Embora não possamos controlar o acaso, podemos aumentar nossa sorte ao nos colocar em situações onde as oportunidades têm mais chances de surgir Você já se perguntou por que algumas pessoas parecem ter mais sorte do que outras? De acordo com o neurologista Dr. James Austin, enquanto parte da sorte pode ser atribuída ao acaso puro, há três tipos de sorte que estão, em certa medida, sob nosso controle. Em seu livro Chase, Chance, and Creativity: The Lucky Art of Novelty, Austin descreve esses tipos de sorte e oferece conselhos práticos para aumentar nossas chances de sermos sortudos. Os quatro tipos de sorte Dr. Austin identifica quatro tipos de sorte: sorte cega, sorte do movimento, sorte da percepção e sorte da singularidade. A sorte cega é aquela que não podemos controlar, como ser o único a ganhar na loteria. No entanto, os outros três tipos de sorte são influenciados por nossas ações e mentalidade. Sorte do movimento: Esta é a sorte que vem do esforço e da ação. Ao nos movermos, ao tentar novas coisas e ao conhecer novas pessoas, aumentamos nossas chances de encontrar oportunidades inesperadas. O simples ato de se colocar em movimento pode criar oportunidades que não existiriam de outra forma. Sorte da percepção: Esta sorte envolve a capacidade de reconhecer oportunidades quando elas surgem. Muitas vezes, as oportunidades estão ao nosso redor, mas precisamos estar atentos e prontos para agir quando as identificamos. Estudos mostram que pessoas que se consideram sortudas tendem a perceber e aproveitar essas oportunidades mais rapidamente do que aquelas que se consideram azaradas. Sorte da singularidade: Dr. Austin destaca que ter interesses e hobbies únicos pode nos tornar mais distintivos, o que pode atrair oportunidades específicas. Por exemplo, conhecer um tópico incomum ou ter uma habilidade rara pode levar a conexões e oportunidades que outros poderiam perder. Embora não possamos controlar o acaso, podemos aumentar nossa sorte ao nos colocar em situações onde as oportunidades têm mais chances de surgir. Ao estarmos em movimento, atentos e cultivando nossa singularidade, podemos, segundo Dr. Austin, “criar” nossa própria sorte. Afinal, como disse Steve Jobs, “A maioria das pessoas nunca pergunta, e isso é o que separa, às vezes, as pessoas que fazem as coisas das que apenas sonham com elas”