GTN lança solução para investir no exterior a partir de 1 centavo de dólar

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Tecnologia pode ser integrada por bancos, corretoras e fintechs para oferecer acesso a ativos internacionais sem exigir abertura de conta em uma instituição estrangeira
A busca por diversificação internacional vem ganhando espaço entre investidores brasileiros em um cenário de maior volatilidade nos mercados e incerteza sobre os próximos ciclos econômicos. É nesse ambiente que a GTN lança uma nova solução para permitir aplicações em ativos no exterior a partir de US$ 0,01.
Batizada de “cofrinho em dólar”, a funcionalidade leva para os investimentos internacionais uma lógica semelhante à das “caixinhas” já difundidas entre bancos digitais brasileiros. A proposta é permitir aportes pequenos e recorrentes em ativos estrangeiros por meio das próprias instituições financeiras utilizadas pelo cliente.
Bancos e fintechs poderão integrar solução às próprias plataformas
A tecnologia foi desenvolvida para ser incorporada por bancos, corretoras e fintechs via API.
Com isso, essas instituições poderão disponibilizar opções de investimento internacional dentro de seus próprios aplicativos e plataformas, sem que o usuário final precise abrir diretamente uma conta em uma corretora estrangeira.
“O brasileiro já incorporou o hábito de guardar dinheiro em ‘caixinhas’ para diferentes objetivos. O próximo passo é permitir que esse planejamento também aconteça em dólar. Nosso papel é fornecer a infraestrutura para que as instituições financeiras ofereçam esse acesso de forma simples, segura e integrada.”, afirma Lucas Magalhães, diretor da GTN no Brasil.
Disponível a partir de setembro, a solução busca reduzir algumas das etapas tradicionalmente associadas à diversificação internacional e manter a experiência do investidor dentro do ambiente da instituição financeira com a qual ele já se relaciona.
Aportes poderão ser feitos de forma recorrente
O sistema permite configurar investimentos automáticos em frequência diária, semanal ou mensal, sempre a partir do valor mínimo de US$ 0,01.
Segundo Magalhães, a intenção é aproximar o investimento no exterior de uma lógica de formação de patrimônio no longo prazo, reduzindo a percepção de que esse tipo de aplicação é acessível apenas a investidores com maior volume de capital.
A funcionalidade também utiliza o mercado fracionário, permitindo que pequenos aportes sejam direcionados a diferentes tipos de ativos internacionais.
Plataforma reúne diferentes classes de ativos
Entre as possibilidades estão fundos de investimento, renda fixa internacional, ETFs e ações negociadas no exterior.
A infraestrutura da GTN permite acesso a mais de 90 mercados, com destaque para Estados Unidos e Europa.
Cada instituição financeira que adotar o “cofrinho em dólar” poderá definir quais ativos e produtos serão disponibilizados aos próprios clientes, de acordo com sua estratégia e perfil de público.
A proposta é permitir que a experiência de investimento internacional seja incorporada à jornada que o usuário já mantém dentro de bancos, corretoras ou fintechs, sem a necessidade de desenvolver toda a infraestrutura tecnológica e operacional internamente.
Diversificação internacional ganha novos formatos
A solução chega em um momento em que investidores brasileiros vêm buscando alternativas para distribuir recursos entre diferentes mercados, moedas e classes de ativos.
Ao reduzir o valor mínimo de entrada e automatizar os aportes, o modelo procura aproximar a diversificação internacional de hábitos financeiros já conhecidos pelos usuários brasileiros.
Para as instituições, a integração amplia o portfólio disponível dentro de seus próprios ambientes digitais. Para o investidor, cria uma possibilidade de acessar ativos internacionais a partir de valores menores e dentro da plataforma financeira que já utiliza.









