GrowthTec propõe modelo AI First® para empresas que querem aplicar IA com resultado real

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Com foco em operação e resultado no DRE, empresa defende que o valor da IA está na implementação estruturada, não na ferramenta
A GrowthTec surge em um momento em que a inteligência artificial já está presente no discurso de praticamente todas as empresas, mas ainda distante do resultado real na operação. A promessa é clara, mas a execução continua sendo o principal gargalo.
Segundo estimativas da McKinsey, até 70% das atividades de trabalho podem ser automatizadas com IA. Ainda assim, a maioria dos projetos não gera retorno consistente, justamente por falta de estrutura, aplicação prática e integração com o negócio.
IA aplicada à operação, não ao discurso
Um dos principais diferenciais da GrowthTec está na forma como a inteligência artificial é tratada. Em vez de ser apresentada como ferramenta isolada, ela é incorporada diretamente à operação da empresa, com foco em impacto mensurável.
Isso significa olhar primeiro para os processos, identificar gargalos reais e só então aplicar tecnologia. O ganho não vem da IA por si só, mas da combinação entre diagnóstico, estrutura e implementação bem conduzida.
O conceito de AI First nasce exatamente dessa lógica. Não se trata de adaptar a inteligência artificial ao modelo atual, mas de reorganizar a operação para que ela funcione com IA no centro, desde o início.
Como isso aparece na prática
A diferença entre projeto de IA que gera ROI e projeto que vira despesa fica clara quando se olha para casos concretos de implementação no Middle Market brasileiro.
Em uma indústria de alimentos de R$ 16 milhões no Vale do Paranhana, no Rio Grande do Sul, a previsão de demanda dependia da intuição do gerente comercial e do histórico em planilha. A perda de produto por validade vencida representava cerca de 4,5% do faturamento, e o estoque oscilava entre falta nos picos sazonais e excesso nos meses fracos. Com IA aplicada à previsão de demanda integrada ao ERP, a perda caiu para 1,8% em seis meses, o giro de estoque melhorou 22% e a compra de matéria-prima passou a ser feita com 30 dias de antecipação, garantindo melhor negociação com o fornecedor. O ganho anualizado superou R$ 400 mil em margem recuperada.
Já em uma empresa de serviços corporativos B2B de R$ 11 milhões em São Paulo capital, especializada em outsourcing contábil e fiscal, profissionais sêniores gastavam metade do tempo em tarefas repetitivas de classificação, conciliação e geração de relatório padronizado. A consequência era previsível: capacidade limitada de atender novos clientes sem aumentar quadro, e margem comprimida pelo custo de hora-trabalho usada em rotina. Com IA aplicada à automação de tarefas operacionais e triagem de documentos, cada profissional recuperou em média 16 horas semanais para atendimento consultivo e análise de risco. A carteira cresceu 28% em nove meses sem nenhuma contratação adicional, e o NPS subiu porque o cliente passou a receber análise estratégica em vez de apenas relatório.
Os dois casos têm em comum não a tecnologia, mas o método.
Do diagnóstico à execução com método
A GrowthTec estrutura sua atuação em um framework próprio que organiza a implementação em etapas claras: diagnóstico, desenho da solução, implementação e evolução contínua.
Esse processo garante que cada projeto seja construído a partir da realidade da empresa, evitando soluções genéricas que não se sustentam na prática. A execução acontece em ciclos curtos, com entregas objetivas e acompanhamento constante.
Além disso, a empresa atua em duas frentes complementares. De um lado, capacita líderes e equipes para entender e aplicar IA no dia a dia. Do outro, implementa automações diretamente na operação, em áreas como vendas, financeiro, RH e marketing.
Por que a maioria ainda não consegue gerar resultado
Apesar do avanço acelerado da inteligência artificial, grande parte das empresas ainda não consegue transformar investimento em retorno. Dados apresentados pela GrowthTec indicam que cerca de 95% dos projetos de IA não geram ROI real.
O problema não está na tecnologia, mas na forma como ela é aplicada. Sem governança, sem processo e sem alinhamento com o negócio, a IA tende a virar apenas mais uma camada de complexidade.
A proposta do modelo AI First é inverter essa lógica. Em vez de começar pela ferramenta, começa pelo resultado. Em vez de projetos isolados, constrói uma operação integrada. E, principalmente, conecta tecnologia diretamente ao desempenho financeiro da empresa.
No fim, a diferença não está em usar IA. Está em saber como transformar inteligência artificial em resultado concreto dentro da operação.











