O novo livro de Mario Trentim estreia como best seller na Amazon — e desafia o que o mercado acredita sobre IA e gestão de projetos

Imagem: Reprodução/Mario Trentim
Lançado em julho de 2026 pela Allevo, Gestão de Projetos com Inteligência Artificial: Decisão, valor e execução em organizações orientadas por dados estreou como best seller na Amazon nas versões impressa e Kindle. É o 13º livro de Mario H. Trentim — e o mais direto em apontar o que ele chama de o maior equívoco da gestão contemporânea: confundir adoção de tecnologia com transformação organizacional.
A tese central do livro vai na contramão do que circula em boa parte dos eventos de gestão e tecnologia: a inteligência artificial não substitui o gestor de projetos. Ela amplifica sua capacidade de análise, previsão e decisão — mas apenas quando o gestor sabe o que perguntar, como interpretar o output e quando não confiar na máquina. Esse é o gestor que o livro se propõe a formar.
O cenário que o livro se propõe a transformar
“Organizações afogadas em projetos, equipes sobrecarregadas e resultados que não aparecem.” Essa é a descrição que abre o livro — e que, segundo Trentim, descreve a realidade da maioria das empresas que estão tentando usar IA para resolver o que é, fundamentalmente, um problema de gestão. Dados da McKinsey referenciados ao longo da obra documentam o paradoxo: 88% das organizações usam IA regularmente; apenas 6% têm impacto mensurável no resultado do negócio.
“O problema não é a ferramenta. É que a maioria das organizações instalou IA sobre processos que já não funcionavam sem ela”, afirma Trentim no capítulo dedicado à priorização estratégica de portfólio — um dos pontos centrais do livro. “Automatizar um processo ruim não o melhora. Escala o problema em velocidade de máquina.”
Tese central
“A inteligência artificial não substitui o gestor de projetos — amplifica sua capacidade de análise, previsão e decisão.” A condição: o gestor precisa saber o que perguntar, como interpretar o output e quando não confiar na máquina.
14 capítulos, uma pergunta só
Estruturado em 14 capítulos distribuídos em sete partes, o livro percorre desde os fundamentos do novo paradigma até as competências exigidas do profissional do futuro. Os temas incluem priorização estratégica de portfólios, vieses cognitivos nas decisões, business cases orientados por dados, estimativas probabilísticas, monitoramento inteligente de projetos, gestão de qualidade e riscos, e governança e liderança adaptativa.
Cada capítulo é encerrado com atividades práticas que conectam teoria ao cotidiano das organizações — uma escolha editorial que reflete a trajetória do próprio autor: 25 anos aplicando gestão de projetos em contextos que vão do setor privado ao Board of Directors do PMI Global, passando por pesquisa de doutorado no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).
O diálogo intelectual do livro é construído sobre autores verificáveis. Daniel Kahneman aparece no capítulo sobre vieses cognitivos — a conexão entre Thinking, Fast and Slow e os erros sistemáticos que gestores cometem ao aprovar projetos com premissas otimistas. Ajay Agrawal, Joshua Gans e Avi Goldfarb (Prediction Machines) fundamentam a seção sobre IA como ferramenta de redução de incerteza, não de eliminação de julgamento. Annie Duke (Thinking in Bets) ancora o capítulo sobre decisão sob incerteza. Nicole Forsgren e Ethan Mollick contribuem para a discussão sobre performance de equipes e adoção responsável de IA.
“Planejar bem já não é suficiente. O gestor de projetos de 2026 precisa tomar decisões melhores, mais rápido, com mais dados e menos certeza. Este livro é sobre como fazer isso.”
— Mario H. Trentim, na apresentação de Gestão de Projetos com Inteligência Artificial
A autoridade por trás da obra
Trentim não é observador externo do problema que o livro endereça. É membro do Board of Directors do PMI Global — cargo que ocupa desde 2025 como único representante brasileiro no órgão de governança máxima da maior organização de gestão de projetos do mundo, com 1,7 milhão de certificados PMP em 21 países. É também Microsoft MVP pelo 11º ano consecutivo e Microsoft Regional Director — reconhecimentos que posicionam o brasileiro entre os profissionais de tecnologia mais referenciados da América Latina no ecossistema Microsoft.
O doutorado em Engenharia Aeronáutica e Mecânica no ITA — com pesquisa em sistemas adaptativos — fornece a base científica que diferencia o livro de boa parte da literatura de gestão sobre IA: não é manual de ferramentas. É argumento sustentado por pesquisa e experiência de campo.
A escala de impacto é verificável: 48 cursos no LinkedIn Learning com mais de 465 mil alunos registrados — a maior base de alunos em gestão de projetos em português na plataforma. É desse volume de interação com profissionais em exercício que emerge o diagnóstico que abre o livro: a lacuna não está no acesso à tecnologia. Está na capacidade de traduzi-la em resultado concreto.
Prefácio, recepção e acesso
O prefácio é assinado por Bruno Passarelli — CEO da Qeevo Group e da Allevo, a editora responsável pela publicação da obra. A obra já está disponível em formato impresso e Kindle na Amazon, com entrega Prime. A edição impressa custa R$ 74,10.
Para gestores que querem entender como posicionar IA como ferramenta estratégica — não como projeto de TI — o livro oferece método, não receita. E essa distinção, segundo Trentim, é exatamente o que o mercado ainda não aprendeu a fazer.
Mario H. Trentim publica análises semanais sobre estratégia, IA e gestão na newsletter Estratégia em Ação — mais de 30 mil assinantes no Substack. Para acompanhar o lançamento e conteúdos derivados do livro: linkedin.com/in/trentim.
Gestão de Projetos com Inteligência Artificial está disponível na Amazon.com.br nas versões impressa e Kindle.









