Ir para o conteúdo
Últimas notíciasÚltimas
Oferecido porCom:Fireflies.ai
Negócios e Gestão

Conquistas e desafios da mulher no mercado de trabalho.

Nossos melhores conteúdos em seu WhatsAppEntre no canal do WhatsappEntrar no canal

Ao longo dos anos foram inúmeros os desafios para romper uma cultura em que a mulher servia exclusivamente para desenvolver atividades domésticas, cuidar dos filhos e do marido ou no máximo empreender atividades de cunho artesanal. As guerras, a consolidação do capitalismo e a incansável luta feminista durante séculos foram fatores determinantes para a sua evolução no mercado de trabalho e na sociedade em geral. As conquistas são imensas, vão desde a permissão para uso de calças compridas, ao direito não só de votar como de ser eleita para um governo. Aos poucos a classe feminina tem provado sua competência, profissionalismo, habilidade de trabalhar em equipe, criatividade e liderança, conquistando mais espaço e rompendo barreiras do preconceito.

A submissão ao homem hoje vem cedendo espaço para executivas, presidentas, governadoras, líderes, jornalistas, engenheiras, mestres e doutoras e até mesmo mecânicas, atividade vista até pouco tempo como “exclusiva para homens”, apesar deste conceito machista ainda se fazer presente. A evolução tem partido desde a pedagogia escolar, onde aprendíamos que azul é para homens, e rosa é para mulheres, para a mídia e a sociedade que vem aprendendo aos poucos a divulgar e julgar com equidade as pessoas independentes do sexo no ambiente de trabalho. Segundo dados do IBGE, na década de 70, as mulheres representavam 21% da força de trabalho disponível no Brasil, já no último relatório de 2007 este índice subiu para 45%.

A busca por capacitação, graduação e especialização é em número bem maior para elas, muitas vezes como tentativa de diminuir a competitividade com os homens de igual ou até mesmo inferior currículo. Em contrapartida, a disparidade entre salários é ainda uma visível e gritante característica de uma cultura que ainda julga a capacidade em relação ao gênero, principalmente quando comparado entre profissionais de nível superior. Assim, como é lastimável as mulheres serem as maiores vítimas do assédio moral e sexual atingidas por humilhação, intimidação, piadas grosseiras, constrangimento e submissão ao autoritarismo masculino.

A atual realidade não deixa de ser uma vitória, porém, há muito ainda a ser alcançado. A Constituição Federal determina que “todos são iguais perante a lei”, mas a discriminação ainda ultrapassa os limites da Constituição atingindo os diferentes âmbitos sociais, onde ainda perdura idéias arcaicas. É preciso mais respeito. As pessoas devem ser tratadas de forma igualitária, sem impor fragilidade e independente do sexo. Afinal, vivemos ou não numa democracia? Para quem consegue ser uma espécie de “malabarista” ao bravamente conciliar a enorme responsabilidade do trabalho, casa e família, sendo profissional, mãe e mulher com proatividade e intenso dinamismo, nada mais justo.

Newsletter

Receba nossos melhores conteúdos todos os dias de manhã no seu e-mail

Conheça a newsletter →

Leia também

Siga o Administradores no Google para receber nossos conteúdos nas sugestões de leitura do seu celular.

Seguir no Google

Para Empresas

Mais lidas

Cursos em destaque

Ver todos
leadershipnegociacaoprojetosavancado-de-consultoriafalando-bemfinancas-essenciais