Parece contraditório, mas seu esforço para conseguir novos clientes pode ser um erro

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Empresas investem cada vez mais em marketing, vendas e aquisição de clientes.
Novas campanhas são lançadas diariamente. Equipes comerciais recebem metas mais agressivas. Ferramentas são contratadas para aumentar conversões e gerar mais oportunidades.
Mas existe uma pergunta que poucas empresas fazem:
Quanto dinheiro está sendo perdido dentro da própria base de clientes?
Para César Augusto e Bruno Carvalho, fundadores da DOSE, essa é uma das maiores ineficiências do mercado atual.
Segundo eles, muitas organizações se tornaram especialistas em conquistar clientes, mas continuam falhando em algo igualmente importante: gerar valor após a venda.
“Existe uma obsessão por aquisição. Enquanto isso, oportunidades valiosas permanecem esquecidas dentro da carteira de clientes que a empresa já possui”, afirma César.
O crescimento mais caro é sempre o primeiro
Conquistar um novo cliente exige investimento.
Marketing.
Equipe comercial.
Tempo.
Tecnologia.
Relacionamento.
Por isso, faz sentido que empresas busquem maximizar o valor dos clientes que já conquistaram.
Apesar disso, muitas organizações ainda tratam o pós-venda como uma etapa secundária da jornada.
O resultado é previsível.
Clientes deixam de comprar.
Relacionamentos esfriam.
Receitas recorrentes desaparecem.
Oportunidades de expansão deixam de acontecer.
E a empresa passa a depender cada vez mais da aquisição para continuar crescendo.
O problema não é apenas retenção
Na visão da DOSE, a discussão vai muito além de retenção.
A questão central é entender por que os clientes permanecem, compram novamente ou simplesmente desaparecem sem deixar explicações claras.
Essa é uma informação que poucas empresas possuem.
Mesmo aquelas que acompanham indicadores tradicionais de satisfação.
“A maioria das empresas mede. Mas poucas realmente entendem o comportamento dos seus clientes”, explica César.
Um mercado que ainda ignora oportunidades
Dados apresentados pela empresa mostram que 81% dos consumidores não se sentem verdadeiramente valorizados pelas marcas com as quais se relacionam.
Ao mesmo tempo, organizações centradas no cliente tendem a apresentar resultados financeiros superiores aos concorrentes.
Para a DOSE, existe uma relação direta entre experiência, relacionamento e crescimento.
E é justamente esse espaço que a empresa busca ocupar.
O dinheiro pode já estar dentro de casa
A tese defendida pela empresa é simples.
Nem sempre o próximo salto de crescimento está em conquistar mais clientes.
Muitas vezes ele está em entender melhor aqueles que já compraram.
Recuperar relacionamentos.
Corrigir falhas.
Gerar novas oportunidades.
E transformar clientes esquecidos em receita recorrente.
Em um mercado cada vez mais competitivo, talvez a pergunta mais importante não seja quantos clientes sua empresa precisa conquistar.
Mas quantos ela está deixando de aproveitar.









