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11/11 amplia calendário de vendas de novembro e exige planejamento dos lojistas para a Black Friday

Data movimentou R$ 2,78 bilhões no Brasil em 2025; Magis5 processou 600 mil pedidos durante a campanhaO calendário de grandes campanhas do comércio eletrônico brasileiro ganhou mais uma data de peso. Celebrado em 11 de novembro, o 11/11 deixou de ser apenas uma ação promocional associada aos marketplaces chineses e passou a movimentar bilhões de reais no país. Para os lojistas, a campanha também representa uma etapa importante de preparação para a Black Friday, que acontece poucas semanas depois.Mas como essa data chegou ao ponto de disputar um espaço tão importante no calendário de compras brasileiro?A origem do 11/11 remonta a 1993, quando estudantes da Universidade de Nanquim, na China, passaram a celebrar o Dia dos Solteiros em 11 de novembro. A iniciativa ganhou dimensão comercial em 2009, quando o Alibaba transformou a ocasião em uma campanha de compras. A campanha também ultrapassou as fronteiras chinesas. Com a expansão dos marketplaces e do comércio eletrônico internacional, o 11/11 chegou a outros países e passou a integrar o calendário de promoções no Brasil.No Brasil, a campanha já ocupa uma posição relevante no calendário do comércio eletrônico. Em 2025, o 11/11 movimentou R$ 2,78 bilhões e registrou 8,07 milhões de pedidos, segundo a Neotrust. O faturamento correspondeu a aproximadamente 58% dos R$ 4,76 bilhões registrados na Black Friday, realizada 17 dias depois. Em volume de pedidos, a diferença foi menor: o 11/11 alcançou cerca de 93% dos 8,69 milhões de pedidos registrados na sexta-feira de descontos.Para Claudio Dias, CEO da Magis5, hub de automação e integração de vendedores com marketplaces, a proximidade entre o 11/11 e a Black Friday exige que os sellers planejem as duas campanhas de forma integrada: as decisões sobre preços, estoque e entregas na primeira data influenciam a capacidade de atender à demanda na segunda.“Quando o lojista planeja as datas em conjunto, consegue definir quais produtos estarão em cada campanha, acompanhar a velocidade das vendas e avaliar o desempenho desses produtos, assim como a capacidade da operação. Um item que teve alta procura no 11/11, por exemplo, pode não estar disponível para a Black Friday se o prazo de reposição não tiver sido considerado. Além do estoque, é preciso avaliar a capacidade de processar e despachar os pedidos para que a operação consiga cumprir o que foi prometido ao consumidor”, afirma Dias.Além disso, o acompanhamento dos indicadores da operação durante o 11/11 permite identificar pontos que precisam de atenção antes da Black Friday. “O lojista precisa observar não apenas quantos pedidos recebeu, mas também como a operação respondeu ao aumento da demanda. Problemas de atualização de estoque, falhas na integração dos marketplaces e atrasos na expedição podem comprometer a experiência do consumidor e gerar cancelamentos. Identificar esses gargalos durante a primeira campanha permite fazer os ajustes necessários antes da próxima”, afirma Claudio Dias.Em 2025, a plataforma da Magis5 processou 600 mil pedidos durante o 11/11.Eficiência operacional também impacta a rentabilidadeO volume de pedidos é um indicador importante para avaliar o desempenho de uma campanha, mas precisa ser analisado em conjunto com os custos envolvidos na operação. Descontos, frete, comissões dos marketplaces, devoluções e retrabalho podem reduzir a margem das vendas, mesmo quando a quantidade de pedidos é elevada.Por isso, o planejamento das campanhas precisa considerar tanto o potencial de faturamento quanto a capacidade de processar e entregar os pedidos com eficiência. Acompanhar os custos e identificar gargalos operacionais ajuda os lojistas a avaliar os resultados e tomar decisões mais consistentes para as próximas datas comerciais.“Uma campanha pode gerar muitos pedidos e deixar pouco resultado se os descontos, o frete e os custos operacionais consumirem a margem. O lojista precisa acompanhar o desempenho das vendas e entender quanto custa atender cada pedido. Assim, consegue avaliar se a campanha foi realmente rentável e quais ajustes precisam ser feitos para as próximas ações”, comenta Claudio Dias.        
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Data movimentou R$ 2,78 bilhões no Brasil em 2025; Magis5 processou 600 mil pedidos durante a campanha

O calendário de grandes campanhas do comércio eletrônico brasileiro ganhou mais uma data de peso. Celebrado em 11 de novembro, o 11/11 deixou de ser apenas uma ação promocional associada aos marketplaces chineses e passou a movimentar bilhões de reais no país. Para os lojistas, a campanha também representa uma etapa importante de preparação para a Black Friday, que acontece poucas semanas depois.

Mas como essa data chegou ao ponto de disputar um espaço tão importante no calendário de compras brasileiro?

A origem do 11/11 remonta a 1993, quando estudantes da Universidade de Nanquim, na China, passaram a celebrar o Dia dos Solteiros em 11 de novembro. A iniciativa ganhou dimensão comercial em 2009, quando o Alibaba transformou a ocasião em uma campanha de compras. A campanha também ultrapassou as fronteiras chinesas. Com a expansão dos marketplaces e do comércio eletrônico internacional, o 11/11 chegou a outros países e passou a integrar o calendário de promoções no Brasil.

No Brasil, a campanha já ocupa uma posição relevante no calendário do comércio eletrônico. Em 2025, o 11/11 movimentou R$ 2,78 bilhões e registrou 8,07 milhões de pedidos, segundo a Neotrust. O faturamento correspondeu a aproximadamente 58% dos R$ 4,76 bilhões registrados na Black Friday, realizada 17 dias depois. Em volume de pedidos, a diferença foi menor: o 11/11 alcançou cerca de 93% dos 8,69 milhões de pedidos registrados na sexta-feira de descontos.

Para Claudio Dias, CEO da Magis5, hub de automação e integração de vendedores com marketplaces, a proximidade entre o 11/11 e a Black Friday exige que os sellers planejem as duas campanhas de forma integrada: as decisões sobre preços, estoque e entregas na primeira data influenciam a capacidade de atender à demanda na segunda.

“Quando o lojista planeja as datas em conjunto, consegue definir quais produtos estarão em cada campanha, acompanhar a velocidade das vendas e avaliar o desempenho desses produtos, assim como a capacidade da operação. Um item que teve alta procura no 11/11, por exemplo, pode não estar disponível para a Black Friday se o prazo de reposição não tiver sido considerado. Além do estoque, é preciso avaliar a capacidade de processar e despachar os pedidos para que a operação consiga cumprir o que foi prometido ao consumidor”, afirma Dias.

Além disso, o acompanhamento dos indicadores da operação durante o 11/11 permite identificar pontos que precisam de atenção antes da Black Friday. “O lojista precisa observar não apenas quantos pedidos recebeu, mas também como a operação respondeu ao aumento da demanda. Problemas de atualização de estoque, falhas na integração dos marketplaces e atrasos na expedição podem comprometer a experiência do consumidor e gerar cancelamentos. Identificar esses gargalos durante a primeira campanha permite fazer os ajustes necessários antes da próxima”, afirma Claudio Dias.

Em 2025, a plataforma da Magis5 processou 600 mil pedidos durante o 11/11.

Eficiência operacional também impacta a rentabilidade

O volume de pedidos é um indicador importante para avaliar o desempenho de uma campanha, mas precisa ser analisado em conjunto com os custos envolvidos na operação. Descontos, frete, comissões dos marketplaces, devoluções e retrabalho podem reduzir a margem das vendas, mesmo quando a quantidade de pedidos é elevada.

Por isso, o planejamento das campanhas precisa considerar tanto o potencial de faturamento quanto a capacidade de processar e entregar os pedidos com eficiência. Acompanhar os custos e identificar gargalos operacionais ajuda os lojistas a avaliar os resultados e tomar decisões mais consistentes para as próximas datas comerciais.

“Uma campanha pode gerar muitos pedidos e deixar pouco resultado se os descontos, o frete e os custos operacionais consumirem a margem. O lojista precisa acompanhar o desempenho das vendas e entender quanto custa atender cada pedido. Assim, consegue avaliar se a campanha foi realmente rentável e quais ajustes precisam ser feitos para as próximas ações”, comenta Claudio Dias.

 

 

 

 

 

 

 

 

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