Spedy acelera crescimento com a reforma tributária e chega ao 1º milhão de faturamento mensal

Foto: Divulgação/Spedy
A plataforma de automação fiscal atinge a meta de 2026 e já soma mais de 60 milhões de notas emitidas para mais de 12 mil empresas
A Spedy, um dos maiores emissores de notas fiscais e plataformas de automação fiscal do país, atingiu a meta estabelecida para 2026 e passou a registrar faturamento superior a R$ 1 milhão por mês. O marco chega no ano em que a reforma tributária começou a mudar, na prática, a forma como as empresas brasileiras emitem documentos fiscais, movimento que a companhia vê como o principal motor de crescimento do setor nos próximos anos.
Um marco construído em escala
A plataforma já emitiu mais de 60 milhões de notas fiscais e processou mais de R$ 10 bilhões em volume para mais de 12 mil empresas. A base reúne principalmente negócios digitais com emissão recorrente e em alto volume, como lojas virtuais, infoprodutores e empresas de software por assinatura, para os quais a nota fiscal é emitida de forma automática a cada venda.
“Atingir a meta de 2026 e passar de R$ 1 milhão por mês mostra que a emissão fiscal virou infraestrutura para o negócio digital brasileiro. A Spedy se consolidou como um dos principais emissores de notas fiscais do Brasil para quem vende pela internet, e esse número é consequência disso.” Danilo Singh, cofundador e CEO da Spedy
A reforma tributária no centro do crescimento
O calendário regulatório de 2026 ampliou a demanda por automação fiscal. Em agosto, terminou o período de tolerância para notas eletrônicas sem os campos da CBS e do IBS, os novos tributos sobre consumo, e documentos sem essas informações passaram a ser rejeitados na validação para empresas do Lucro Presumido e do Lucro Real. Em 1º de novembro, pela Resolução CGSN nº 191/2026, micro e pequenas empresas do Simples Nacional que prestam serviços passam a emitir a nota fiscal de serviço obrigatoriamente pelo padrão nacional. Em 2027, começa a cobrança efetiva dos novos tributos, em uma transição que se estende até 2033.
Cada uma dessas etapas exige atualização de sistemas, e a maior parte das empresas de pequeno e médio porte não tem estrutura própria para acompanhar as mudanças. É nesse espaço que plataformas especializadas ganham relevância, ao absorver a complexidade regulatória e entregar a emissão pronta para o cliente.
“Cada etapa da reforma muda campo, regra e validação, e a empresa não pode parar de faturar enquanto isso acontece. O nosso trabalho é absorver essa mudança na plataforma, para que o cliente continue emitindo normalmente, já no formato novo.” Vagner Alves, cofundador e COO da Spedy
Um motor para os próximos anos
Como a transição se estende pelos próximos sete anos, a demanda por adequação tende a se renovar a cada nova etapa, e não a se esgotar em um único prazo. Para acompanhar esse ciclo, a Spedy tem investido em inteligência artificial aplicada à rotina fiscal.
“A reforma tributária não é um prazo, é uma transição que vai até 2033. Cada etapa traz novas exigências, e quem já opera com automação sai na frente. A gente vê esse movimento como o motor de crescimento da Spedy pelos próximos anos, com a inteligência artificial ajudando a transformar regra complexa em emissão simples.” Danilo Singh, cofundador e CEO da Spedy









