O que esse mentor enxerga em uma apresentação que a maioria das pessoas ignora?

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Para Cris Andráde, o impacto de uma apresentação não está na fala, mas na história, na emoção e no posicionamento que ficam na memória do público
A maioria das apresentações falha não por falta de conteúdo, mas por excesso dele. Slides corretos, dados bem organizados e uma fala tecnicamente impecável ainda assim resultam em um problema comum: o público entende, mas não se lembra. Em um mercado no qual empresários, especialistas e líderes precisam gerar oportunidades a partir de reuniões, eventos e palestras, ser esquecível se tornou um risco real de posicionamento.
Pensando nisso, Cris Andráde estruturou sua atuação como mentor de apresentações partindo de um olhar mais estratégico sobre comunicação. Para ele, uma boa apresentação não é aquela que explica tudo em detalhes, mas a que constrói lembrança, conexão emocional e autoridade ao mesmo tempo.
Apresentação não é oratória, é estratégia de posicionamento
Diferente dos treinamentos tradicionais de fala em público, o método de Cris Andráde não parte de técnicas de oratória, dicção ou performance de palco. O foco está na estrutura da mensagem, na organização da narrativa e no uso intencional da emoção como ferramenta estratégica.
Segundo Cris, o erro mais comum não está em usar as histórias, mas sim no momento de utilizá-las:
“Eu falo sim da importância das histórias, porém temos que sempre partir de um princípio de que ninguém quer saber quem nós somos, de onde viemos e o que fazemos… Ninguém quer saber da nossa história. Porém, após agregarmos valor, as pessoas começam a se perguntar “de onde surgimos” e aí sim é o momento de trazer a história como uma explicação do por que fazemos o que fazemos, trazendo propósito para aquele trabalho”, explica o mentor.
Ele ainda completa dizendo que, quando nós optamos por começar pela história, é criada uma barreira comunicativa com audiência logo de início capaz de desperdiçar todo o potencial da conversa.
Quando a história passa a ter função estratégica
No método desenvolvido por Cris Andráde, a história pessoal só ganha espaço depois que a mensagem central já gerou relevância para quem escuta. A narrativa deixa de ser um relato biográfico e passa a cumprir um papel estratégico: dar contexto, propósito e coerência ao valor apresentado.
Nas mentorias, a construção da apresentação parte sempre do impacto que o profissional deseja causar. A história surge como consequência, não como introdução. Ela explica decisões, sustenta posicionamento e reforça autoridade, sem competir com a atenção do público. É assim que a comunicação deixa de ser autocentrada e passa a ser orientada ao outro.
Esse ajuste muda completamente o efeito da apresentação. Em vez de apenas emocionar, a história passa a servir à decisão que o público precisa tomar. Para Cris Andráde, emoção sem direção é ruído. Quando bem posicionada, porém, ela se transforma em um dos ativos mais poderosos de uma apresentação memorável e geradora de oportunidades.
Diferentes formatos para diferentes momentos de carreira
As soluções oferecidas por Cris Andráde são adaptadas ao nível de maturidade e ao objetivo de cada profissional. Há desde o Curso Apresentação que Conecta, 100% online, até experiências mais profundas, como a Imersão Impacto que Conecta, realizada ao vivo, e as mentorias individuais.
Na Mentoria Diamond, com dois meses de acompanhamento, o foco está na construção completa da apresentação e no feedback estratégico. Já a Mentoria Black, premium, estende esse acompanhamento por seis meses e inclui análises contínuas de apresentações realizadas, além da publicação de artigos autorais em portais de notícias, ampliando a autoridade do mentorado fora do palco.
Em ambos os formatos, os mentorados ainda podem contratar a palestra “Oportunidades disfarçadas no dia a dia” sem custo de cachê e que cumpre um papel estratégico dentro do método. No palco, Cris Andráde trabalha para elevar o nível de consciência do público sobre oportunidades que costumam passar despercebidas, reforçando a ideia de que elas surgem para quem está preparado para enxergá-las e agir.
A mensagem é clara: a oportunidade vai bater à porta, mas é preciso estar pronto para abraçá-la. É nesse momento que entra o mentorado, que assume o palco, apresenta sua própria palestra e conecta a mensagem a um pitch de vendas, transformando atenção em interesse real. O resultado é um aumento consistente na procura e no fechamento de negócios após a apresentação.
O que fica quando a apresentação termina
O diferencial do trabalho de Cris Andráde está justamente no que acontece depois da apresentação. O objetivo não é apenas que o público compreenda a mensagem, mas que se lembre de quem apresentou quando precisar da solução oferecida.
Em um cenário no qual todos apresentam, poucos marcam. E é essa lacuna que a mentoria busca preencher, ajudando empresários, especialistas e palestrantes a comunicarem com clareza, emoção e posicionamento, sem perder credibilidade técnica.
No fim, a pergunta que Cris Andráde provoca é simples e direta: quando sua apresentação acaba, o que realmente fica na cabeça das pessoas?
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