Empresários perdem dinheiro negligenciando um pesado “custo invisível”, afirma especialista

Foto: Divulgação/Márcio Sant'Anna
Durante muito tempo, a conta de energia foi tratada pelas empresas como uma despesa inevitável. Recebia-se a fatura, conferia-se o consumo e realizava-se o pagamento. Pouco se discutia sobre alternativas capazes de tornar esse custo mais previsível e competitivo.
Na avaliação de Márcio Sant’Anna, fundador e CEO da Ecom, esse comportamento ainda é comum entre empresas brasileiras, especialmente na indústria e em operações de maior consumo energético.
“A maioria dos empresários dedica tempo para negociar matéria-prima, reduzir despesas financeiras e otimizar processos, mas poucos analisam sua estratégia de contratação de energia com a mesma profundidade”, afirma.
Segundo ele, esse cenário começou a mudar nos últimos anos, impulsionado pela evolução do ambiente regulatório e pelo amadurecimento das soluções disponíveis para empresas consumidoras.
Fundada em 2002, logo após o período do racionamento de energia no Brasil, a Ecom acompanhou toda a evolução desse mercado. A empresa iniciou sua trajetória como consultoria especializada e, ao longo dos anos, ampliou sua atuação até se tornar uma plataforma estratégica de soluções em energia para empresas.
Hoje, além da comercialização, a companhia oferece inteligência de mercado, gestão energética e consultoria para organizações que buscam maior previsibilidade e competitividade.
“Nosso trabalho não começa na venda de energia. Começa entendendo a operação do cliente e identificando qual estratégia faz sentido para aquele negócio”, explica Márcio.
Para ele, energia deixou de ser apenas um insumo operacional e passou a ocupar espaço nas decisões estratégicas das empresas.
“A competitividade das organizações depende cada vez mais da eficiência na gestão dos seus recursos. Energia faz parte dessa equação”, afirma.
“Empresas competitivas analisam continuamente onde estão suas maiores oportunidades de ganho. Algumas estão na produtividade. Outras na tecnologia. Outras na logística. E uma parte importante pode estar justamente na forma como a empresa compra e administra energia. Não existe uma solução única. Cada operação possui um perfil diferente. Cada indústria possui características específicas. Cada empresa enfrenta desafios próprios. Por isso, decisões estratégicas exigem informação. Análise. Planejamento”, conclui Márcio.
Acesse o site e conheça as soluções da Ecom Energia.









