Vivemos em uma época onde as diferenças nos une e a exclusividade nos destaca. Ninguém mais quer ser “Maria vai com as outras”, cada pessoa quer seu momento de diferença, sua personalidade única e suas características diferenciadas. E isso vale para todo mundo, das crianças aos idosos: quem não quer se sentir original? No âmbito da educação brasileira, essa exclusividade começa a ficar mais real quando falamos de personalização do ensino, que pode funcionar de infinitas formas. Aplicada em sua maioria em escolas, a personalização do ensino leva em consideração fatores pessoais para criar-se disciplinas e metodologias que serão aplicadas nos alunos e alunas em questão. Em outras partes do mundo, como nos Estados Unidos, é comum vermos grades curriculares de instituições plenamente flexíveis. Na maioria das faculdades americanas, o aluno pode escolher o que estuda nos primeiros anos. Lá eles entram em um “College”, que em cursos com disciplinas não tão específicas (tirando casos como Medicina e Direito), podem ir escolhendo as matérias que desejam cursar de forma genérica, sendo, em alguns casos, um curso sem definição em um primeiro momento. A grande sacada da personalização do ensino é trazer uma proposta pessoal, especial para cada caso. Não há o menor sentido em obrigar uma pessoa a estudar aquilo que ela não tem interesse em aprender, uma vez que isso só traz cada vez mais distâncias entre o conteúdo e o aprendizado. Em busca de aproximações, crescimento pessoal e intelectual, além de experiências universais e aprimoramento de metodologias no Brasil, uma faculdade paulistana voltada para a área de negócios implantou o Blox, um sistema educacional gamificado, por competências, onde os alunos e alunas têm autonomia para decidir quais matérias irão estudar. Isso significa que os estudantes da FAPPES – Faculdade Paulista de Pesquisa e Ensino Superior escolhem as disciplinas de cada semestre de acordo com suas habilidades, gostos e momentos de carreira. “A individualização do ensino parte do princípio de que atualmente as pessoas, principalmente os jovens, querem ser entendidas como indivíduos únicos, com qualidades únicas e personalidades diferenciadas. Aplicando isso na educação, onde há autonomia para escolher suas disciplinas, o processo de aprendizagem se torna muito mais saudável e natural”, explica Vanessa Dohme, Head de Metodologia e Criatividade do Sistema Blox. De 'Papo com Platão' a 'Como ler um jornal de Economia', as diferenciadas disciplinas aplicadas nos cursos – Administração, Marketing, Processos Gerenciais e Recursos Humanos – da FAPPES podem ser frequentadas por todos os alunos; o que muda é que cada um precisa cumprir uma determinada porcentagem de disciplinas voltadas ao seu curso, como exige o MEC. Nesse aspecto, há a possibilidade de terem acesso a temas que vão muito além dos assuntos da sua área de estudos, o que os transforma e os instrui para maiores experiências, conhecimentos e maturidade, além do fato de estarem sempre renovando seus conhecimentos gerais. Com o crescimento da tecnologia e a chegada da chamada 'Era do Conhecimento', cada vez mais as pessoas têm acesso às ideias, possibilidades e métodos possíveis para crescer pessoal e profissionalmente; de fato, são inúmeras fontes de instrução. Nesse aspecto, não cabe mais a faculdade apontar possibilidades fixas e engessadas de como ascender-se no mercado profissional, muito pelo contrário, ela deve respeitar e incentivar aquilo que seus alunos e alunas já têm traçado em seus objetivos, uma vez que há uma maturidade e discernimento muito mais apurados, mesmo nos mais jovens. Afinal, por que não ir na onda deles? 'Personalizar o ensino é respeitar as novas ideias que o mundo atual nos apresenta de forma tão sublime e que, muitas vezes, não damos a atenção necessária a elas', explica o COO (Chief Operating Officer) da FAPPES, Thiago Dantas. A escola de negócios paulistana ainda utiliza uma metodologia que se torna praticamente essencial nesse ciclo de educação individualizada: a metodologia ativa. Ela quebra todos os parâmetros de autoritarismo e tradicionalismo nas salas de aula, com a proposta de alunos e alunas estarem no centro do processo de aprendizagem. As aulas se tornam muito mais interessantes e fáceis de se assimilar. Com mesas redondas, alunos e professores trocam percepções e experiências, alcançando o chamado aprendizado colaborativo, muito importante para quem vive em sociedade, ou seja, todos nós. 'Aplicar um novo sistema de ensino em uma faculdade não é fácil. Há muitos acertos e aprimoramentos que sempre acontecerão, pelo fato de estarmos trabalhando com pessoas – diferentes e únicas. Entretanto, juntando a vontade de mudar o que há séculos é feito igual com o comprometimento de uma equipe de colaboradores e professores dispostos a transformar, a educação pode alcançar incríveis patamares, esse é nosso propósito', conclui Dantas. Para mais informações e detalhes, acesse o site FAPPES clicando aqui.