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Confira 5 dicas para elaborar um bom currículo e ganhar destaque na seleção profissional

O que colocar no currículo? O que vem primeiro? Qual é a melhor forma de estruturar as informações? As respostas das questões que causam dor de cabeça em muitos podem ser encontradas neste guia
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Na hora de elaborar um currículo muitos profissionais perdem a cabeça com tantos modos e informações. É preciso cautela e orientação para conseguir fazer um currículo bom, simples e útil, que chame à atenção do contratante, e não que seja o motivo de dispensa nos processos seletivos. Mas, como fazer um bom currículo? Qual é a melhor forma de estruturar as informações?

A Curriculum, que atua no anúncio de vagas de empregos na internet, relacionou 5 fatores essenciais para elaborar esse documento tão importante no recrutamento de profissionais.

1º – Missão do currículo

O currículo tem uma única missão: conquistar uma entrevista presencial.

Sendo assim, é importante que o candidato leve em consideração três pontos:

1) Fazer com que o currículo participe do processo;
2) Prender a atenção do selecionador para que a leitura dele seja completa;
3) Despertar o interesse do selecionador para que ele o chame para uma entrevista.

Primeiro: O selecionador precisa entender que o currículo se encaixa com o cargo que ele procura e isso acontecerá através do “Objetivo Profissional”. Por isso, este é considerado uma das principais informações do currículo, por isso ele deve estar sempre sozinho e em destaque. Por exemplo, se o selecionador estiver procurando um Gerente Comercial, ele dará bastante atenção aos currículos que apresentarem o objetivo grafado como “Gerente Comercial”, menos atenção aos currículos que estiverem com objetivo de “Consultor Comercial” e menos atenção ainda aos currículos que estiverem como “Vendedor” ou “Área Comercial”. Nesse caso citado, o objetivo profissional incluso poderá fazer com que ele participe do processo ou não.

Segundo: É preciso fazer com que o selecionador leia o currículo inteiro. Porém, sempre há muitos currículos para ler, o que exige uma seleção muito rígida do selecionador. É comum os profissionais de RH pararem de ler o currículo no meio por acharem que o perfil não é aderente ou que o profissional não reúne as qualificações desejadas. Por isso, depois que o selecionador compreender que o currículo está inicialmente aderente à vaga aberta, o desejo do candidato é que ele seja inteiramente lido e, para isso, o currículo deve ser construído de forma que isso aconteça.

Terceiro: Após a leitura do currículo inteiro, o próximo objetivo é fazer com que ele desperte o interesse do selecionador para conhecer melhor o profissional, o que é feito através de uma entrevista presencial, pois será nesta entrevista que o candidato conquistará seu emprego. E isso acontecerá se ele tiver conseguido transmitir informações relevantes para o selecionador.

“Com essas informações em mente, o candidato deverá desenvolver um currículo mais eficaz, aumentando assim suas chances de ser chamado para uma entrevista”, explica Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum.

2º – Identificação e cargo desejado ou área pretendida

Inicie o seu currículo com sua identificação e dados básicos na seguinte ordem: nome, endereço, idade, nacionalidade, estado civil, telefones e e-mails para contato. Tenha muito cuidado com o excesso de informações e certifique-se sempre que todos os dados estejam corretos. Não é recomendável incluir no currículo números de documentos como RG ou CPF, por exemplo. Até mesmo a foto pode ser dispensada, salvo exceções, como para modelos fotográficos, por exemplo, quando o contratante exigir uma foto.

Após isso, coloque o cargo desejado centralizado e em destaque, como se este título separasse os dados de contato do conteúdo do currículo. O melhor é utilizar o cargo pretendido, mas caso o profissional prefira, ele pode colocar a área (embora não seja o mais indicado).

3º – Formação e experiência profissional: o que vem primeiro?

O profissional deve exibir seus pontos mais fortes e relevantes sempre em primeiro lugar. Por exemplo, se você tem pouca experiência (ou nenhuma), mas têm uma boa formação, é melhor exibir a formação em primeiro lugar. Porém, caso ele já tenha se formado há muito tempo e agora tem muita experiência no cargo desejado, a experiência deve vir em primeiro lugar.

As informações devem ser claras e precisas, evitando textos muito extensos para explicar, por exemplo, as atividades desempenhadas em determinada empresa. No currículo, apenas o que for importante deve ser explicado. O recrutador tem pouco tempo para ler os currículos. Por isso, priorize a qualidade em vez da quantidade de informações.

4º – Idiomas, cursos complementares, informática e Internet

Imaginando todas estas informações como se fosse um único bloco, com subdivisões internas, o profissional deve agrupar as informações, lembrando de colocá-las sempre em ordem de relevância. O que for mais relevante sempre vem primeiro.

Se você busca por um cargo na área de informática e/ou Internet, esta informação deve vir primeiro, por exemplo. Se o idioma é bastante significativo para o cargo a ser assumido, o profissional deve colocar primeiro seu conhecimento no idioma, e assim por diante.

Informe o nível de conhecimento para cada idioma; idem para conhecimentos de software, linguagens de programação ou qualquer outra ferramenta, máquina ou instrumento que souber utilizar e que sejam relevantes para atingir o objetivo profissional. Informações sobre cursos complementares realizados devem incluir o nome da instituição, carga horária e a data de conclusão. Se o profissional tiver experiências internacionais ou viagens de intercâmbio, elas podem ser um bom diferencial aos olhos dos selecionadores, além de reforçar o conhecimento nos idiomas informados.

5º – Formatação e revisão

O tamanho das fontes do texto e a formatação são detalhes que podem ser determinantes no momento em que o currículo for analisado. A Arial e a Times são as opções mais recomendadas. Além disso, revise sempre o texto para ter certeza de que não tem erros de português. Tal falha pode excluir o candidato do processo seletivo.

“Percebemos que há muitos candidatos que não prestam atenção nesses detalhes decisivos no momento de buscar oportunidades de entrevistas. Um currículo de qualidade ajuda o selecionador a identificar o profissional como um candidato com potencial para preencher a vaga”, afirma Abrileri.

Fonte: Administradores.com

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