós-moderno era coloca um sério desafio para a teologia, como parte de sua nova geração. Nesta nova situação, o teólogo não pode cair na armadilha de nostalgia para o retorno da ciência e da modernidade do Iluminismo que deu origem ao protestantismo muito racional, porque nós não somos chamados a fazer teologia de uma forma muito remota, mas hoje em dia, o contexto do que está sob a influência do pós-modernismo. A tarefa da teologia não é o de preservar o modernismo, o que faz com que a maré atual favorece o Iluminismo. No entanto, o teólogo deve discernir a melhor maneira de viver a fé cristã em um contexto pós-moderno, melhorando a experiência da pessoa eo respeito pela multiplicidade de crenças no contexto da existência. Como já disse Maraschin há cerca de dez anos, não há razão para acreditar que a tradição filosófica e científica do Ocidente, com base do Iluminismo, é a única forma existente em nosso trabalho. Portanto, a mensagem cristã deve ser mais “encarnado” e menos racional. É verdade que o pós-modernismo apresenta alguns perigos para a teologia, mas especialmente grandes desafios. Seria irônico e trágico que a teologia se tornou um dos últimos defensores de quase morrendo modernidade. Para sobreviver em tal tempo, é muito importante que a teologia tem a tarefa de decifrar as implicações do pós-modernismo para ela e para a igreja cristã. Talvez, a saída para o teólogo não lutaria para a sobrevivência de uma teologia argumentativo, mas para encontrar espaço para uma teologia narrativa. Aparentemente, parece que não haverá muito espaço para uma teologia argumentativa na pós-modernidade. Neste enorme desafio que o pós-modernismo traz teologia e religião cristã, colocando antes o teólogo da necessidade de encontrar um curso que você precisa de uma pedra de toque, o critério para a teologia é relevante para a sociedade aujourd ‘hui. Encontre mais coordenação entre experiência e explicação, ou seja, a teologia, é o grande desafio que temos pela frente. Mas a questão permanece: É realmente possível, mesmo no mundo pós-moderno, desenvolver uma teologia que aborda os desafios do próprio pós-modernismo, sem recorrer a teologias desenvolveram uma parte ou continuar sem insistir no valor único de despesas de experiência o discurso teológico do outro? 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