O Velho ParadigmaO livro do autor James C. Hunter, O Monge e o Executivo, retrata a história do executivo, John Daily, que decide participar de um retiro sobre liderança, dirigido por Lon Hoffman, mais conhecido como Simeão. No segundo capítulo do livro, O velho paradigma, o autor ressalta os velhos paradigmas organizacionais, o progresso contínuo da mudança e por isso somos obrigados a enfrentar situações diferentes e precisamos aprender com elas, rompendo os velhos paradigmas e crenças do passado. O velho paradigma prioriza o presidente por último os empregados, com isso os funcionários só se empenham para manter exclusivamente a felicidade do chefe, não se sabe quem irá se preocupar em manter o cliente feliz. Já no novo paradigma ocorre uma mudança, o que mais é ressaltado neste novo paradigma são os clientes e por último o presidente, assim seu foco principal é servir o cliente, de tal modo que os empregados devem garantir as verdadeiras necessidades do cliente. As mudanças são indispensáveis no mundo moderno, mais indispensáveis ainda para o líder. Mudar realmente não é fácil, mas devemos nos conscientizar de que ela é fundamental para um resultado significativo e uma liderança competente e com sucesso. Nos últimos tempos, o que mais mudou foi a organização das empresas, onde o presidente não é mais o topo da pirâmide. Hoje, o presidente é a base da empresa. O Modelo O livro O Monge e o Executivo, relata a história de John Daily, onde decide participar de um retiro sobre a liderança comandado pela frade Leonard Hoffman. O terceiro capítulo, O modelo, ressalta o maior líder que já tinha existido, Jesus Cristo, que influenciou mais de dois bilhões de fiéis, mas Jesus nunca usou o poder, nunca forçou ou coagiu ninguém a segui-lo e sim possuía muita influência. Com autoridade, somente servia e se sacrificava pela próximo, de tal modo que entregou sua vida pelo seu povo. Simeão traça a pirâmide da liderança, em primeiro lugar Liderança, em segundo Autoridade, depois Serviço e Sacrifício, em seguida Amor e, por último, Vontade. Conclui-se que a liderança começa com a vontade, que é a nossa única capacidade como seres humanos para sintonizar intenções com ações. Usando o amor como comportamento, podemos executar o serviço com segurança e eficiência. Fazendo o serviço com base nessas diretrizes, a sua autoridade será conquistada, o que leva à liderança. Um ponto muito importante ressaltar é: a liderança se constrói ao longo do tempo com autoridade adquirida pela simpatia, vontade ao próximo e não com autoritarismo. Liderar é fazer as pessoas obedecerem a sua vontade de bom grado, por causa da sua própria influência, onde é necessário servir com humildade, muito trabalho e esforço para construir uma liderança. Para liderar, é preciso autoridade e não autoritarismo, e finalmente ganhamos o direito de sermos chamados líderes. Nos últimos tempos, o líder não é mais o topo da pirâmide, como Simeão descreveu, hoje, o líder é a base da empresa, o que traz ainda mais responsabilidade à função de liderar, portanto, liderar não é apenas uma capacidade que se conquista por vontade própria, mas sim por sua capacidade de influências, amor ao próximo e autoridade. O Verbo A fascinante história do autor James C. Hunter, O Monge e o Executivo, é fundamentada na vida do executivo John Daily, em uma tentativa de reaver o equilíbrio, ele resolve participar de um retiro sobre liderança comandada por Len Hoffman, mais conhecida por Simeão. O catítulo, retrata a relação entre liderança com as definições do amor ágape foi enfatizado o significado da palavra amor, como sendo fator principal para o sucesso da liderança, traduzindo pelo comportamento e escolha, para atuar de forma incondicional, sem exigir nada em troca. Simeão escreve as palavras-chaves de liderança, começando com honestidade, bom modelo, cuidadoso, comprometido, tratar as pessoas com respeito, motivação,atitude positiva e depois amor agapé, paciência é a primeira definição, é a primeira definição que relatada como autocontrole, a segunda opção é a bondade representada pela atenção, incentivo, a humildade é traçada como a terceira, na qual o líder deve ter autenticidade, a quarta designação para o amor é o respeito, tratando-os como sendo importantes, abnegação vem na sequência, e se opõe ao egoísmo, a sexta definição é o perdão, comportamento bastante delicado, já que revelar mágoas e esquecer as feridas que os outros nos deixaram não é tarefa fácil, em seguida a definição da honestidade, qualidade que a maioria das pessoas colocam no topo da lista, enfim o último comportamento, o compromisso para o líder, tem que ter comprometimento, dedicação, cumprindo com o que foi prometido. Para conquistar autoridade, liderança, é preciso servir e se sacrificar, para realizar tudo isso, é necessário fazer com amor. O amor que é necessário para liderar não é o amor no sentido romântico ao qual estamos acostumados. Mas é o amor que engloba todos os oito “mandamentos” do amor ágape, que são sentimentos positivos que possamos retribuir para as pessoas e que as fazem sentir-se bem. Assim os estimulamos, fazemos os sentirem incentivados, apreciados e amados. Ao colocarmos em prática os princípios da liderança baseada no amor, oferecemos às pessoas o ambiente oportuno para o seu crescimento.Há muitas outras lições nas páginas de O Monge e o executivo que se aplicam à vida e ao trabalho de educadores e demais profissionais. é inclusive, valioso para quem ainda está estudando e busca uma informação que lhe possibilite uma boa colocação no mercado.