Para se fazer qualquer atividade é preciso que haja um planejamento, como por exemplo, ir ao mercado, terá que ser analisado que horas ir, qual via pegar, qual melhor dia, o que esta faltando, etc. Para ir as compras foi necessário um estudo bem detalhado para economizar tempo e agilidade, a administração por objetivo (APO) nas organizações atua desta forma, analisando o mercado interno, as limitações e possibilidades da organização, visualiza o mercado externo focando os fatores econômicos, sociológicos, tecnológicos e políticos, sua meta é traçar objetivo na entidade através de um processo de entendimento dos objetivos que visa unir administração e colaborador para que possam desempenhar atividades em função destes. É uma forma de descentralizar as decisões buscando a melhor e mais rápida definição de objetivos de forma conjunta priorizando o que levará a instituição ao que foi traçado e seguir na conquista dos resultados desejados. Como tudo há um pioneiro neste caso o homem foi Peter Drucker, aquele que revolucionou a administração no século XX, com suas teorias reformulando tudo em que as empresas se baseavam. Essas instituições tinham como foco a teoria do pai da administração criada por Taylor, que possuía como objetivo a produção em massa, com foco na eficiência e em uma hierarquia muito definida, tudo fundamentado na teoria do pai da administração, que com o tempo foi implantado e desenvolvido por Ford. Mas como Peter Drucker revolucionou a administração? Foi na década de 50 com a criação da administração por objetivos (APO) , as instituições criaram uma nova abordagem, a APO foca no processo participativo de planejamento e avaliação onde ocorre a descentralização das decisões que procura fixar o 'porque' e 'para que' se chegar ao objetivo, totalmente diferente da teoria antes usada que focava em 'como' chegar ao objetivo, com essa nova abordagem as definições dos objetivos são tomados de forma conjunta fazendo com que a organização defina suas prioridades e alcance seus resultados desejados dividindo-se em: – Estratégicos: Quando englobam toda a organização de modo que seja executado em longo prazo. – Táticos: Quando são distribuídos para cada departamento da organização que prevê a interação entre departamentos e sua execução em médio prazo. – Operacionais: Quando são focados para cada atividade, exercida pelos funcionários onde se pode tornar detalhado e executado em curto prazo. Porém a administração por objetivos não é tão utilizada nos dias de hoje, ela é considerada inadequada, tudo porque foi formulada em um período muito diferente dos atuais, cuja tempo se resumi em competitividade, alteração tecnológica e exigência de mercado, e também por possuir pontos fracos como levar a instituição ao fracasso por causa da pouca participação dos diretores, com a falta de avaliação adequada de seus objetivos e por falta de comprometimento dos colaboradores. Em resumo, a APO revolucionou tudo em que as organizações se baseavam, e fez da administração uma parte importante, a administração por objetivos não deve ser excluída das instituições, pelo rótulo de 'velha demais', seus pontos fracos devem ser estudados e aperfeiçoados para que assim possa transformar e ajudar cada vez mais a empresas. Pois é outra ferramenta de gestão para a construção de uma empresa cada vez melhor, que busca ligar suas partes tornando-as um só na busca de resultados positivos onde todos ganharão, mas é importante saber que quando se opta pelo uso da avaliação por objetivo, é imprescindível avaliar o processo antes de iniciá-la para que não seja defasada ou incompleta além de deixar bem definidas as metas para aqueles que irão executar.