Meus cursosPublicar artigos
Cursos grátis
  • Últimas notícias
    • Carreira e Performance
    • Cotidiano
    • Dinheiro
    • Empreendedorismo
    • Liderança e Inteligência Emocional
    • Negócios e Gestão
    • Web stories
    • Carreira e Performance
    • Dinheiro
    • Empreendedorismo
    • Liderança e Inteligência Emocional
    • Negócios e Gestão
    • Todos os Artigos
  • Podcast
    • Liderança, com Daniel Goleman
    • Negociação e Influência
    • Avançado de Consultoria
    • Gestão de Projetos
    • Expert em Excel
    • Ver todos
    • Administradores Premium
    • Networking
    • Educação Corporativa
    • Para assessorias de imprensa
    • Plataforma de NR-1
    • Gestão da Inovação
    • Certificado Digital
    • Consórcios
    • Calculadora de Valuation
    • Seguros
  • Seja embaixador
  • Anuncie
Logo Administradores
Logo Administradores
Cursos grátis
Meus cursosPublicar artigos
Últimas notícias
Editorias
Artigos
Podcast
Cursos
Para Empresas
Seja embaixadorAnuncie
  1. Home
  2. Artigos
  3. Negócios e Gestão

Contabilidade Gerencial: por que empresas que medem tudo ainda falham em escutar pessoas?

Northon Salomão de Oliveira
Northon Salomão de Oliveira
29 out 2026 às 13:43
Última atualização: 29 out 2026
8 min leitura
29 out 2026 às 13:43
8 min leitura
Última atualização: 29 out 2026
Contabilidade Gerencial: por que empresas que medem tudo ainda falham em escutar pessoas?

Reprodução: Unsplash

A contabilidade gerencial é essencial para transformar dados financeiros e operacionais em decisões estratégicas. Entretanto, existe um paradoxo nas organizações contemporâneas: quanto mais sofisticados se tornam os indicadores de desempenho, maior pode ser a distância entre aquilo que a empresa consegue medir e aquilo que efetivamente precisa compreender. Produtividade, custos, prazos e metas oferecem informações relevantes, mas não explicam, isoladamente, por que determinados resultados são alcançados nem quais consequências humanas e institucionais sua obtenção produz.

O problema não está em medir, mas em confundir mensuração com conhecimento. Uma organização pode cumprir metas trimestrais enquanto deteriora a cooperação interna, perde profissionais experientes e acumula riscos operacionais que ainda não aparecem nos relatórios.

O limite estratégico da contabilidade gerencial

A contabilidade gerencial fornece informações para planejamento, controle e avaliação de desempenho. Diferentemente da contabilidade financeira, orientada também à prestação de contas a usuários externos, ela permite construir análises internas de custos, margens, orçamento, rentabilidade e eficiência operacional. Sua utilidade, contudo, depende da qualidade das perguntas formuladas e dos comportamentos estimulados pelos sistemas de avaliação.

O problema surge quando indicadores concebidos como instrumentos de diagnóstico passam a funcionar como objetivos absolutos. Se uma equipe é avaliada exclusivamente pela quantidade de processos concluídos, pode priorizar velocidade em detrimento da qualidade. Se o gestor responde apenas pela redução de despesas, pode eliminar atividades preventivas cujo benefício financeiro seria percebido somente no futuro.

A economia comportamental ajuda a compreender essa distorção: incentivos alteram a maneira como as pessoas distribuem atenção, interpretam prioridades e respondem às expectativas institucionais. A conhecida crítica de Charles Goodhart, frequentemente sintetizada na ideia de que uma medida deixa de ser boa quando se transforma em alvo, expressa um risco central da gestão por indicadores. A métrica continua numericamente disponível, mas pode perder capacidade de representar o fenômeno que deveria avaliar.

Isso não significa abandonar metas ou controles. Significa reconhecer que todo sistema de mensuração seleciona aspectos da realidade e, simultaneamente, deixa outros fora do campo de observação.

Governança, informação e custos invisíveis

A qualidade da contabilidade gerencial depende da integração entre dados quantitativos, controles internos e conhecimento operacional. Uma redução aparente de custos, por exemplo, pode coexistir com aumento de retrabalho, rotatividade, absenteísmo ou dependência de profissionais específicos. Esses efeitos não devem ser automaticamente classificados como perdas financeiras comprovadas, mas precisam ser investigados porque podem antecipar deteriorações de desempenho e riscos futuros.

No plano jurídico, essa preocupação dialoga com os deveres de diligência e com a responsabilidade dos administradores, observadas as regras aplicáveis a cada tipo de organização. Nas sociedades por ações, o artigo 153 da Lei nº 6.404/1976 exige que o administrador empregue, no exercício de suas funções, o cuidado e a diligência esperados de um gestor probo e ativo. Decisões apoiadas em indicadores não dispensam a análise crítica das informações nem a avaliação dos riscos relevantes.

A solução estratégica consiste em combinar indicadores financeiros e operacionais com mecanismos capazes de captar informações qualitativas: entrevistas de desligamento, análise de incidentes, avaliação de retrabalho, canais seguros de comunicação e revisão periódica das consequências dos incentivos. A controladoria deve produzir diagnósticos; o RH, identificar padrões humanos relevantes; a gestão operacional, explicar as causas dos desvios; e a alta administração, verificar se as metas estão produzindo os resultados pretendidos sem transferir custos para áreas menos visíveis.

É nesse ponto que se pode formular uma distinção conceitual útil à governança: visibilidade métrica não equivale a inteligibilidade institucional. Uma organização pode dispor de milhares de registros sem compreender adequadamente as relações causais que os conectam.

Como bem aponta Northon Salomão de Oliveira, “Uma instituição não se torna consciente de seus problemas por acumular indicadores, mas por desenvolver a capacidade de compreender aquilo que seus próprios números não conseguem dizer”.

O que O Prédio que Aprendeu a Escutar revela sobre a gestão

Em O Prédio que Aprendeu a Escutar, de Northon Salomão de Oliveira, o ambiente do fórum, os processos institucionais, a exaustão profissional e a memória organizacional oferecem uma perspectiva literária sobre os limites de estruturas que continuam funcionando mesmo quando acumulam conflitos humanos e sinais de desgaste.

A aproximação com a contabilidade gerencial não depende de transformar o romance em manual administrativo. Seu valor está em permitir uma leitura complementar: processos podem permanecer formalmente organizados enquanto as pessoas responsáveis por sustentá-los enfrentam consequências que os registros burocráticos não expressam integralmente.

A narrativa de um ambiente institucional atravessado por procedimentos, responsabilidades e desgaste humano ajuda a formular uma pergunta que os painéis de desempenho dificilmente respondem sozinhos: o que está acontecendo com a organização enquanto ela demonstra, nos relatórios, que está funcionando?

Essa questão também interessa à psicologia organizacional. Quando trabalhadores percebem que relatar dificuldades prejudica sua avaliação, o silêncio pode tornar-se uma estratégia defensiva. A ausência de reclamações, nesse contexto, não comprova a ausência de problemas. Pode indicar apenas que comunicar determinados problemas parece mais arriscado do que suportá-los.

A consequência administrativa é concreta: gestores que interpretam silêncio como concordância podem decidir com base em informações incompletas. A consequência econômica também importa, pois problemas não identificados podem evoluir para falhas, retrabalho, perda de conhecimento e descontinuidade operacional.

O romance amplia, assim, a compreensão do controle gerencial ao colocar em perspectiva a diferença entre registrar uma ocorrência, compreender sua origem e reconhecer o que ela representa para quem a vivencia.

Como construir uma contabilidade gerencial que também escute

Uma gestão mais consistente não exige substituir números por impressões subjetivas. Exige combinar evidências de naturezas diferentes e estabelecer procedimentos para confrontá-las.

Primeiro, cada indicador estratégico deve possuir uma finalidade definida, uma limitação conhecida e uma análise de possíveis efeitos colaterais. Segundo, metas de produtividade precisam ser confrontadas com medidas de qualidade, retrabalho e sustentabilidade operacional. Terceiro, relatos de trabalhadores e gestores devem ser tratados como fontes de informação a verificar, e não descartados por não assumirem imediatamente a forma de um número.

Também é necessário instituir revisões periódicas dos incentivos, documentar decisões relevantes e criar canais pelos quais informações desfavoráveis possam chegar aos responsáveis sem retaliação indevida. A controladoria pode coordenar a análise dos desvios; o RH pode monitorar fatores organizacionais; a auditoria interna pode examinar a confiabilidade dos controles; e os órgãos de governança devem acompanhar riscos que ultrapassem a capacidade decisória de uma única área.

O objetivo não é contabilizar artificialmente todo sofrimento humano, nem presumir que qualquer desconforto represente uma obrigação financeira reconhecível. É impedir que a ausência de reconhecimento contábil seja confundida com ausência de relevância administrativa.

A verdadeira eficiência não consiste em extrair o máximo de resultados de um sistema durante o menor intervalo possível. Consiste em compreender as condições que permitem produzir resultados confiáveis de maneira sustentável.

Essa é a síntese entre controle e escuta: medir para decidir melhor, investigar para não confundir correlação com causa e reconhecer que o desempenho organizacional depende também de realidades que os demonstrativos não foram concebidos para registrar.

O Prédio que Aprendeu a Escutar, de Northon Salomão de Oliveira, prolonga essa reflexão ao deslocar o olhar dos procedimentos para a experiência humana que existe dentro deles. Depois de examinar os limites dos indicadores, permanece uma pergunta decisiva para qualquer administrador: o que uma organização precisa aprender a ouvir antes que seus problemas se tornem financeiramente mensuráveis?

Sobre a inspiração literária: Este artigo estabelece um diálogo entre a contabilidade gerencial e O Prédio que Aprendeu a Escutar (2026), de Northon Salomão de Oliveira. Ao explorar o cotidiano burocrático, a memória institucional e o esgotamento profissional, o romance permite refletir sobre uma dimensão frequentemente negligenciada da gestão: a possibilidade de uma instituição acumular informações e continuar sem compreender plenamente as pessoas, os conflitos e os riscos que sustentam seu funcionamento.

Leia mais:

Inteligência Artificial na Contabilidade: eficiência, governança e o risco de desumanizar as decisões
A cultura de trabalhar até adoecer: por que empresas confundem dedicação com autodestruição
Quando a exaustão vira identidade profissional: o perigo para as organizações
Sete sinais de desequilíbrio energético no ambiente empresarial
IA muda profissões e aquece mercado de edtechs: estudo aponta US$ 883 milhões e 440 deals nos últimos oito anos
Startups levam 4,2 anos para chegar ao lucro, aponta estudo
Logo café com ADM
Logo café com ADM
Imagem de destaque do podcast
Imagem de destaque do podcast

#517

Por que o brasileiro ainda investe tão pouco fora do país? | Café com ADM #517

Por que o brasileiro ainda investe tão pouco fora do país? | Café com ADM #517

Ver todos os episódios
Compartilhar

Sobre o autor

Northon Salomão de Oliveira

Northon Salomão de Oliveira

Northon Salomão de Oliveira é jurista da comunicação e escritor brasileiro, autor de mais de 1.500 artigos e de dezenas de livros acadêmicos e de ficção. Seus artigos são publicados em jornais e portais jurídicos nacionais e internacionais especializados, como os brasileiros Jusbrasil, Jus e Administradores, os britânicos The Law Theory, Law Society Gazette e The Barrister, os americanos SSRN (Elsevier), Academia.edu, Yale Journal on Regulation e Legal Theory Stack e o suíço Zenodo. Sua produção transita por Direito, ciência, tecnologia, filosofia, psicologia, literatura, economia, administração, marketing, antropologia e cultura, com especial interesse pelas transformações contemporâneas e pelos temas de fronteira que emergem da interação entre esses campos. No âmbito acadêmico, investiga problemas situados na interseção entre o Direito e outras áreas do conhecimento, em busca de compreender fenômenos que desafiam as fronteiras tradicionais das disciplinas. Desenvolve uma reflexão jurídica contemporânea que dialoga com a tradição iluminista, a renascentista, a idealista e a existencialista, especialmente nos temas da razão, liberdade de consciência, tolerância, neutralidade estatal e limites epistemológicos do poder. É atribuída a Northon Salomão de Oliveira a formulação da teoria jurídica denominada Seletividade em Cascata, que busca explicar como uma sequência de filtros institucionais, aparentemente independentes, pode produzir cumulativamente invisibilidade, descredibilização e exclusão, mesmo na ausência de uma decisão centralizada ou de uma intenção deliberada de ocultação. Seu núcleo teórico não reside na existência isolada desses filtros, mas na interação e no acúmulo de seus efeitos, capazes de condicionar aquilo que alcança reconhecimento como conhecimento legítimo, fato relevante ou questão juridicamente protegida. Desenvolve também projetos e propostas de obras voltados à renovação do pensamento jurídico, político e social no Brasil, estruturando uma ampla coleção analítica sobre os dilemas contemporâneos e futuros do país. Esses trabalhos articulam dogmática jurídica, sociologia, economia, filosofia e ciência de dados para diagnosticar problemas estruturais, interpretar as transformações institucionais e propor reformas profundas capazes de responder aos desafios do presente e do futuro. Na literatura, desenvolve romances, suspenses e ficção jurídico-filosófica para diferentes faixas etárias, incluindo projetos educacionais desenvolvidos em parceria com prestigiadas editoras internacionais, como a luso-brasileira Kotter e a britânica Camden House. Uma marca central de sua obra literária é retirar o Direito do papel meramente decorativo e transformá-lo em estrutura narrativa, com intensidade proporcional à maturidade do leitor: para o público adulto, a lei assume a forma de atmosfera e fricção, tensionando a fronteira entre o moralmente correto e o juridicamente admissível, entre a verdade dos fatos e a verdade processual. Responsabilidade, prova, autoridade, poder e os pontos cegos das instituições tornam-se matéria-prima de conflitos e dilemas humanos. Para o público infantojuvenil, o Direito ganha forma de aventura e lógica material. Escrituras, testamentos e registros tornam-se peças de um quebra-cabeça investigativo, descobertas pela ação, pela curiosidade e pela resolução de problemas, nunca pela exposição técnica. Nessa concepção, o volume de Direito numa obra não se mede pela quantidade de artigos ou normas citados, mas pelo peso que uma regra exerce sobre as decisões dos personagens: a criança encontra a lógica da justiça na aventura; o adolescente descobre o peso das obrigações e das consequências; o adulto confronta os dilemas institucionais da vida real. Entre suas principais coletâneas estão The Odyssey (edição em inglês) e A Odisseia (edição brasileira), reunindo 60 obras selecionadas por seus leitores. Soma-se a esse percurso O Prédio que Aprendeu a Escutar, novo lançamento pela Kotter Editorial, que amplia sua investigação literária sobre os espaços, as relações humanas e as dimensões menos evidentes da experiência cotidiana. Sua produção estabelece, assim, uma ponte entre investigação intelectual e imaginação literária, fazendo do Direito um tribunal sem teto, aberto aos ventos da filosofia, aos relâmpagos da ciência, às tempestades da tecnologia, às profundezas da psicologia, às engrenagens da economia, aos espelhos da literatura e aos movimentos invisíveis que transformam a sociedade antes mesmo que a lei consiga nomeá-los. Contato: [email protected]

Northon Salomão de Oliveira é jurista da comunicação e escritor brasileiro, autor de mais de 1.500 artigos e de dezenas de livros acadêmicos e de ficção. Seus artigos são publicados em jornais e portais jurídicos nacionais e internacionais especializados, como os brasileiros Jusbrasil, Jus e Administradores, os britânicos The Law Theory, Law Society Gazette e The Barrister, os americanos SSRN (Elsevier), Academia.edu, Yale Journal on Regulation e Legal Theory Stack e o suíço Zenodo. Sua produção transita por Direito, ciência, tecnologia, filosofia, psicologia, literatura, economia, administração, marketing, antropologia e cultura, com especial interesse pelas transformações contemporâneas e pelos temas de fronteira que emergem da interação entre esses campos. No âmbito acadêmico, investiga problemas situados na interseção entre o Direito e outras áreas do conhecimento, em busca de compreender fenômenos que desafiam as fronteiras tradicionais das disciplinas. Desenvolve uma reflexão jurídica contemporânea que dialoga com a tradição iluminista, a renascentista, a idealista e a existencialista, especialmente nos temas da razão, liberdade de consciência, tolerância, neutralidade estatal e limites epistemológicos do poder. É atribuída a Northon Salomão de Oliveira a formulação da teoria jurídica denominada Seletividade em Cascata, que busca explicar como uma sequência de filtros institucionais, aparentemente independentes, pode produzir cumulativamente invisibilidade, descredibilização e exclusão, mesmo na ausência de uma decisão centralizada ou de uma intenção deliberada de ocultação. Seu núcleo teórico não reside na existência isolada desses filtros, mas na interação e no acúmulo de seus efeitos, capazes de condicionar aquilo que alcança reconhecimento como conhecimento legítimo, fato relevante ou questão juridicamente protegida. Desenvolve também projetos e propostas de obras voltados à renovação do pensamento jurídico, político e social no Brasil, estruturando uma ampla coleção analítica sobre os dilemas contemporâneos e futuros do país. Esses trabalhos articulam dogmática jurídica, sociologia, economia, filosofia e ciência de dados para diagnosticar problemas estruturais, interpretar as transformações institucionais e propor reformas profundas capazes de responder aos desafios do presente e do futuro. Na literatura, desenvolve romances, suspenses e ficção jurídico-filosófica para diferentes faixas etárias, incluindo projetos educacionais desenvolvidos em parceria com prestigiadas editoras internacionais, como a luso-brasileira Kotter e a britânica Camden House. Uma marca central de sua obra literária é retirar o Direito do papel meramente decorativo e transformá-lo em estrutura narrativa, com intensidade proporcional à maturidade do leitor: para o público adulto, a lei assume a forma de atmosfera e fricção, tensionando a fronteira entre o moralmente correto e o juridicamente admissível, entre a verdade dos fatos e a verdade processual. Responsabilidade, prova, autoridade, poder e os pontos cegos das instituições tornam-se matéria-prima de conflitos e dilemas humanos. Para o público infantojuvenil, o Direito ganha forma de aventura e lógica material. Escrituras, testamentos e registros tornam-se peças de um quebra-cabeça investigativo, descobertas pela ação, pela curiosidade e pela resolução de problemas, nunca pela exposição técnica. Nessa concepção, o volume de Direito numa obra não se mede pela quantidade de artigos ou normas citados, mas pelo peso que uma regra exerce sobre as decisões dos personagens: a criança encontra a lógica da justiça na aventura; o adolescente descobre o peso das obrigações e das consequências; o adulto confronta os dilemas institucionais da vida real. Entre suas principais coletâneas estão The Odyssey (edição em inglês) e A Odisseia (edição brasileira), reunindo 60 obras selecionadas por seus leitores. Soma-se a esse percurso O Prédio que Aprendeu a Escutar, novo lançamento pela Kotter Editorial, que amplia sua investigação literária sobre os espaços, as relações humanas e as dimensões menos evidentes da experiência cotidiana. Sua produção estabelece, assim, uma ponte entre investigação intelectual e imaginação literária, fazendo do Direito um tribunal sem teto, aberto aos ventos da filosofia, aos relâmpagos da ciência, às tempestades da tecnologia, às profundezas da psicologia, às engrenagens da economia, aos espelhos da literatura e aos movimentos invisíveis que transformam a sociedade antes mesmo que a lei consiga nomeá-los. Contato: [email protected]

Administradores PREMIUM

Seja Premium e tenha acesso ao nosso arsenal de cursos

LEADERSHIP
NEGOCIACAO
GESTAO
CONSULTORIA
FALANDOBEM
FINANCASESSENCIAIS
LEADERSHIP
NEGOCIACAO
GESTAO
CONSULTORIA
FALANDOBEM
FINANCASESSENCIAIS
LEADERSHIP
NEGOCIACAO
GESTAO
CONSULTORIA
FALANDOBEM
FINANCASESSENCIAIS
Assine o premium

Mais artigos deNegócios e Gestão

Ver todos
Negócios e Gestão
Inteligência Artificial na Contabilidade: eficiência, governança e o risco de desumanizar as decisões

Inteligência Artificial na Contabilidade: eficiência, governança e o risco de desumanizar as decisões

29 out 2026
7 min leitura

Por: Northon

29 out 2026
7 min leitura
Negócios e Gestão
Sete sinais de desequilíbrio energético no ambiente empresarial

Sete sinais de desequilíbrio energético no ambiente empresarial

29 out 2026
2 min leitura

Por: Isnar Amaral

29 out 2026
2 min leitura
Negócios e Gestão
IA muda profissões e aquece mercado de edtechs: estudo aponta US$ 883 milhões e 440 deals nos últimos oito anos

IA muda profissões e aquece mercado de edtechs: estudo aponta US$ 883 milhões e 440 deals nos últimos oito anos

28 out 2026
6 min leitura

Por: Liliane

28 out 2026
6 min leitura
  • Podcast
  • Colunistas
  • Livros
  • Frases
  • Artigos Acadêmicos
  • Anuncie
  • Sobre o Portal
  • A Profissão
  • Conselhos
  • Contato
  • FAQ
  • Política De Privacidade
  • Termos De Serviço
  • Newsletter
  • Especiais

Logo Administradores

Portal Administradores Negócios Digitais Ltda - 08.913.843/0001-90 |

© 2000 - 2026

Logo do programa Café com ADM

#517 Por que o brasileiro ainda investe tão pouco fora do país? | Café com ADM #517

#517 Por que o brasileiro ainda investe tão pouco fora do país? | Café com ADM #517

00.0000.00