A vida é feita de decisões, que irão impactar profundamente em nosso caminho. Existem três escolhas que alicerçam nossa trilha: a de nossos amigos, com quem iremos trabalhar e com quem iremos dividir nossa vida, o parceiro, a companheira. O que estudamos, o lugar onde se vive com o que se trabalha acaba modelando quem é o indivíduo e como as pessoas irão lembrar sua imagem. Portando a vida é algo muito sério e curto para que decisões equivocadas sejam tomadas, viver é antes de tudo responsabilizar-se por si mesmo, responder pelos próprios atos. Dessa forma nada melhor do que viver um verdadeiro amor com a vida. A vivência de amor, com a pessoa com quem se irá partilhar a vida, deve ser uma verdadeira dádiva, uma doação de um para com o outro. O amor verdadeiro é difícil e exigente, tanto o amor entre namorados, conjugues, pais e filhos, amigos e entre nações, requer auto sacrifício. Do grego eros, é o amor que nasce entre duas pessoas, amor carnal, que aproxima aqueles que possuem sede de se conquistar. Filia é o amor de amizade, sem nenhuma espécie de monopólio, sem dependências, é poder viver a alegria de se relacionar com alguém do jeito que a pessoa é. O ágape, revela o lado fraternal, incondicional e de sacrifício do sentimento. A felicidade do compartilhamento, da isenção de interesses pessoais. Viver uma vida sem amor é passar uma existência vazia, fazer escolhas de cunho inerte. E ter a triste constatação de olhar para traz e não poder enxergar a construção de um caminho sólido que revela sua identidade pessoal. O amor se mostra em um desejo imenso que nunca se esgota e de uma doação sem igual que não se apaga.