Por que o McDonald's virou Méqui?

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Uma atitude desta magnitude, especialmente partindo de uma empresa consolidada há décadas no mercado, pode parecer loucura, mas foi, na verdade, necessária
No primeiro trimestre de 2023, as vendas do McDonald’s no Brasil cresceram 19,9% se comparadas com as do mesmo período no ano passado, segundo balanço divulgado pela rede em maio. Com isso, a marca manteve a liderança do mercado de fast-food no país, ampliando a vantagem que já tinha sobre a vice-líder Zamp, responsável pela operação brasileira do Burger King e da Popeye.
O sucesso da rede de lanchonetes no território nacional pode ser explicado, dentre outras coisas, pela sua bem sucedida e corajosa estratégia de marketing. As ousadas medidas tomadas pela marca nos últimos tempos incluíram, por exemplo, a mudança de seu próprio nome.
Uma atitude desta magnitude, especialmente partindo de uma empresa consolidada há décadas no mercado, pode parecer loucura, mas foi, na verdade, necessária. “O McDonald’s estava virando aquele amigo de infância que ficou chatão quando adulto. Foi aí que a gente foi falar de fome de Méqui, de piscininha de cheddar, tudo na linguagem do consumidor”, explica João Branco, ex-head de Marketing do McDonald’s.
João Branco é, também, o convidado do episódio desta semana do podcast Café com ADM. Em uma conversa cheia de conhecimentos compartilhados, o autor do recém-lançado Desmarketize-se falou sobre seu novo livro, onde propõe que as ações de Marketing mais efetivas precisam ser menos invasivas, e explicou a maneira ideal de comunicar o valor de um produto ou serviço ao cliente. Ouça agora:
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